Mundo Trump volta a sugerir anexações e menciona Venezuela como possível “estado 51” dos EUA Redação20 de março de 2026014 visualizações O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a gerar repercussão internacional ao insinuar, nas redes sociais, que a Venezuela poderia receber o status de estado norte-americano. As declarações foram feitas enquanto comentava o Mundial de Beisebol, vencido pela seleção venezuelana na final contra os Estados Unidos. A primeira publicação ocorreu após a vitória da Venezuela sobre a Itália na semifinal. Trump elogiou o desempenho da equipe e escreveu: “Coisas boas estão acontecendo com a Venezuela ultimamente! Fico me perguntando do que se trata essa magia. Estado nº 51, alguém?”. Após o título, voltou a postar apenas a expressão “status de estado”. As manifestações acontecem cerca de dois meses após a invasão norte-americana ao território venezuelano, que resultou na captura do ex-presidente Nicolás Maduro. Desde então, o país, sob liderança interina de Delcy Rodríguez, enfrenta forte pressão política do governo dos EUA. A Venezuela não é o único território citado por Trump em propostas de anexação. No início do ano, o presidente voltou a defender a ideia de adquirir a Groenlândia, alegando motivos de segurança nacional e a importância estratégica para a construção do chamado “Domo de Ouro”, sistema de defesa antimíssil. A possibilidade gerou reação de países europeus. A Dinamarca e membros da Otan reforçaram a presença militar na ilha, enquanto o primeiro-ministro local afirmou estar aberto a parcerias com Washington, mas descartou qualquer cessão de soberania. Trump também voltou a mencionar o Canadá como possível “51º estado”, defendendo que a anexação traria benefícios econômicos e de segurança. Autoridades canadenses rejeitaram a proposta, afirmando que o país não está à venda. Outro alvo citado recentemente foi Cuba. O presidente norte-americano afirmou que seria uma “honra” assumir o controle da ilha, que enfrenta crise energética. O governo cubano confirmou a abertura de negociações com os EUA, mas ressaltou que persistem diferenças relevantes entre os países. Fonte: G1