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POLÍTICA

Mundo

‘Não precisamos de guerra’ e ‘Mercosul não pode ficar alheio’ a conflito Venezuela-Guiana, diz Lula

por Redação 7 de dezembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (7) que o “Mercosul não pode ficar alheio” a um eventual conflito entre Venezuela e Guiana. Ele também disse que “não precisamos de guerra, de conflito” e, sim, de construir a paz na região sul-americana. O país comandado pelo ditador Nicolás Maduro ameaça invadir e tomar parte do território guianense.

“Nós estamos acompanhando com crescente preocupação os desdobramentos da questão relacionada ao Essequibo. O Mercosul não pode ficar alheio a essa situação”, disse Lula. “Não queremos que esse tema contamine a retomada do processo de integração regional ou constitua ameaça à paz e à estabilidade”, completou.

“Uma coisa que não queremos aqui na América do Sul é guerra. Não precisamos de guerra, não precisamos de conflito. O que nós precisamos é construir a paz, porque somente com muita paz podemos desenvolver o nosso país, gerar riqueza e melhorar a vida do povo brasileiro”, defendeu Lula.

As declarações foram dadas durante a abertura da Cúpula do Mercosul, realizada no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Participam os presidentes Alberto Fernández (Argentina), Santiago Peña (Paraguai) e Luis Alberto Lacalle Pou (Uruguai). No evento, Lula propôs que os países adotem uma espécie de moção ao conflito.

Em seu discurso, Lula mencionou a declaração adotada em 22 de novembro, em Brasília, durante reunião dos ministros das Relações Exteriores e da Defesa dos países do Mercosul, que reafirma a região alvo do conflito como “zona de paz e cooperação”.

A Venezuela ameaça invadir Essequibo, território rico em petróleo, alvo de uma disputa centenária. A Venezuela afirma que Essequibo faz parte de seu território, como em 1777, quando era colônia do reino da Espanha, e apela ao acordo de Genebra, assinado em 1966, antes da independência da Guiana do Reino Unido, que estabelecia as bases para uma solução negociada e anulava um laudo de 1899, que definiu os limites atuais. A Guiana defende esse laudo e pede que ele seja ratificado pela Corte Internacional de Justiça, cuja jurisdição Caracas não reconhece.

Fonte: r7

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TSE

TSE manda PSOL devolver quase R$ 900 mil aos cofres públicos

por Redação 29 de novembro de 2023

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que o Diretório Nacional do PSOL devolva R$ 891.598,93 aos cofres públicos. Os ministros aprovaram com ressalvas as contas de 2018 do partido. A corte entendeu que houve irregularidades no uso de recursos do Fundo Partidário. O montante a ser restituído deverá ocorrer com recursos próprios da agremiação. O R7 entrou em contato com a legenda, que ainda não se manifestou.

As ressalvas feitas pelo TSE eram de despesas referentes à contratação de serviço de segurança para atuar contra a violência de gênero nas campanhas eleitorais, além de multas por remarcação ou cancelamento de passagens aéreas e diárias.

Prevaleceu o entendimento do ministro Floriano de Azevedo Marques. Para ele, os candidatos e os partidos políticos devem prestar contas à Justiça Eleitoral de toda a movimentação de campanha, no prazo e de acordo com a norma eleitoral que regulamenta a prestação de contas.

Fonte: r7

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Brasil

Ministros indicados por Bolsonaro não participam de julgamento que pode condenar ex-presidente

por Redação 26 de outubro de 2023

Em julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro no Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Kassio Nunes Marques informou que não iria participar e, consequentemente, não analisaria ações que investigam a conduta do ex-presidente e do ex-ministro-chefe da Casa Civil Walter Braga Netto durante o Bicentenário da Independência, em 2022. O ministro alegou que teria um congresso internacional agendado desde o início do ano.

O segundo chamado foi o ministro André Mendonça, que declinou da convocação e afirmou ter compromissos pessoais já agendados. Logo, o ministro Dias Toffoli foi convocado. Nunes e Mendonça foram indicados ao STF por Bolsonaro.

Os processos tratam de um suposto desvio de finalidade das comemorações, que teriam sido usadas como ato de campanha eleitoral do então candidato à reeleição.

Dias Toffoli, no início da sessão, se mostrou feliz e agradecido por participar do julgamento.

Na terça-feira (24), o Ministério Público Eleitoral reiterou a manifestação em que defende a inelegibilidade do ex-presidente. No mesmo dia, a defesa de Bolsonaro afirmou que os argumentos não se sustentam e que não há razão para as ações.

“Não houve qualquer ilegalidade nas manifestações públicas do 7 de Setembro, cirurgicamente separadas e delimitadas dos atos oficiais, de forma que são totalmente improcedentes as imputações de abuso de poder ou uso indevido dos meios de comunicação”, afirmou.

Fonte: r7

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Brasilia

Desenrola Brasil será votado na tarde desta segunda no Senado

por Redação 2 de outubro de 2023

A um dia de perder a validade, o projeto que cria o programa emergencial Desenrola Brasil será votado na tarde desta segunda-feira (2) no plenário do Senado Federal. A matéria tem como foco facilitar a renegociação de dívidas pessoais, visando reduzir o endividamento da população.

Com o Desenrola Brasil, em dois meses, 4.455.172 brasileiros negociaram 6 milhões de acordos para quitar dívidas pelas plataformas da Serasa. Já o total de negociações bancárias chegou a R$ 14,23 bilhões, entre 17 de julho e 22 de setembro, de acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou o projeto na última quinta (28). Os senadores vão analisar a proposta nesta segunda (2) porque o prazo de validade da medida provisória (MP) nº 1.176/2023, que criou o Programa Desenrola Brasil, em funcionamento desde 17 de julho deste ano, vence nesta terça-feira (3).

O projeto já passou pela Câmara dos Deputados, e a ideia dos parlamentares é não mexer no que foi acordado e incluso no texto pelos deputados para que o projeto não precise voltar para uma reanálise na Câmara. Na quarta (27), o relator da proposta, senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL), se reuniu com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para alinhar esses detalhes. O relator acordou que alguns pontos devem ser tratados em projetos de lei separados.

Sendo assim, o que deve ficar no texto tem a ver, principalmente, com as regras que limitam os juros do rotativo do cartão de crédito, cobrados dos clientes que não conseguem pagar o valor total da fatura até o vencimento. Pela proposta, os juros serão congelados quando chegarem a 100% do valor total da dívida.

Esse teto para os juros do cartão, no entanto, só entra em vigor no caso de o Banco Central não apresente uma solução para o tema. O órgão e o Conselho Monetário Nacional (CMN) terão 90 dias, a partir da sanção da lei, para fazer a proposição para combater os juros abusivos do cartão de crédito. A proposta também prevê que todas as instituições financeiras que ofereçam crédito devem adotar medidas para prevenir a inadimplência e o superendividamento.

Fonte: r7

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Política

Governo conta com apoio de Republicanos e Progressistas em pautas econômicas

por Redação 20 de setembro de 2023

A articulação política do governo agiu, depois de um primeiro semestre de dificuldades na Câmara dos Deputados. Fechou acordo com as bancadas na Câmara de dois grandes partidos ligados ao centro, o Republicanos e o Progressistas.

O Republicanos tem 41 deputados, e o Progressistas, 49. Foi esse acordo que levou dois deputados para a função de ministros do governo do presidente Lula. Silvio Costa Filho assumiu o Ministério de Portos e Aeroportos, e André Fufuca, o Ministério do Esporte. Os dois partidos estiveram com o ex-presidente Jair Bolsonaro nas eleições do ano passado.

Mas qual foi o objetivo do governo ao ceder espaços tão importantes? O Blog conversou com um dos principais articuladores, e ele disse que o objetivo principal é aprovar pautas econômicas. Por exemplo, novos trechos da reforma tributária. Pautas de costumes não são prioridade.

O acordo político com os partidos se limita à relação na Câmara dos Deputados. O Palácio do Planalto não conta com os votos desses partidos no Senado Federal, como o dos senadores General Mourão e Damares Alves, que são do Republicanos.

Por outro lado, com mais acesso às políticas públicas e ao Orçamento, os deputados dos dois partidos conseguem levar mais verbas e obras para suas bases eleitorais. Isso será muito importante nas eleições municipais do ano que vem.

A posição oficial do Republicanos é que o partido é independente. Silvio Costa Filho teve até que se afastar das funções do partido em Pernambuco.

Integrantes relevantes dessa negociação me disseram que é hora de fazer política, e não de pensar nas diferenças ideológicas, que ficam para as eleições. É assim que os homens que decidem os rumos do país decidem, quer você goste, quer não, enquanto deixam os menos experientes brigando na sala.

Fonte: r7

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Economia

Câmara dos Deputados aprova texto das novas regras fiscais

por Redação 23 de agosto de 2023

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (22), por 379 votos a favor e 64 contrários, a proposta que estabelece o novo marco fiscal do país. No primeiro turno, em abril, tinham sido 372 votos favoráveis, 108 contrários e uma abstenção. O texto passou por alterações no Senado e teve que ser analisado novamente pelos deputados.

Das três alterações feitas pelos senadores, duas foram acatadas: tanto o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) como o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) ficam fora do teto de gastos. A terceira mudança, que tirava despesas das áreas de ciência, tecnologia e inovação do teto de gastos, não foi aprovada.

As novas regras fiscais têm um objetivo central: o de equilibrar as contas públicas e evitar o endividamento do Estado. O projeto aprovado pelo Congresso, que segue agora para a sanção presidencial, cria parâmetros de gastos permitidos para além da inflação em diversas situações econômicas do país.

A regra vai limitar o crescimento da despesa a 70% da variação da receita de 12 meses do ano [julho a junho do ano anterior]. Em momentos de superávit [crescimento da economia], o aumento de 70% das despesas será de no mínimo 0,6% do Produto Interno Bruno (PIB), não podendo superar os 2,5%. Em caso de déficit [queda da economia], esse o aumento será limitado a 50% e deve permanecer na mesma banda de despesas de 0,6% a 2,5% do PIB.

Emenda
Uma emenda feita ao texto no Senado, a pedido do governo, permitia usar uma estimativa da inflação do ano para ampliar o limite de gastos até R$ 40 bilhões quando o Executivo ainda estivesse na fase de elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), justamente para que esse ajuste nos gastos fosse aplicado na elaboração do projeto. A mudança foi defendida por governistas para dar mais “tranquilidade” à execução de ações prioritárias do governo.

No entanto, essa engenharia econômica foi acordada para ser incluída no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO). O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), defendeu a retirada da emenda, que era uma das prioridades do governo.

“Na questão do cálculo do IPCA, não houve um convencimento de existir a necessidade de constar em um projeto de lei complementar, e o compromisso ficou em repor a tal da emenda condicionada na LDO para o Orçamento de 2024 por causa da deflação, que contaria negativo para essa conta. Isso ficou resolvido, e não há nenhum prejuízo da diferença do arcabouço para a LDO”, afirmou Lira pouco antes da votação da proposta.

A versão aprovada do texto foi construída em dois momentos nesta semana: em uma primeira reunião com especialistas, técnicos e o governo federal, nesta segunda-feira (21); e num segundo encontro, na residência oficial da Câmara, com as lideranças partidárias, nesta terça, algumas horas antes da votação.

Fonte: r7

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Economia

Câmara vai discutir projeto do governo que pode acabar com saque-aniversário do FGTS

por Redação 19 de agosto de 2023

O saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode estar com os dias contados. O benefício foi criado por lei em 2019, mas o governo federal quer rever o pagamento desse dinheiro ao trabalhador. O projeto com as mudanças, que pode levar ao fim o direito de sacar parte do FGTS no mês de aniversário, foi assinado pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e está previsto para ser enviado à Câmara até o fim deste mês.

Os deputados Evair Vieira de Melo (PP-ES), da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, e Leonardo Monteiro (PT-MG), da Comissão de Legislação Participativa, tiveram pedidos de audiência pública aprovados para discutir o tema. No entanto, a sessão, que seria conjunta, foi cancelada.

Monteiro afirmou que uma nova sessão já está confirmada. “Esse saque-aniversário parece que é uma boa intenção. No entanto, é uma proposta que traz muitos transtornos para o trabalhador. A ideia é fazer um debate e esclarecer todas essas questões para o trabalhador, o sistema patronal e o sistema bancário. A nossa expectativa é de o governo mandar essa proposta para a gente alterar o saque-aniversário, mas que seja bom para o trabalhador”, disse.

Melo defende a manutenção do benefício e disse que apresentará outro pedido para uma nova audiência.

O que é e como funciona?
O saque-aniversário do FGTS foi instituído no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) via projeto de lei e permite ao trabalhador realizar o saque de parte do saldo da conta do fundo todos os anos no mês do aniversário.

O trabalhador que usa esse benefício abre mão de poder acessar o saldo integral do FGTS em caso de demissão — recebe apenas o valor referente à multa rescisória. A adesão ao saque-aniversário é opcional. Quem não optar pela adesão permanece na sistemática original, que é o saque-rescisão.

Líder do segundo maior bloco da Câmara, que reúne MDB, PSD, Republicanos, Podemos e PSC, o deputado Fábio Macedo (Podemos-MA) diz esperar que as alterações do governo não cortem o benefício. “Acredito que proposta que será enviada pelo governo, com as modificações nas regras do saque-aniversário do FGTS, para análise do Parlamento, será para beneficiar os trabalhadores brasileiros, de modo que continuem tendo acesso efetivo a esta ferramenta de proteção social”, disse.

O FGTS é um saldo construído a partir do recolhimento de parte do salário do funcionário que trabalha com carteira assinada. A empresa pega esse valor e a Caixa o guarda. Foi criado para proteger o trabalhador, e por isso só pode ser integralmente utilizado em situações específicas, como na compra da casa própria e em caso de demissão sem justa causa.

Fonte: r7

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Educação

Câmara aprova projeto que altera política de cotas; renda per capita familiar cai para um salário mínimo

por Redação 10 de agosto de 2023

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (9) um projeto de lei (PL 5384) que revisa e renova a política de cotas no país, que trata do acesso de pessoas pretas, pardas, indígenas e com deficiência e estudantes da rede pública às instituições de educação superior. O texto segue para o Senado.

Uma das principais mudanças é a redução da renda per capita familiar máxima do candidato para um salário mínimo. Anteriormente, a reserva atendia a uma renda média de um salário mínimo e meio. A proposta ainda renova a política por mais uma década, até 2033, e trata da implementação de bancas de aferição da autodeclaração.

A autora do projeto de lei é a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS). “É para que todas as crianças negras que estudam em escolas públicas e vivem nas periferias possam acessar a educação e realizar seus sonhos”, disse.

A votação do projeto é uma resposta dos deputados à pressão do Supremo Tribunal Federal (STF). No último dia 5, o ministro do STF Luís Roberto Barroso deu dez dias à Câmara dos Deputados e ao Senado para que enviem à Corte informações sobre a Lei de Cotas.

No mês passado, o STF recebeu uma ação que pede a fixação de prazo para que o Congresso Nacional faça a revisão da lei. Aprovada pelos parlamentares e sancionada em 2012, a Lei de Cotas deveria ter passado por revisão até 29 de agosto de 2022, quando completou dez anos, mas isso não aconteceu.

A relatora do projeto, deputada federal Dandara (PT-MG), afirmou que o resultado da votação nesta quarta (9) é um esforço coletivo, que envolveu a articulação do governo federal com a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, e o ministro da Educação, Camilo Santana, além de outros parlamentares. Anielle acompanhou do plenário a votação do texto.

Fonte: r7

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Política

Do Val volta ao Senado após licença e operação da PF e pede a colegas que não façam ‘canibalismo’

por Redação 4 de agosto de 2023

Afastado do cargo desde 21 de junho, quando apresentou um atestado médico para “cuidar da saúde”, o senador Marcos do Val (Podemos-ES) voltou às atividades parlamentares nesta quinta-feira (3). A licença foi apresentada poucos dias depois de o parlamentar ter sido alvo de uma operação da Polícia Federal (PF). O retorno foi marcado por um discurso no plenário com o pedido para que a Casa não “exerça o canibalismo”.

“Deveremos estar unidos, e não criticando o Senado, para não exercer o canibalismo aqui dentro. Quanto mais unidos ficarmos, mais forte fica o Senado, mas eu precisaria que os senadores pudessem se colocar no meu lugar, porque, se a gente deixar isso acontecer, amanhã será com mais um, com mais outro, com mais outro, com mais outro”, falou o senador ao pedir a ajuda aos demais parlamentares.

Em 15 de junho, dia do aniversário de Marcos do Val, agentes da PF cumpriram três mandados de busca e apreensão em endereços do parlamentar, incluindo o gabinete dele no Senado. As autorizações foram expedidas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Na ocasião, os agentes apreenderam documentos digitais e físicos, além do celular funcional do senador, um computador e uma arma, que é legalizada. Também por ordem de Moraes, o X (então Twitter) bloqueou o perfil de Do Val. Até esta quinta (3), a conta continuava inativa.

Cinco crimes
O senador é investigado por pelo menos cinco crimes:

  • divulgação de documento confidencial (art. 153 do Código Penal);
  • associação criminosa (art. 288 do Código Penal);
  • tentativa de abolição do Estado democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal);
  • tentativa de golpe de Estado (art. 359-M do Código Penal); e
  • impedimento de investigação sobre organização criminosa (art. 2º, §1º, da lei 12.850/2013).

Fonte: r7

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Política

Sete senadores trocaram de partido no primeiro semestre de 2023; veja quais

por Redação 29 de julho de 2023

Desde o começo da nova legislatura, em 1º de fevereiro de 2023, sete senadores trocaram de partido. As mudanças foram para o PSD, o PSB e o Podemos. O fluxo do troca-troca de partido é facilitado pela a ausência de penalidades. Pela legislação eleitoral, senadores podem mudar de legenda a qualquer momento, sem punições, assim como prefeitos, governadores e o presidente da República.

Fora dessa regra de penalidades por filiação partidária estão vereadores e deputados (estaduais, distritais e federais), que podem perder os mandatos a depender do motivo da troca de sigla.

As regras de fidelidade partidária não valem para senadores porque eles são escolhidos em eleições majoritárias, vencidas por quem tem mais votos diretos. No caso de deputados e vereadores, o partido pode levar à eleição mesmo quem recebe menos votos.

Veja quem trocou de legenda no Senado desde o início da legislatura:

Como foram as trocas
A senadora Mara Gabrilli (SP) foi a primeira a pular para o PSD nesta legislatura. A senadora deixou o PSDB, em que esteve por 19 anos. Eliziane Gama (MA) foi logo em seguida — deixou o Cidadania também pelo partido presidido pelo ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. A senadora oficializou a mudança no começo da legislatura, às vésperas da eleição da presidência do Senado, vencida pelo colega de partido, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

A mudança das duas fez o PSD ultrapassar o PL em número de parlamentares e ocupar o lugar de maior bancada do Senado, atualmente com 15 cadeiras.

Eduardo Girão (CE) ficou cerca de quatro anos no Podemos. O senador integrava a sigla desde 2019 e deixou o partido nesta legislatura. Girão foi para o Novo, o que rendeu a primeira cadeira do partido no Senado desde 2011, quando foi fundado.

PSB teve mais adesões
O partido do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e que integra a base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ganhou três cadeiras. Em janeiro, dois senadores do Podemos passaram para o PSB: Flávio Arns (PR) e Jorge Kajuru (GO). A sigla também recebeu de volta o senador Chico Rodrigues (RR), que estava no União Brasil.

O Podemos teve duas adesões. O senador Carlos Viana (MG) confirmou a mudança do PL para o partido no começo de fevereiro. A senadora Soraya Thronicke (MS) filiou-se ao Podemos em 26 de junho. A parlamentar foi para o partido após uma crise com o diretório nacional do União Brasil, que começou ainda durante a campanha eleitoral de 2022. Soraya foi a candidata do União para a Presidência da República. A senadora obteve 0,51% dos votos válidos — um total de pouco mais de 600 mil votos.

Fonte: r7

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