Voz de Guarulhos
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
quinta-feira, junho 18, 2026
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
Voz de Guarulhos
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal Impresso
@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Brasil

STF

Moraes atuou nos bastidores contra indicação de Jorge Messias ao STF, dizem fontes

por Redação 30 de abril de 2026

A derrota da indicação do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF) teria contado com atuação direta do ministro Alexandre de Moraes nos bastidores políticos de Brasília. Segundo relatos obtidos junto a integrantes do STF, parlamentares e fontes do meio jurídico, Moraes se engajou na articulação para ampliar os votos contrários ao nome indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com as informações, o ministro teria reforçado os movimentos liderados pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), acionando interlocutores próximos para enviar recados a senadores com processos no Supremo ou ligação com aliados políticos da Corte.

A movimentação criou um cenário considerado improvável nos bastidores: Alexandre de Moraes, relator de investigações envolvendo bolsonaristas e alvo frequente de ataques da oposição, acabou alinhado circunstancialmente à ala do Senado ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que defende o impeachment de ministros do STF.

O principal motivo da resistência estaria na disputa interna de forças dentro do Supremo. Apoiado pelo ministro André Mendonça, Jorge Messias poderia fortalecer um bloco contrário à influência de Moraes em temas sensíveis da Corte.

Além disso, segundo relatos, Moraes nunca teria aceitado a decisão de Lula de ignorar o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), defendido por Alcolumbre e pelo próprio ministro nos bastidores para ocupar a vaga no STF.

A aliança entre Moraes e Alcolumbre teria se repetido ao longo da votação que terminou com a rejeição de Messias no Senado. O impacto político da derrota do governo, que fortalece o discurso da oposição e beneficia a pré-candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), não teria sido considerado prioritário pelos articuladores da ofensiva.

Nos bastidores do Supremo, integrantes da Corte afirmam que Moraes e o ministro Flávio Dino — apontado como desafeto de Messias — avaliaram que a disputa interna pela composição do STF era mais relevante do que os efeitos políticos externos da derrota do governo.

André Mendonça, por outro lado, atuou diretamente em favor de Messias durante os cinco meses de articulação da candidatura. O ministro buscou apoio entre parlamentares conservadores e tentou reduzir a resistência ao chefe da AGU, visto pela oposição como um nome fortemente ligado ao PT.

A relação entre Mendonça e Moraes já vinha desgastada após divergências recentes no STF. Mendonça votou a favor do afastamento de Moraes das investigações sobre a trama golpista envolvendo Jair Bolsonaro, acolhendo argumentos apresentados pela defesa do ex-presidente.

Outro ponto de tensão envolve o chamado caso Master. Como relator do processo, André Mendonça será responsável por analisar a delação de Daniel Vorcaro, que pode trazer desdobramentos relacionados a Alexandre de Moraes e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, após a revelação de um contrato milionário firmado com o banco.

Após a derrota de Messias, que recebeu apenas 34 votos favoráveis no Senado, André Mendonça publicou mensagem de apoio nas redes sociais.

“O Brasil perde a oportunidade de ter um grande ministro do Supremo. Messias, saia dessa batalha de cabeça erguida”, escreveu o ministro.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Política

Após derrota histórica, Lula avalia indicar mulher negra ao STF e ampliar confronto político com Senado

por Redação 30 de abril de 2026

A derrota da indicação do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF) abriu uma nova crise política entre o Palácio do Planalto e o Senado. Nos bastidores, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendem que o chefe do Executivo “dobre a aposta” e escolha uma mulher negra para a próxima vaga na Corte.

A avaliação ganhou força após a rejeição de Messias pelo Senado, em um cenário considerado inédito desde a redemocratização. O governo sofreu derrota mesmo diante de articulações políticas e da liberação de emendas parlamentares.

Nos corredores de Brasília, a juíza federal Adriana Cruz passou a ser citada como possível alternativa. Magistrada do Rio de Janeiro, ela atua em vara especializada em lavagem de dinheiro, integrou o gabinete do ministro Luís Roberto Barroso e participa do Observatório de Direitos Humanos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Aliados do governo avaliam que a indicação de uma mulher negra sem ligação direta com governos petistas poderia dificultar o discurso da oposição no Senado. Durante a sabatina de Jorge Messias, senadores bolsonaristas alegaram que o então indicado seria “mais petista que evangélico”, usando como argumento pareceres da AGU relacionados ao aborto.

A crise também expôs o desgaste institucional envolvendo o STF. O texto destaca críticas de setores políticos à atuação de ministros da Corte e aponta que o tema do impeachment de magistrados ganhou espaço no debate eleitoral para o Senado.

Nos bastidores, senadores da oposição afirmam que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), trabalhou diretamente para barrar a indicação de Messias. Segundo relatos, ele articulou apoio de partidos como PP, PSDB, PSD e Republicanos ao lado do PL para derrotar o governo.

A movimentação é comparada à estratégia usada pelo Partido Republicano nos Estados Unidos durante o governo Barack Obama. Em 2016, os republicanos bloquearam a indicação de Merrick Garland à Suprema Corte, deixando a vaga aberta para o então presidente Donald Trump preenchê-la posteriormente.

Diferentemente do caso americano, Lula ainda busca a reeleição. Por isso, aliados enxergam um eventual bloqueio de nova indicação como oportunidade para o presidente explorar politicamente o discurso de perseguição institucional.

Mesmo assim, interlocutores do Planalto reconhecem que Lula não se envolveu pessoalmente na articulação final para aprovar Messias. Senadores afirmaram não terem sido procurados diretamente pelo presidente antes da votação, enquanto Lula participou de compromissos políticos e encontros no Palácio da Alvorada às vésperas da sabatina.

Agora, o governo tenta definir se insistirá em uma nova indicação ainda antes das eleições ou se aguardará um cenário político menos turbulento.

Fonte: VALOR

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Política

Após derrota histórica, oposição diz que Lula não conseguirá aprovar novo nome ao STF antes das eleições

por Redação 30 de abril de 2026

A derrota do governo no Senado na indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) provocou reação imediata da oposição, que passou a defender publicamente que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não conseguirá aprovar um novo nome para a Corte antes das eleições.

Nos bastidores, senadores oposicionistas afirmaram que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), teria garantido que nenhuma nova indicação ao STF será colocada para sabatina antes do período eleitoral.

Segundo um senador do PL, Alcolumbre assumiu compromisso com a oposição para não pautar outro indicado de Lula ao Supremo até as eleições.

A avaliação ganhou força logo após o placar de 42 votos contra 34 impor uma derrota ao governo no plenário. Para integrantes da oposição, o resultado foi interpretado como um recado político direto ao Palácio do Planalto.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou que não existe ambiente político para uma nova indicação neste momento.

“A derrota não foi do Jorge Messias, foi do governo Lula, que decidiu colocar seus interesses particulares acima de tudo na indicação para o Supremo”, declarou.

Já o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, defendeu que a próxima indicação ao STF seja feita pelo futuro presidente eleito nas urnas.

Segundo aliados do governo, Lula ainda não definiu qual será sua estratégia após a derrota, considerada inesperada dentro do Planalto.

Entre as alternativas discutidas nos bastidores está a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG). No entanto, assessores presidenciais avaliam que essa possibilidade poderia ser interpretada como uma vitória política de Alcolumbre, que há meses defende o nome do ex-presidente do Senado para a vaga no Supremo.

Após a derrota, senadores governistas também passaram a defender a escolha de uma mulher negra para a Corte. Mesmo assim, aliados do presidente avaliam que a mudança de postura poderia gerar desgaste político, ao transmitir a ideia de que o tema só ganhou força após o revés no Senado.

O episódio expôs mais uma vez a dificuldade do governo em consolidar maioria no Congresso e ampliou a tensão política em torno da sucessão presidencial e da disputa por influência no STF.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
PL da Dosimetria

PL da Dosimetria pode cortar pela metade tempo de prisão de Bolsonaro e réus do 8 de Janeiro

por Redação 30 de abril de 2026

O Congresso Nacional decide nesta quinta-feira (30) se mantém ou derruba o veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao chamado PL da Dosimetria, projeto que pode reduzir significativamente as penas de condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e beneficiar diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Caso o veto seja derrubado, Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, poderá ter o tempo necessário para progressão ao regime semiaberto reduzido pela metade. Hoje, pelas regras atuais, a previsão seria setembro de 2033.

O texto também pode atingir ao menos 179 presos relacionados aos atos antidemocráticos: 114 estão em regime fechado, 50 em prisão domiciliar e 15 em prisão preventiva.

O principal ponto do projeto altera a forma de aplicação das penas para dois crimes contra a democracia: abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Pela proposta, quando os dois crimes ocorrerem no mesmo contexto, as penas deixam de ser somadas.

Nesse caso, passaria a valer o chamado concurso formal de crimes, mecanismo em que se aplica apenas a pena do crime mais grave, com aumento de um sexto até a metade, definido pela Justiça.

Hoje, o STF entende que os dois crimes podem coexistir simultaneamente, permitindo a soma das penas — interpretação usada tanto nas condenações do 8 de janeiro quanto no julgamento da tentativa de golpe de 2022.

Outro trecho do projeto prevê redução de um a dois terços das penas em crimes cometidos em contexto de multidão, desde que o condenado não tenha financiado os atos nem exercido liderança. A tese dos chamados “crimes multitudinários” foi utilizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) nos processos ligados aos ataques em Brasília.

Além disso, o PL altera as regras de progressão de regime, permitindo a saída do regime fechado após o cumprimento de um sexto da pena.

Apesar disso, a eventual redução não seria automática. O STF teria de recalcular individualmente as condenações, desde que provocado pelas defesas, pelo Ministério Público ou por ministros relatores dos casos.

O veto ao projeto foi assinado por Lula em 8 de janeiro deste ano. O governo argumenta que a proposta é inconstitucional, representa retrocesso democrático e pode estimular ataques ao Estado Democrático de Direito.

Na mensagem enviada ao Congresso, o Planalto afirmou que a flexibilização das punições “representaria não apenas impunidade baseada em interesses casuísticos, mas também ameaça ao ordenamento jurídico”.

Se deputados e senadores mantiverem o veto, o projeto será arquivado. Caso contrário, o texto seguirá para promulgação e entrará em vigor após publicação oficial.

Mesmo assim, a nova lei ainda poderá ser questionada no STF por partidos políticos, pela Procuradoria-Geral da República, pelo governo ou entidades de classe. Caberá à Corte decidir se a proposta respeita a Constituição.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
8 de janeiro

Alcolumbre faz manobra para aliviar penas do 8 de Janeiro sem beneficiar facções criminosas

por Redação 30 de abril de 2026

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), adotou uma medida incomum nesta quinta-feira (30) para destravar a análise do chamado PL da Dosimetria, projeto que pode reduzir penas de condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro e beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados investigados por tentativa de golpe de Estado.

Durante sessão do Congresso, Alcolumbre decidiu retirar da votação parte dos vetos impostos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O trecho excluído tratava da progressão do regime fechado para o semiaberto em casos que poderiam atingir condenados por crimes hediondos, feminicídio, milícia privada e integrantes de facções criminosas.

Na prática, a decisão separa os efeitos do projeto: o Congresso poderá derrubar os vetos ligados à redução de penas dos envolvidos nos atos golpistas sem alterar regras mais rígidas previstas na Lei Antifacção, marco legal criado para endurecer o combate ao crime organizado no Brasil.

O movimento foi articulado porque, se os vetos fossem derrubados integralmente, dispositivos considerados incompatíveis com a Lei Antifacção voltariam automaticamente a valer. Isso abriria brechas para facilitar a progressão de regime de presos ligados a organizações criminosas e condenados por crimes graves.

Alcolumbre classificou a retirada desses dispositivos como uma “prejudicialidade” do veto, justificando que a aprovação posterior da Lei Antifacção superou pontos coincidentes do PL da Dosimetria.

“Ficam, assim, excluídos da votação do Veto 3, de 2026, os referidos dispositivos”, declarou o presidente do Congresso durante a sessão.

O senador argumentou ainda que o objetivo original do PL da Dosimetria não era flexibilizar regras de progressão penal para crimes hediondos, mas apenas ajustar a redação da legislação. Segundo ele, permitir o retorno desses trechos contrariaria tanto a intenção do Congresso na aprovação da Dosimetria quanto o endurecimento penal aprovado posteriormente na Lei Antifacção.

A manobra chamou atenção no meio político por fugir do rito tradicional. Como o veto de Lula foi integral, o procedimento mais comum seria votar todo o texto de uma só vez, sem separar artigos específicos. Mesmo assim, diante da pressão para evitar benefícios indiretos a faccionados e criminosos condenados por delitos graves, Alcolumbre optou pelo desmembramento parcial da análise.

A medida mantém o debate político acirrado em Brasília. De um lado, parlamentares defendem a redução das penas aplicadas aos envolvidos no 8 de janeiro. De outro, cresce o receio de que mudanças amplas na legislação penal acabem criando brechas para condenados por crimes hediondos e integrantes do crime organizado.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
STF

Senado barra Jorge Messias ao STF e impõe derrota histórica a Lula

por Redação 30 de abril de 2026

O Senado Federal rejeitou a indicação de Jorge Messias, atual ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Com o resultado, Messias se tornou apenas o sexto nome recusado pelo Senado para a Corte em toda a história da República — e o primeiro desde 1894.

A derrota representa um forte revés político para o governo Lula, que mobilizou ministros e articuladores para tentar garantir apoio ao indicado no plenário. Mesmo após uma série de acenos à oposição e ao setor conservador do Congresso, Messias não conseguiu os votos necessários para assumir a cadeira no Supremo.

Durante a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que durou mais de oito horas, o ministro adotou um discurso voltado à ala mais conservadora do Senado. Declarou-se “totalmente contra o aborto”, fez referências à fé evangélica e defendeu que o STF tenha maior autocontenção e respeite os limites entre os Poderes.

Messias também buscou aproximação direta com parlamentares da oposição. Entre os gestos, elogiou o senador Flávio Bolsonaro (PL) e intensificou conversas políticas nos bastidores na tentativa de reduzir resistências ao seu nome.

Apesar disso, o ambiente interno no Senado já indicava dificuldades. Aliados do governo trabalhavam com projeções apertadas, enquanto o silêncio do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), aumentava a tensão política. Parlamentares interpretavam a postura de Alcolumbre como sinal de desconforto com a escolha de Lula, já que ele preferia o nome do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco para a vaga no STF.

Antes da derrota em plenário, Messias chegou a ser aprovado na CCJ por 16 votos a 11, em uma votação considerada protocolar. O cenário, porém, mudou completamente horas depois, quando os 81 senadores analisaram a indicação no plenário da Casa.

A rejeição abre um novo foco de desgaste entre o Palácio do Planalto e o comando do Senado, além de criar um cenário institucional delicado sobre a sucessão da vaga no Supremo.

Desde a criação do STF, em 1890, apenas outras cinco indicações presidenciais haviam sido rejeitadas pelo Senado — todas durante o governo Floriano Peixoto, em 1894. Um dos episódios mais conhecidos envolveu Cândido Barata Ribeiro, que chegou a atuar como ministro antes de ser barrado sob o argumento de não possuir formação jurídica.

Com isso, Jorge Messias entra para uma lista raríssima na história política brasileira, marcada por confrontos entre Executivo e Senado em torno das indicações para a mais alta Corte do país.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
BBB

Jonas faz acusação sobre edição do BBB26 e afirma que reality teria favorecido “lado do jogo”

por Redação 29 de abril de 2026

O ex-BBB Jonas Sulzbach afirmou que a edição do BBB26 teria retratado de forma diferente participantes conforme o lado em que estavam no jogo. A declaração foi feita durante participação no podcast PodDelas, exibido na terça-feira (28), ao lado de Alberto Cowboy.

Durante a entrevista, os ex-confinados comentaram a percepção pública sobre suas trajetórias no reality, que teve Ana Paula Renault como campeã da temporada. Questionados sobre o rótulo de “vilões”, ambos analisaram a forma como foram vistos dentro e fora do programa.

Alberto Cowboy afirmou que a construção de vilões faz parte da dinâmica do reality, destacando que o jogo naturalmente cria lados opostos e percepções diferentes entre os participantes.

Jonas, por sua vez, afirmou que percebeu diferenças na edição de cenas semelhantes envolvendo grupos distintos dentro da casa. Segundo ele, situações parecidas teriam sido acompanhadas de trilhas sonoras diferentes na edição exibida ao público, o que, em sua avaliação, influenciaria a narrativa.

O ex-BBB afirmou ainda que, com base no que viu após sair do programa e em relatos de terceiros, a edição teria contribuído para reforçar a imagem negativa de seu grupo em comparação a outros participantes.

Ao ser questionado pela apresentadora Tata Estaniecki se acreditava em favorecimento editorial, Jonas respondeu de forma direta que sim.

Alberto Cowboy adotou uma avaliação mais cautelosa, afirmando que a construção de personagens faz parte do entretenimento e da dinâmica do programa.

A produção do reality não se manifestou sobre as declarações até o momento.

Fonte: METRÓPOLES

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Brasil

Quem é o deputado que deve devolver R$ 1,4 milhão após acordo sobre funcionários fantasmas

por Redação 29 de abril de 2026

O deputado federal João Carlos Paolilo Bacelar Filho (PL-BA) passou a ser alvo de atenção após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologar um acordo que prevê a devolução de R$ 1,4 milhão aos cofres públicos. O valor está relacionado a investigações sobre o uso de verbas da Câmara para pagamento de funcionários que, segundo a apuração, exerciam funções de natureza privada.

Natural de Salvador (BA), Bacelar tem 53 anos e exerce mandato como deputado federal, com salário bruto mensal de R$ 46.366,19. Ele está em seu quinto mandato consecutivo na Câmara dos Deputados, tendo iniciado a trajetória parlamentar em 2006. Ao longo da carreira, também passou por diferentes siglas, incluindo o antigo Partido da República (PR).

Empresário, o deputado atua em setores como construção civil, agronegócio e combustíveis. No Legislativo, integra frentes ligadas à segurança pública, bancada ruralista e bancada evangélica, além de participar de comissões temáticas como energia, mineração e sistema portuário.

O acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), firmado em 2023 e agora validado pelo STF, foi uma alternativa ao prosseguimento de ação penal. Segundo os autos, Bacelar admitiu que recursos públicos destinados à contratação de pessoal foram usados para remunerar pessoas que prestavam serviços de caráter privado à sua família e empresas.

Entre os casos citados, estão a nomeação de uma funcionária doméstica como secretária parlamentar e a inclusão de uma funcionária ligada a empresa administrada por familiares do deputado.

O parlamentar também já foi citado em outras investigações e controvérsias políticas ao longo da carreira, incluindo denúncias e acusações feitas em diferentes contextos, sempre com negações ou versões contestadas por sua assessoria à época.

O processo segue agora no âmbito do cumprimento do acordo homologado judicialmente.

Fonte: METRÓPOLES

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Segurança

Jovem de 20 anos é morta a facadas após recusar relação com pai de amiga em Pontal (SP); suspeito está foragido

por Redação 29 de abril de 2026

A Polícia Civil investiga um caso de feminicídio ocorrido em Pontal (SP) que resultou na morte de Geniane Pereira, de 20 anos, na manhã do dia 24 de abril. O principal suspeito é Cleomar Borges Gomes, de 53 anos, pai de uma amiga da vítima, que está foragido desde o crime.

Segundo a investigação, Geniane e a amiga haviam se mudado recentemente de Turmalina (MG) para o interior paulista, onde passaram a trabalhar em uma empresa de alimentos e a morar com o suspeito. O crime ocorreu cerca de duas semanas após a mudança.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, testemunhas relataram que Cleomar teria demonstrado interesse pela jovem e passou a apresentar comportamento possessivo e ciúmes, mesmo sem ser correspondido. A polícia investiga a motivação como tentativa de aproximação rejeitada pela vítima.

Ainda segundo o inquérito, há relatos de que o suspeito já teria feito investidas contra Geniane anteriormente, incluindo episódios de contato físico sem consentimento. A recusa da jovem em se relacionar com ele é apontada como possível motivação do ataque.

O crime ocorreu por volta das 9h, quando Geniane e a amiga caminhavam para o trabalho. Segundo testemunhas, o suspeito teria abordado as duas na rua, já portando uma faca. Ele atacou a vítima diversas vezes, atingindo-a com pelo menos nove golpes.

Geniane chegou a ser socorrida e levada à Santa Casa de Pontal, mas não resistiu aos ferimentos. A amiga, filha do suspeito, presenciou o ataque e ficou em estado de choque.

A vítima havia criado recentemente um perfil em rede social, onde acumulava milhares de seguidores e compartilhava registros da rotina entre Minas Gerais e São Paulo. Após a morte, o perfil passou a receber grande aumento de seguidores.

A Polícia Civil trata o caso como feminicídio e segue com buscas pelo suspeito, cuja prisão preventiva já foi solicitada. Informações sobre o paradeiro podem ser repassadas ao Disque Denúncia (181).

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Golpe

Golpe com “falso vômito” em ônibus de SP é investigado após relatos de furtos rápidos de celulares

por Redação 29 de abril de 2026

Ao menos dois casos registrados em São Paulo chamaram a atenção das autoridades e de usuários de transporte público após relatos de um golpe em que criminosos simulam vômito para distrair vítimas e furtar celulares e documentos dentro de ônibus.

Segundo as denúncias, os suspeitos utilizariam uma substância pastosa para simular a sujeira nas roupas das vítimas, criando uma situação de confusão e urgência. Nesse momento, comparsas agiriam rapidamente para subtrair pertences.

Um dos casos foi relatado pelo criador de conteúdo Guilherme Giaretta, de 23 anos. Ele afirmou que percebeu a suposta sujeira em suas costas após ser alertado por um homem dentro do ônibus. Segundo ele, o passageiro dizia que uma criança teria vomitado e deixado o veículo, enquanto outras pessoas tentavam ajudá-lo a limpar a roupa.

Durante a confusão, o jovem afirma que teve o celular e documentos furtados. O crime só foi percebido após os suspeitos desembarcarem no ponto seguinte. Ele relatou ainda que os envolvidos falavam espanhol e agiram em poucos segundos.

Outro caso semelhante foi relatado pela influenciadora Miriam Almeida, de 31 anos. Ela afirma que, em um ônibus na região da Avenida Sapopemba, também foi abordada por um homem que apontou uma suposta sujeira em sua roupa. Enquanto tentava limpar o material, percebeu que o celular havia sido levado.

Ambos os relatos apontam para ação coordenada, com abordagem rápida, distração da vítima e fuga imediata do grupo no ponto seguinte.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que foram identificadas duas ocorrências com características semelhantes registradas em abril, e que os casos são investigados por distritos policiais da capital. As equipes realizam diligências para identificar os envolvidos.

Nos relatos descritos, o método segue um padrão: um suspeito chama atenção para uma suposta sujeira, a vítima entra em estado de choque e se distrai, comparsas se aproximam fingindo ajudar e, em seguida, ocorre o furto de objetos pessoais, especialmente celulares.

A SSP orienta que vítimas acionem a Polícia Militar pelo 190 diante de situações suspeitas e registrem boletim de ocorrência para investigação.

O caso ocorre em meio a um cenário de alta incidência de furtos e roubos de celulares na capital paulista, onde, segundo dados oficiais, ocorrem registros frequentes de crimes desse tipo diariamente, apesar de variações recentes nos índices.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Novas Notícias
Notícias Anteriores
Weather Data Source: Guarulhos weather

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

Informações

  • Sobre
  • Contato
  • Anuncie Conosoco

Links Úteis

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Telefones Úteis
  • Delegacia de Defesa da Mulher

Assine nossa Newsletter

* obrigatório
/* real people should not fill this in and expect good things - do not remove this or risk form bot signups */

referral badge

@2023 Voz de Guarulhos

Facebook Twitter Youtube Instagram Linkedin
Usamos cookies em nosso site para oferecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar tudo”, você concorda com o uso de todos os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.
Cookie SettingsAccept All
Manage consent

Privacy Overview

This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary
Sempre ativado
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
CookieDuraçãoDescrição
cookielawinfo-checkbox-analytics11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional11 monthsThe cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy11 monthsThe cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytics
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.
Others
Other uncategorized cookies are those that are being analyzed and have not been classified into a category as yet.
SALVAR E ACEITAR
Voz de Guarulhos
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign
Envie sua Denúncia ou Vídeo!