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Lula

Brasil

Pacheco convoca líderes para discutir MP da reoneração da folha

por Redação 9 de janeiro de 2024

A medida provisória (MP) que reonera a folha de pagamento de 17 setores da economia deve ser discutida nesta terça-feira (9), em reunião com líderes partidários convocada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). A tendência é que seja um encontro inicial para tratar do tema, com pouco quórum. Uma ala de líderes das legendas tem defendido a derrubada da medida, enquanto o governo federal tenta ganhar tempo para construir um acordo com o parlamento.

O R7 apurou que alguns líderes partidários pediram o adiamento da reunião porque não estão em Brasília, pois o Congresso Nacional está de recesso até fevereiro. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, principal coordenador da MP, vai cumprir agendas em São Paulo nesta terça-feira (9) e não vai participar do encontro. A reportagem confirmou que a reunião deve ocorrer com a presença de secretários da pasta.

Pacheco não deve devolver o texto para o Executivo, exceto se houver alinhamento com todos os líderes e pré-conhecimento do governo em relação a esse possível movimento. A tendência, portanto, é derrubar a MP, não mandá-la de volta ao Planalto.

A maioria dos parlamentares defende a derrubada da matéria, mas os líderes do governo ainda apostam no diálogo. A orientação para a base é negociar, sem deixar de admitir possíveis mudanças, e ganhar tempo até 1º de abril, período em que os efeitos da MP entram em vigor, para chegar à maioria.

Para o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), Pacheco não deve decidir sobre a devolução da medida na reunião desta terça (9). “Ele está chamando, aproveitando até o ato [em alusão aos eventos extremistas de 8 de janeiro de 2023], para começar esse processo de discussão. Temos fevereiro e março para debater. Todas as matérias que conseguimos aprovar foram negociadas no Congresso”, relembrou Wagner.

O parlamentar, contudo, admitiu prováveis mudanças no texto enviado pelo Executivo. “Qual foi a medida provisória ou projeto de lei em regime de urgência que entrou aqui e saiu do jeito que entrou? Nenhum. Nem a reforma tributária”, exemplificou. “A orientação é a gente sentar para negociar.”

Segundo o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), “não há razão” para que Pacheco devolva a medida provisória. Ele disse que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, está disposto a “encontrar mediações” para o tema.

“Estou confiante de que [Rodrigo Pacheco] não devolverá [a MP]. Para haver a devolução de uma MP, ela precisa ofender a Constituição e não cumprir os pré-requisitos de relevância e urgência. A não-devolução da medida também não significa que o governo não está disposto a dialogar. Haddad está totalmente à disposição para negociar e encontrar mediação”, afirmou Randolfe.

Uma possibilidade avaliada pelos líderes é garantir a permanência da desoneração aos 17 setores atualmente contemplados e também revisar a concessão dada aos municípios com até 142 mil habitantes que reduz para 8% a alíquota da contribuição previdenciária sobre a folha dos municípios, atualmente de 20%. A alternativa ainda precisa ser discutida entre os parlamentares, e há resistência em restringir a medida das prefeituras, sobretudo em ano de eleições municipais.

A equipe econômica quer reduzir a resistência ao longo dos próximos três meses para garantir a manutenção da MP, ainda que com alterações. Se o texto sofrer mudanças na Câmara ou no Senado, a matéria é aprovada na forma de um projeto de lei de conversão e enviada para sanção ou veto do presidente da República.

O que diz a MP
Mesmo com a aprovação do Congresso Nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou, no fim do ano passado, o projeto da desoneração da folha de pagamento. O veto presidencial, porém, foi derrubado pelo Legislativo. Pela medida, em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia, conforme o setor, de 1% a 4,5%. A medida contempla 17 setores da economia, responsáveis por nove milhões de empregos.

Com a nova medida, agora, o imposto pode voltar a incidir sobre a folha de pagamento, mas de forma parcial. O texto determina que o tributo será aplicado apenas sobre o salário mínimo. A remuneração que ultrapassar o salário mínimo vai pagar normalmente.

A medida provisória editada por Lula contém diversas propostas para aumentar a arrecadação da União e alcançar a meta do déficit zero. O texto, que também é assinado pelo ministro Haddad, foi publicado em 29 de dezembro no Diário Oficial da União.

Confira o escalonamento feito pelo governo, em dois grupos, da reoneração da folha:

  • o primeiro grupo engloba atividades como transporte, comunicação e tecnologia da informação, cuja tributação vai funcionar da seguinte forma: 10% em 2024, 12,5% em 2025, 15% em 2026 e 17,5% em 2027;
  • o segundo grupo inclui atividades como engenharia civil, indústria têxtil e editorial, cuja tributação vai funcionar da seguinte forma: 15% em 2024, 16,25% em 2025, 17,5% em 2026 e 18,75% em 2027.

Fonte: r7

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Brasil

Lula diz que 8 de Janeiro é resultado de processo feito por líderes políticos extremistas

por Redação 8 de janeiro de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a tentativa de golpe ocorrida em 8 de Janeiro de 2023, em Brasília (DF), felizmente falhou. Ele avaliou a invasão como resultado de um processo promovido por líderes políticos extremistas para desacreditar a democracia em seu próprio benefício. As informações constam em artigo publicado pelo petista nesta segunda-feira (8) no jornal norte-americano Washington Post.

“Felizmente, essa tentativa de golpe falhou. A sociedade brasileira rejeitou a invasão, e, durante o ano passado, o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal e o Poder Executivo dedicaram esforços para esclarecer os fatos e responsabilizar os invasores”, disse Lula.

“A tentativa de golpe foi o culminar de um longo processo promovido por líderes políticos extremistas para desacreditar a democracia em seu próprio benefício. O sistema eleitoral brasileiro, reconhecido internacionalmente pela sua integridade, foi questionado por aqueles que foram eleitos nesse mesmo sistema”, afirmou o presidente. “O objetivo destas falsas denúncias era desqualificar a democracia para perpetuar o poder de forma autocrática. Mas a democracia brasileira prevaleceu e emergiu mais forte”, completou.

No artigo, o presidente relata que, desde o seu retorno ao Planalto, em 1º de janeiro de 2023, a unidade do país e a reconstrução de políticas bem-sucedidas têm sido objetivos de sua gestão. “Um governo que melhora vidas é a melhor resposta que temos aos extremistas que atacam a democracia. A desigualdade serve como terreno fértil para o extremismo e a polarização política. Quando a democracia não consegue garantir o bem-estar do povo, os extremistas procuram desacreditar o processo político e promover a descrença nas instituições”, argumenta.

Lula cita que a erosão da democracia é exacerbada pelo fato de as fontes de notícias e interações sociais serem mediadas por aplicações digitais, que foram concebidas para o lucro e não para a coexistência democrática. “O modelo de negócios das big tech, que dá prioridade ao envolvimento e à procura de atenção, promove conteúdos inflamatórios e fortalece o discurso extremista, favorecendo forças antidemocráticas que operam em redes internacionalmente coordenadas.”

Para Lula, estão integradas as questões tecnológicas, sociais e políticas. “O fortalecimento da democracia depende da capacidade dos estados não só para enfrentar as desigualdades estruturais e promover o bem-estar da população, mas também para enfrentar os fatores que alimentam o extremismo violento… Outro 6 [de Janeiro de 2021, quando o Capitólio dos Estados Unidos foi invadido) e 8 de Janeiro só poderá ser evitado transformando a realidade da desigualdade e do trabalho precário”, finaliza.

Fonte: r7

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Brasil

Sucessão do ministro da Justiça, desgaste com o Congresso e evento no 8/1 esperam Lula após recesso

por Redação 3 de janeiro de 2024

Depois de um recesso de oito dias na praia de Restinga de Marambaia, no Rio de Janeiro, a volta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Brasília está prevista para esta quarta-feira (3).

Ao voltar ao trabalho, Lula terá de escolher um novo ministro da Justiça – com a saída do ministro Flávio Dino, para ocupar em 22 de fevereiro uma das 11 cadeiras do Supremo Tribunal Federal.

O presidente terá de lidar também com o desgaste com o Congresso Nacional causado pela medida provisória que retoma gradualmente a tributação da folha de pagamento de empresas dos 17 setores que mais empregam no país.

Sucessor de Flávio Dino
Lula disse no final de 2023 que o ministro da Justiça, Flávio Dino, ficará no governo até a primeira semana de 2024 para participar da cerimônia de um ano dos atos de vandalismo do 8 de Janeiro do ano passado, em Brasília. O presidente da República quer reunir os chefes dos Três Poderes, além de governadores no evento.

O ministro aposentado do STF Ricardo Lewandowski é cogitado, mas existem grupos divergentes na Esplanada dos Ministérios que tentam convencer Lula a indicar nomes como o da ministra do Planejamento, Simone Tebet, a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann, ou o presidente do Grupo Prerrogativas, Marco Aurélio Carvalho.

MP da desoneração da folha de pagamento
A medida provisória (MP) desenhada pela equipe do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para retomar a tributação gradual da folha de pagamento das empresas foi mal recebida pelo Congresso. Senadores prometeram resistir às mudanças feitas pela equipe econômica do governo e garantem que o Palácio do Planalto sofrerá resistência. A reoneração da folha é mais uma das medidas formuladas pela equipe de Haddad para aumentar a arrecadação em busca do déficit zero neste ano.

Parlamentares que defendem a prorrogação da desoneração da folha de pagamento aos 17 setores que mais empregam no país preparam uma ofensiva à medida provisória. O objetivo é garantir a derrubada da matéria até 1º de abril, data em que os efeitos da medida começam a valer.

O presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que vai analisar o teor dessa alternativa com os líderes, o que deve ocorrer nos próximos dias. “Para além da estranheza sobre a desconstituição da decisão recente do Congresso Nacional sobre o tema, há a necessidade da análise técnica sobre os aspectos de constitucionalidade da MP”, disse Pacheco.

A reação negativa se deve, dentre outros motivos, ao fato de os parlamentares terem editado um projeto de lei que manteve o benefício aos setores que mais empregam até 2027 e ainda terem derrubado o veto de Lula à medida. Com esse clima de tensão instalado, o presidente deverá se juntar a Haddad nas tentativas de negociar com o Congresso.

Evento do 8 de Janeiro
O ato em defesa da democracia marcado para 8 de janeiro, dia em que a depredação às sedes dos Três Poderes completará um ano, vai reunir autoridades no Salão Negro do Senado. No último dia 20, em reunião ministerial, Lula afirmou que estarão presentes os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Supremo, Luís Roberto Barroso. Ele também pediu a presença de ministros do governo.

No entanto, o presidente Lula terá de lidar com o esvaziamento do evento por parte de governadores ligados à oposição. Alguns deles já adiantaram que não vão conseguir participar do ato.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), já avisou ao Planalto que estará de férias no início de janeiro e, por isso, não conseguirá comparecer ao evento. A assessoria de imprensa do governo do Distrito Federal informou, em nota, que a vice-governadora Celina Leão (PP) comparecerá ao evento com Lula.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também não vai comparecer ao evento organizado por Lula. O Palácio dos Bandeirantes informou que o governador está na Europa e não retorna ao país antes do ato. O vice Felício Ramuth (PSD) também não estará no Brasil no próximo dia 8. Tarcísio criticou publicamente os atos golpistas no início de 2023. Em publicação nas redes sociais em 8 de janeiro deste ano, ele afirmou que “manifestações perdem a legitimidade e a razão a partir do momento em que há violência”.

Filiados ao mesmo partido de Bolsonaro, os governadores do Rio de Janeiro e de Santa Catarina, Cláudio Castro e Jorginho Mello, respectivamente, informaram, por meio das assessorias, que ainda não sabem se vão conseguir comparecer ao evento. Já a assessoria do governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), declarou que o convite para o ato não foi feito. O Governo de Minas Gerais, comandado por Romeu Zema (Novo), também foi procurado pela reportagem, mas não retornou.

Calendário para pagamento de emendas
Lula sancionou com vetos a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024, que baliza a Lei Orçamentária Anual (LOA), que é o Orçamento da União. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (2). Para 2024, a maior parte dos gastos federais continua sendo com o refinanciamento da dívida pública, cerca de R$ 1,7 trilhão.

O Orçamento da União para 2024 havia sido aprovado pelo Congresso Nacional em 22 de dezembro de 2023 e prevê receitas e despesas de R$ 5,5 trilhões. No texto, por exemplo, estava previsto que o salário mínimo nacional passaria dos atuais R$ 1.320 para R$ 1.412 neste ano, entre outras medidas. O texto aprovado pelo Congresso prevê também déficit zero nas contas públicas – mantida pelo presidente -, regras para destinação de emendas parlamentares e fundo eleitoral de R$ 4,9 bilhões.

O Orçamento previa o valor de R$ 53 bilhões destinados para emendas parlamentares. Além de impor um cronograma de pagamento para aquelas que são obrigatórias, caso das emendas individuais, deram prioridade para as áreas de saúde e assistência social. Lula vetou os trechos que obrigava o pagamento das emendas em até 30 dias após a divulgação das propostas e os pagamentos em outras áreas deveriam ser feitos até 30 de junho de 2024.

“Além de aumentar a rigidez na gestão orçamentária e financeira e dificultar a gestão das finanças públicas, com impacto potencial na eficiência, eficácia e efetividade da administração, tal dispositivo seria incompatível com o artigo 8º da Lei de Responsabilidade Fiscal, segundo a qual compete ao Poder Executivo Federal estabelecer a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso”, diz o texto publicado por Lula.

Fonte: r7

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Brasilia

Após visitar 24 países em 2023, Lula deve focar agenda de 2024 em viagens pelo Brasil, eleições e PAC

por Redação 2 de janeiro de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve diminuir o ritmo de agendas internacionais e participar mais em compromissos pelo Brasil em 2024. Neste ano, o petista visitou 24 países, tendo permanecido 75 dias fora do Brasil. Para o próximo ano, o foco estará nas eleições municipais e nas entregas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Lula pretende ir à Etiópia para participar da cúpula da União Africana em fevereiro próximo. O intuito é emendar a viagem com visitas em outros países da região. O roteiro ainda está sendo gestado. O presidente também quer ir para a conferência da Comunidade dos Países Caribenhos (Caricom), na Guiana.

Como mostrou o R7, Lula deu largada à campanha eleitoral das eleições de 2024 ainda no ano passado. Integrantes do partido e o próprio presidente avaliam que a disputa do próximo ano será polarizada mais uma vez entre o atual mandatário e o ex-presidente Jair Bolsonaro, com seus respectivos candidatos locais.

Segundo o senador Humberto Costa, coordenador do grupo de trabalho eleitoral do PT, o maior objetivo da legenda é aumentar de forma substancial o número de prefeituras comandadas pelo partido. “Embora não tenhamos definido uma meta numérica, vamos procurar um melhor resultado do que nas últimas eleições”, disse o titular ao R7.

A sigla vai lançar candidato próprio em ao menos 13 capitais do país. Até o momento, estão definidas candidaturas para Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Vitória (ES), João Pessoa (PB), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Campo Grande (MS), Aracaju (SE), Maceió (AL), Natal (RN) e Teresina (PI).

O PT não deve ter candidatos nas duas maiores cidades do país — São Paulo e Rio de Janeiro —, onde deve fazer alianças com outros partidos nesses locais. A legenda está disposta a fazer alianças com vistas às eleições de 2024. Entre os partidos cogitados, estão Rede, PSOL, PCdoB, PV, PSB, MDB, PDT e até mesmo o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro. Esse último caso, porém, vai depender da trajetória do candidato, segundo o coordenador do grupo de trabalho eleitoral.

Nas eleições municipais de 2020, o MDB foi o líder em número de prefeituras (780). Na sequência, vieram PP (681), PSD (649) e PSDB (519). O PT de Lula comanda 181 cidades. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Brasil tem ao todo 5.570 municípios.

Apesar de o novo PAC ter sido lançado no início do segundo semestre de 2023, grande parte das entregas deve ser feita em 2024. A iniciativa, considerada por integrantes do governo como o trunfo, prevê investimentos em obras de infraestrutura nas 27 unidades da federação, que podem chegar a pelo menos R$ 1,7 trilhão.

De acordo com o governo federal, o novo PAC conta com recursos do Orçamento Geral da União (R$ 371 bilhões), do orçamento de empresas estatais (R$ 343 bilhões), de financiamentos (R$ 362 bilhões) e do setor privado (R$ 612 bilhões). O Executivo dividiu essa versão do programa em nove eixos de atuação: inclusão digital e conectividade, saúde, educação, infraestrutura social e inclusiva, cidades sustentáveis e resilientes, água para todos, transporte eficiente e sustentável, transição e segurança energética e defesa.

Viagens em 2023
Lula esteve em 24 países e permaneceu 75 dias fora do Brasil. O R7 fez o levantamento com base nas informações do portal do governo federal. O período de ausência fez com que o vice, Geraldo Alckmin, assumisse a Presidência da República em um de cada quatro dias.

As viagens foram contabilizadas pela reportagem a partir do embarque de Lula, sem contar eventuais paradas, até o momento do desembarque em Brasília. Nessa conta, há momentos em que o presidente trabalhou no mesmo dia em que partiu para um compromisso internacional e também teve expediente logo após a volta ao Brasil.

Confira todos os países que Lula visitou em 2023

  • 22 a 25 de janeiro: Argentina e Uruguai
  • 9 a 11 de fevereiro: Estados Unidos
  • 11 a 16 de abril: China e Emirados Árabes Unidos
  • 20 a 26 de abril: Portugal e Espanha
  • 4 a 7 de maio: Reino Unido
  • 17 a 23 de maio: Japão
  • 19 a 24 de junho: Itália, França e Vaticano
  • 4 de julho: Argentina
  • 8 de julho: Colômbia
  • 15 a 19 de julho: Bélgica e Cabo Verde
  • 14 a 15 de agosto: Paraguai
  • 20 a 27 de agosto: África do Sul, Angola e São Tomé e Príncipe
  • 7 a 11 de setembro: Índia
    •15 a 21 de setembro: Cuba e Estados Unidos
  • 27 de novembro a 5 de dezembro: Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos e Alemanha

Fonte: r7

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Feminicidio

Lula cria protocolo ‘Não é Não’ para proteger mulheres; veja como vai funcionar

por Redação 29 de dezembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma lei que cria o protocolo “Não é Não” para prevenção ao constrangimento e à violência contra a mulher e para proteção da vítima. Além disso, o texto institui o selo “Não é Não — Mulheres Seguras”. A medida foi publicada nesta sexta-feira (29) no Diário Oficial da União (DOU).

Pela proposta, o protocolo “Não é Não” será implementado no ambiente de casas noturnas e de boates, em espetáculos musicais realizados em locais fechados e em shows com venda de bebida alcoólica, para promover a proteção das mulheres e para prevenir e enfrentar o constrangimento e violência contra elas.

Na aplicação do protocolo, devem ser observados os seguintes princípios: respeito ao relato da vítima acerca do constrangimento ou da violência sofrida; preservação da dignidade, da honra, da intimidade e da integridade física e psicológica da vítima; celeridade no cumprimento do disposto nesta lei; articulação de esforços públicos e privados para o enfrentamento do constrangimento e da violência contra a mulher.

São deveres dos estabelecimentos assegurar que na sua equipe tenha pelo menos uma pessoa qualificada para atender ao protocolo, manter em locais visíveis informação sobre a forma de acionar o “Não é Não” e os números de telefone de contato da Polícia Militar (180). Além disso, as empresas devem certificar-se com a vítima, quando observada possível situação de constrangimento, da necessidade de assistência.

Em casos de indícios de violência, os estabelecimentos devem proteger a mulher e proceder às medidas, afastar a vítima do agressor, inclusive do seu alcance visual, colaborar com a identificação das possíveis testemunhas, garantir o acesso às imagens à Polícia Civil e preservar por pelo menos 30 dias as imagens relacionadas ao ocorrido.

O descumprimento total ou parcial do protocolo implica as seguintes penalidades: advertência, revogação do selo “Não é Não”, exclusão do estabelecimento da lista “Local Seguro para Mulheres” e outras sanções previstas em lei.

A medida é assinada por Lula e pelos ministros Camilo Santana (Educação), Aparecida Gonçalves (Mulheres) e Ricardo Cappelli (interino da Justiça). A lei entra em vigor após 180 dias de sua publicação oficial.

Violência contra a mulher
Mais de 18,6 milhões de brasileiras sofreram violência física, psicológica ou sexual em 2022. São 50.962 casos por dia. Os dados alarmantes são da quarta edição da pesquisa “Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil”, produzida pelo FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública) e pelo Datafolha.

Segundo o levantamento, todas as formas de violência contra a mulher apresentaram crescimento acentuado no último ano, com destaque para violência física e ameaças graves com armas brancas e de fogo. Entre 9 e 13 de janeiro deste ano, os pesquisadores ouviram 2.017 entrevistadas de 16 anos ou mais em 126 municípios espalhados pelo país.

A pesquisa mostra que 28,9% das mulheres relataram ter sido vítima de algum tipo de violência ou agressão nos últimos 12 meses; é o maior número registrado na série histórica do FBSP. Em relação ao último levantamento realizado, o crescimento foi de 4,5 pontos percentuais, o que revela um agravamento das violências sofridas pelas brasileiras.

Fonte: r7

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Economia

Ano ‘atípico’, 2023 é marcado por medidas fiscais e aumento de gastos do governo

por Redação 28 de dezembro de 2023

A gestão econômica em 2023 do novo governo Lula foi marcada por mais impostos, para ricos e pobres, e aumento de gastos públicos “atípico”, segundo especialista ouvido pelo R7.

A atual administração propôs e/ou trabalhou pela aprovação de pelo menos oito medidas que expandiam os tributos no Brasil. Foram elas:

  1. Taxação de apostas esportivas. Previsão de arrecadação: de R$ 12 bilhões a R$ 15 bilhões por ano;
  2. Taxação de lojas digitais, como a Shein. Previsão de arrecadação: de R$ 7 bilhões a R$ 8 bilhões;
  3. Impedir que subvenção a estados para investimento seja equiparada a custeio. Previsão de arrecadação: de R$ 85 bilhões a R$ 90 bilhões;
  4. Voto de qualidade do Carf (Conselho de Administração de Recursos Fiscais) em favor da União, em caso de empate. Previsão de arrecadação: R$ 54,7 bilhões;
  5. Tributação de investimentos de brasileiros no exterior e dos chamados fundos dos super-ricos. Previsão de arrecadação em 2024: R$ 20 bilhões;
  6. Veto à desoneração da folha de pagamento para 17 setores. Previsão de quanto custou por ano: R$ 9,4 bilhões;
  7. Fim da desoneração dos combustíveis. Previsão de arrecadação em 2023: R$ 28,9 bilhões;
  8. Taxação de serviços de streaming e produtores de conteúdo na internet. Sem previsão de arrecadação.

Vale lembrar que, em junho, por meio do Ministério da Fazenda, o governo federal disse à reportagem que não haveria “aumento da carga tributária”.

Aumento de gastos e endividamento
Além de mais impostos, o primeiro ano deste mandato presidencial registrou aumento de gastos públicos “atípico”, segundo Felipe Salto, o economista-chefe da Warren Renascença.

Isso porque, normalmente, o primeiro ano de um novo presidente é de contenção de despesas. Com a nova gestão petista, está sendo o contrário.

“Com a PEC da Transição e gastos expandidos no ano passado, contratou-se uma espécie de continuidade desses fatores para 2023, que agora exerce sua pressão sobre as contas. O ajuste fiscal, a médio prazo, depende de medidas estruturais. É bom, por exemplo, observar que o governo vem anunciando a criação de um grupo de trabalho na área de avaliação de despesas (spending reviews). Essas iniciativas ajudam, mas o problema fiscal não é pequeno”, diz ele.

O governo central, que resumidamente engloba todo o Estado brasileiro, acumulava um rombo de R$ 98 bilhões de janeiro a outubro. Isso equivale a cerca de 1% do PIB (Produto Interno Bruto, que mede o tamanho da economia de um país).

Ainda, a dívida bruta do governo brasileiro, que envolve também os gastos com pagamentos de juros de rombos passados, chegou a R$ 7,9 trilhões em outubro (74,7% do PIB). Os dados são do Banco Central.

Promessa para 2024
A atual gestão federal prometeu zerar o déficit público primário de 2024. Ou seja, sem contar com os pagamentos de juros de débitos passados, a atual gestão quer ter saldo nulo no ano que vem.

Inclusive, essa tem sido a principal promessa do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Para fontes ouvidas pela reportagem e por outros agentes de mercado, a promessa de déficit zero não será cumprida.

Nas contas do próprio governo, cumprir esse objetivo exigiria que a arrecadação tivesse aumento de R$ 168,5 bilhões em 2024.

Para Cláudia Moreno, economista do C6 Bank, “existe uma incerteza muito grande se de fato” essa expansão nas receitas vai ocorrer. Ela prevê que, desse total, somente R$ 100 bilhões se concretizarão.

A previsão do banco para 2024 é de saldo negativo de 0,7% do PIB (Produto Interno Bruto). É a mesma estimativa do Warren Renascença.

Vale lembrar que o arcabouço fiscal prometia déficit de 0,5% neste ano e de 0% em 2024. Para 2025 e 2026, saldos positivos, respectivamente, de 0,5% e 1%.

Fonte: r7

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Economia

Lula deixa assinado decreto do salário mínimo de R$ 1.412 em 2024

por Redação 27 de dezembro de 2023

Antes de partir para o recesso de fim de ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixou assinado o decreto que prevê o salário mínimo nacional de R$ 1.412 a partir de 1º de janeiro de 2024. O texto, porém, ainda não foi publicado no Diário Oficial da União (DOU). Segundo fontes do Palácio do Planalto, a confirmação do novo valor pode ser publicada em edição extra ainda nesta quarta-feira (27).

Os deputados e senadores aprovaram na última sexta-feira (22) o Orçamento de 2024, dispositivo que detalha as receitas, os gastos, os investimentos e as metas do governo federal para o próximo ano. O texto trouxe atualização em relação ao salário mínimo. A correção adotada foi de 3,85%, e não de 4,48%. Na prática, significa que o mínimo aplicado em 2024 será de R$ 1.412 — R$ 92 a mais que o atual (R$ 1.320).

O novo valor reflete não só na remuneração dos trabalhadores, mas também nos benefícios. Entre eles estão aposentadorias, pensões e outros benefícios pagos pelo INSS. Também no seguro-desemprego, no abono salarial PIS/Pasep e no BCP (Benefício da Prestação Continuada). Da mesma forma, a contribuição para o INSS passará a ser paga pelo novo valor do mínimo.

Segundo estimativas do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o salário mínimo é a base da remuneração de 60,3 milhões de trabalhadores e beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O estudo mostra que cada real acrescido ao salário mínimo provoca impacto estimado em R$ 322,8 milhões ao ano sobre a folha de benefícios da Previdência Social.

Recesso de fim de ano
Nesta terça-feira (26), Lula embarcou para a restinga da Marambaia, área privativa de praia no litoral sul do Rio de Janeiro. A previsão é que o presidente e a primeira-dama, Janja da Silva, passem o Réveillon no local. O descanso deve durar até 3 de janeiro, período em que não há compromissos oficiais do chefe de Estado planejados.

A restinga da Marambaia, com cerca de 40 km de extensão e largura que varia de 120 a 1.800 metros, serve como uma ilha-barreira que divide a baía de Sepetiba e o oceano Atlântico. A parte submersa da restinga chega a 2 metros de profundidade. O local é uma faixa de areia contínua, com dunas e arbustos. A administração da região é dividida entre o Exército, a Marinha e a Força Aérea.

Fonte: r7

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Brasil

Lula institui Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, em 20 de novembro, como feriado nacional

por Redação 22 de dezembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (21) o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, como feriado em todo o país. O texto, aprovado na Câmara dos Deputados no mês passado, será publicado no Diário Oficial da União desta sexta (22).

A data, que já era considerada feriado em seis estados e 1.120 municípios, faz referência ao dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. Ele foi o líder do Quilombo dos Palmares, um dos maiores do período do Brasil Colônia.

Com a sanção presidencial, “esse marco passa a integrar o calendário nacional, consolidando mais um importante aceno público em prol da valorização da história e das raízes culturais da população brasileira”, de acordo com o governo.

O projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados no fim do mês passado, com 286 votos a favor, 121 contra e 2 abstenções. Durante o debate, governistas defenderam a proposta e afirmaram que a data é de “grande relevância para a população negra”. Já partidos da oposição orientaram a bancada contra a criação do novo feriado, sob o argumento de que o Brasil tem feriados em excesso.

Feriados nacionais
A legislação brasileira fixa as seguintes datas comemorativas como feriados nacionais:

  • Confraternização Universal (1º de janeiro);
  • Paixão de Cristo (Sexta-Feira Santa; data variável, em abril)
  • Tiradentes (21 de abril);
  • Dia do Trabalhador (1º de maio);
  • Independência do Brasil (7 de setembro);
  • Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro);
  • Finados (2 de novembro);
  • Proclamação da República (15 de novembro);
  • Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (20 de novembro); e
  • Natal (25 de dezembro).

Fonte: r7

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Brasil

BC manda recado ao governo, cobra execução de metas fiscais e sinaliza novas quedas dos juros

por Redação 19 de dezembro de 2023

O BC (Banco Central) divulgou nesta terça-feira (19) a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). No documento que analisa o andamento da economia nacional, os diretores da autoridade monetária definem a perseguição das metas fiscais como determinante para o futuro da inflação e para os próximos passos da política monetária.

“Tendo em conta a importância da execução das metas fiscais já estabelecidas para a ancoragem das expectativas de inflação e, consequentemente, para a condução da política monetária, o Comitê reafirma a importância da firme persecução dessas metas”, ressalta o texto.

O trecho do documento, publicado nesta terça-feira (19), surge como um recado indigesto para o governo federal, em meio às divergências entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre o compromisso de zerar a dívida pública no próximo ano.

No final do mês de outubro, Lula afirmou que a meta fiscal do Brasil para 2024 “dificilmente” será zero, porque não há interesse em “cortar investimentos prioritários”. A repercussão negativa forçou Haddad a assumir um novo compromisso com o déficit zero. “O que eu puder fazer para que esse equilíbrio seja atingido, eu vou fazer, incluindo antecipar medidas de 2024 para 2023”, declarou o ministro.

Queda dos juros
Mesmo com a preocupação fiscal evidenciada nas últimas atas, os diretores do Banco Central projetam novos cortes de 0,5 ponto percentual da taxa básica de juros, atualmente em 11,75% ao ano, o menor nível em quase dois anos, após quatro baixas consecutivas de igual magnitude.

“Os membros do Comitê concordaram, unanimemente, com a expectativa de cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões e avaliaram que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário”, diz a ata.

A avaliação leva em conta que a taxa Selic é o principal instrumento da política monetária para determinar a inflação em uma economia. Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam novas opções de investimento pelas famílias.

Diante da sequência de baixa dos juros, o Copom nota que houve “progresso desinflacionário relevante”, mas observa que ainda vê com cautela o processo de devolver a inflação para o centro da meta de 3,5%, estabelecida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).

Para convergência efetiva, os diretores do BC afirmam que ainda será necessário manter uma política monetária contracionista. “Ainda há um caminho longo a percorrer para a ancoragem das expectativas e o retorno da inflação à meta, o que exige serenidade e moderação na condução da política monetária. […] Além disso, a incerteza, em particular no cenário internacional, que tem se mostrado volátil, prescreve cautela”, destaca o documento.

Fonte: r7

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STF

‘Conseguimos colocar na Suprema Corte um ministro comunista’, diz Lula sobre Dino no STF; veja o vídeo

por Redação 15 de dezembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, na noite desta quinta-feira (14), que está feliz por “colocar na Suprema Corte um ministro comunista”. (veja o vídeo acima) Flávio Dino, o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, foi indicado por Lula no fim de novembro e recebeu o aval do Senado nesta quarta (13).

“Vocês não sabem como estou feliz hoje. Pela primeira vez na história deste país nós conseguimos colocar na Suprema Corte um ministro comunista, um companheiro da qualidade do Flávio Dino”, declarou Lula em um discurso.

A declaração do presidente ocorreu durante a 4ª Conferência Nacional de Juventude, ocasião em que o presidente assinou um decreto que dobra a quantidade de integrantes no Conselho Nacional de Juventude (Conjuve). Com a medida, o grupo, atualmente composto de 30 conselheiros, passará a ter 60 membros — dos quais 20 são do poder público e 40 da sociedade civil.

Lula recebeu o futuro ministro do STF no Palácio do Planalto na tarde desta quinta, ao lado de Paulo Gonet, que será o novo procurador-geral da República (PGR). Gonet também foi aprovado pelo Senado nesta quarta-feira.

Lula indicou Dino para o STF e Gonet para a PGR, em 27 de novembro. As vagas foram abertas no fim de setembro, quando Rosa Weber se aposentou do Supremo e Augusto Aras terminou o mandato à frente da Procuradoria-Geral da República.

Dino deixará o posto de ministro da Justiça e Segurança Pública para integrar o Supremo. Ele declarou que a posse pode ser em 22 de fevereiro. A afirmação foi feita nesta quinta (14), depois de uma reunião com o presidente do STF, o ministro Luís Roberto Barroso, e membros da Corte.

O ministro da Justiça agradeceu ao Senado pelo “aprendizado”. “Debate democrático engrandece. Houve uma convergência entre a manifestação do Lula e o Legislativo.”

Gonet deve assumir a PGR na próxima segunda-feira (18), como informou a procuradora-geral interina, Elizeta Ramos, no plenário do Supremo.

Aprovações
O plenário do Senado aprovou o nome de Flávio Dino na noite desta quarta-feira (13) — com 47 votos favoráveis, 31 contrários e duas abstenções. Gonet recebeu 65 “sim” e 11 “não”, e houve uma abstenção.

Antes do plenário, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Gonet foi aprovado por 23 votos a 4, enquanto Dino teve 17 posicionamentos favoráveis e 10 contrários.

Dino usou a sabatina na CCJ para defender sua experiência não só jurídica, mas política. Ele criticou decisões monocráticas em julgamentos que declarem leis inconstitucionais, tema debatido no Senado em uma proposta de emenda à Constituição que conta com o amplo apoio dos parlamentares.

O futuro ministro do STF foi juiz federal (1994-2006), deputado federal (2007-2011), presidente da Embratur (2011-2014) e governador do Maranhão (2014-2022) e, atualmente, é ministro da Justiça e Segurança Pública e senador licenciado.

O futuro procurador-geral da República é bacharel e doutor em direito pela Universidade de Brasília (UnB), além de mestre em direitos humanos pela Universidade de Essex, na Inglaterra. Ele já passou pelos cargos de assessor do ministro do STF Francisco Rezek, procurador-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e conselheiro superior do Centro de Altos Estudos em Controle e Administração Pública do Tribunal de Contas da União (TCU). Membro efetivo do Ministério Público Federal (MPF), foi promovido em 2012 ao cargo de subprocurador-geral da República.

Para Lula, ‘é preciso mais ministros’
Lula, cujo governo tem 38 ministérios, também afirmou que a quantidade de pastas é pequena.

“É preciso parar de acreditar quando a imprensa fala que tem muito ministro. Tem pouco ministro, porque é preciso mais ministros para cuidar de mais assuntos. Por que as mulheres, os direitos humanos, a pesca, cidades não podem ter ministério? Ainda falta construir mais coisas”, afirmou.

“A coisa mais barata do mundo é ter ministros envolvidos com os movimentos sociais, para trazer para dentro das reuniões do governo o sentimento de quem mora nas periferias e no interior, que muitas vezes nasce e morre sem ter chance de dar um único palpite.”

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