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@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Brasil

Bolsonaro

Bolsonaro terá alta hospitalar nesta sexta após pneumonia

por Redação 25 de março de 2026

O ex-presidente Jair Bolsonaro deve receber alta hospitalar na próxima sexta-feira (27), conforme informou o cardiologista Brasil Caiado, integrante da equipe médica do político.

Bolsonaro foi internado em 13 de março em um hospital particular de Brasília após passar mal na Papudinha. O diagnóstico foi pneumonia decorrente de broncoaspiração, e ele precisou passar 10 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na última segunda-feira (23), evoluindo clinicamente, o ex-presidente deixou a UTI e foi transferido para um quarto no Hospital DF Star.

“Nós todos já estamos em uma programação de transição para casa. Como o antibiótico termina o ciclo amanhã [26], estamos com uma programação para alta para sexta-feira”, afirmou Caiado. O médico destacou que Bolsonaro “acabou saindo do quadro agudo” e apresentou boa evolução desde segunda-feira.

A decisão sobre a alta ocorre um dia depois de o ministro Alexandre de Moraes, do STF, conceder prisão domiciliar humanitária de 90 dias ao ex-presidente, em razão de suas condições de saúde. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por golpe de Estado.

O cardiologista informou que a residência do político está sendo preparada para receber o ex-presidente de forma segura, com adaptações para reduzir riscos, como uma cama adequada para tratar seu refluxo. Segundo Caiado, o ambiente domiciliar é “humanamente mais saudável”, mas o acompanhamento médico precisará continuar.

Essa não é a primeira internação do ex-presidente desde que está preso. Em setembro do ano passado, durante prisão domiciliar, ele apresentou vômitos, tontura e queda de pressão. Em janeiro deste ano, foi internado após bater a cabeça em um móvel na cela da Superintendência da Polícia Federal e, posteriormente, transferido para a Papudinha, que oferece suporte médico 24 horas e fisioterapia.

Fonte: G1

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Segurança

Cantor de brega agride ex-esposa influenciadora em Paulista; caso é investigado pela Delegacia da Mulher

por Redação 25 de março de 2026

A influenciadora digital pernambucana Taylane Carla, de 29 anos, denunciou ter sido agredida pelo ex-companheiro, Arthurzinho Batedeira, cantor de brega, em Paulista, no Grande Recife. O episódio ocorreu no sábado (21) e é investigado pela 5ª Delegacia da Mulher por lesão corporal e ameaça, enquadrados na Lei Maria da Penha.

Segundo Taylane, o homem jogou uma marmita com comida na parede, quebrou um espelho e, durante a confusão, a empurrou violentamente contra a parede, fazendo-a bater em um ventilador e cair no chão. A influenciadora divulgou um vídeo do momento da agressão nas redes sociais.

Taylane e Arthur foram casados por três anos. Ela relatou que, nos primeiros meses, percebeu ciúmes excessivos do ex-parceiro e que decidiu encerrar o relacionamento há três meses, após descobrir uma traição. Mesmo separados, o homem continuava tentando retomar o relacionamento, sem agressões físicas até o episódio registrado no sábado.

Após a agressão, Taylane registrou boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher. Em vídeo posterior, Arthurzinho Batedeira pediu desculpas públicas à ex-esposa e a todas as mulheres, reconhecendo o erro e afirmando que respeitará a Justiça.

A Polícia Civil informou que “as investigações foram iniciadas e seguem até a completa elucidação do caso”.

Mulheres vítimas de violência em Pernambuco podem buscar atendimento e orientação em serviços especializados, como os Centros de Referência Clarice Lispector, Salas da Mulher nos Compaz, além de canais de denúncia como o 180, 190, Disque-Denúncia (81 3421-9595), MPPE (0800.281.9455) e Ouvidoria da Mulher (0800.281.8187).

Fonte: G1

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Segurança

Professora da Unicamp é presa por furto de material biológico de laboratório de virologia

por Redação 25 de março de 2026

A argentina Soledad Palameta Miller, professora da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foi presa por furtar material biológico do Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada do Instituto de Biologia da instituição. A Unicamp instaurou sindicância interna para apurar o caso.

Soledad Miller realizou pós-doutorado entre 2022 e 2025 no mesmo laboratório, onde trabalhou em projetos voltados ao desenvolvimento de vacinas vetorizadas, testes rápidos para diagnóstico de doenças aviárias e modelos alternativos para produção de vacinas veterinárias.

Além do furto, a professora é investigada por transporte irregular de organismo geneticamente modificado. Segundo informações da EPTV, o material furtado era um vírus. O processo corre sob sigilo na 9ª Vara Federal de Campinas.

Nesta segunda-feira (23), a Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e apreensão. O material biológico foi localizado e encaminhado ao Ministério da Agricultura e Pecuária para análise.

Em nota, a PF afirmou que “as investigações prosseguem para esclarecer as circunstâncias dos fatos. Os investigados irão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de furto qualificado, fraude processual e transporte irregular de organismo geneticamente modificado”.

A Unicamp informou que acionou a PF e a Anvisa e que vem colaborando integralmente com as autoridades competentes, sem divulgar detalhes sobre o tipo de material furtado.

Fonte: OGLOBO

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PL dos Aplicativos

PL dos aplicativos propõe mínimo de R$ 10 por corrida e amplia debate sobre remuneração

por Redação 25 de março de 2026

O Grupo de Trabalho criado pelo governo federal para discutir a regulamentação do trabalho por aplicativos apresentou nesta terça-feira (24) um relatório sugerindo pagamento mínimo de R$ 10 por corrida. A proposta prevê ainda adicional de R$ 2,50 por quilômetro em viagens acima de 4 km e pagamento integral por rotas agrupadas.

As rotas agrupadas ocorrem quando um único entregador coleta e entrega vários pedidos em uma mesma viagem, estratégia utilizada pelas plataformas para otimizar custos e logística. O governo defende que, nesses casos, os trabalhadores recebam o valor cheio por cada entrega realizada.

O grupo reúne representantes de entregadores, motoristas por aplicativo e sete ministérios e discute alternativas ao projeto que já tramita na Câmara dos Deputados. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL-SP), classificou o momento como histórico ao afirmar que os trabalhadores por aplicativo estão sendo “tirados da invisibilidade”.

Segundo o parecer, o valor mínimo atende a uma reivindicação da categoria e o adicional por quilômetro contribuiria para maior “justiça remuneratória”. Boulos também criticou o que chamou de desinformação no debate público e afirmou que o governo seguirá defendendo melhores ganhos para os trabalhadores.

Durante a apresentação, o ministro anunciou duas portarias relacionadas ao setor. Uma delas, firmada com o Banco do Brasil, prevê a criação de 100 pontos de apoio em diferentes regiões do país, com banheiro, água, vestiário, área de descanso e acesso à internet. O investimento estimado é de R$ 24 milhões.

Outra medida busca ampliar a transparência nos valores cobrados no delivery, com a divulgação de quanto cada parte — entregador, plataforma e restaurante — recebe em cada pedido. O governo argumenta que a iniciativa pode ajudar a esclarecer críticas sobre o impacto das propostas nos custos do serviço.

Apesar disso, pessoas próximas ao relator do projeto afirmam que ele deve manter o valor mínimo atual de R$ 8,50 por entrega, podendo restringir a regra a algumas modalidades. As plataformas criticam o possível tabelamento por considerarem que a medida pode inviabilizar o modelo de negócios.

A entrega do relatório também foi marcada por críticas às empresas do setor. Boulos afirmou que parte significativa do valor das corridas fica com os aplicativos e classificou a prática como exploração dos trabalhadores. Já o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse esperar que o parecer sirva para pressionar o Congresso a aprovar uma lei que garanta direitos mínimos à categoria.

Fonte: G1

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PL Antifacções

Lula sanciona “PL Antifacção” com vetos e lei amplia combate ao crime organizado

por Redação 25 de março de 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta terça-feira (24) o projeto de lei conhecido como “PL Antifacção”, que cria um marco legal para o combate ao crime organizado no Brasil. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional após meses de negociações e divergências e recebeu dois vetos presidenciais.

A nova legislação estabelece diretrizes para o enfrentamento das facções criminosas, com foco no fortalecimento das investigações, criação de prazos diferenciados para inquéritos, ampliação de penas — que em alguns casos passam de 20 para até 40 anos — e mecanismos de bloqueio de bens, com reversão dos valores aos fundos federais e estaduais de segurança pública.

Um dos trechos vetados previa a extensão das penas aplicadas a integrantes de facções também a pessoas envolvidas em ações que pudessem ser equiparadas às atividades de organizações criminosas. Segundo o Palácio do Planalto, a medida poderia abrir margem para a criminalização de movimentos sociais e protestos.

Outro veto atingiu o dispositivo que determinava a perda de receita da União ao destinar produtos e valores apreendidos do crime organizado a fundos dos estados e do Distrito Federal. Na justificativa, o governo argumentou que a proposta contraria o interesse público por reduzir recursos da União em um momento de possível aumento da demanda pelo Fundo Nacional de Segurança Pública, além de apontar risco de inconstitucionalidade por falta de estimativa de impacto orçamentário.

O governo prepara ainda um decreto para regulamentar a nova lei, com publicação prevista para a próxima semana. A norma deverá detalhar seis eixos estratégicos para a implementação do chamado “PL Antifacção”.

O projeto ganhou força no debate público após uma megaoperação policial nos Complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, em outubro do ano passado, que resultou em 121 mortes. A repercussão pressionou o Planalto a acelerar a tramitação da proposta no Congresso, em meio à disputa política sobre a pauta da segurança pública.

A construção do texto foi marcada por embates entre governo e oposição e também por divergências dentro da própria base aliada. Entre os pontos mais sensíveis estiveram o aumento de penas, a ampliação de poderes investigativos e o endurecimento do regime para líderes de facções.

Durante a tramitação, a Câmara aprovou uma versão diferente da proposta original do Executivo, enquanto o Senado retomou trechos defendidos pelo Planalto. O texto final cria um novo tipo penal, amplia punições e fortalece instrumentos voltados à asfixia financeira das organizações criminosas.

A taxação das apostas esportivas, defendida pelo governo como forma de financiar ações de segurança pública, ficou de fora da proposta final. O tema segue como um dos pontos de divergência no debate.

Em ano eleitoral, aliados do presidente avaliam que assumir protagonismo na pauta da segurança pública é estratégico, diante da pressão da oposição e do desgaste político nessa área. O tema também ganhou relevância internacional com políticas mais duras contra o crime organizado defendidas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e com a possibilidade de facções brasileiras serem classificadas como organizações terroristas estrangeiras.

Fonte: G1

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STF

Moraes autoriza prisão domiciliar de Bolsonaro por 90 dias após internação por broncopneumonia

por Redação 25 de março de 2026

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), expediu nesta terça-feira (24) o alvará de soltura do ex-presidente Jair Bolsonaro para que ele passe a cumprir pena em prisão domiciliar por 90 dias, em razão da recuperação de um quadro de broncopneumonia. A transferência só ocorrerá após a alta hospitalar — segundo boletim médico divulgado no mesmo dia, ainda não há previsão.

A Polícia Militar do Distrito Federal será responsável pela transferência e pela vigilância durante o período de prisão domiciliar. Após os 90 dias, a Justiça deverá reavaliar se o ex-presidente continuará ou não no regime domiciliar humanitário.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e havia cumprido 119 dias de pena até a internação, o que representa menos de 1% do total. Na decisão, Moraes afirmou que o ambiente domiciliar é o mais indicado para a recuperação, destacando que, conforme literatura médica, idosos com pneumonia nos dois pulmões podem levar entre 45 e 90 dias para restabelecer força e fôlego.

O ministro determinou ainda o uso de tornozeleira eletrônica e proibiu o ex-presidente de utilizar smartphones, celulares, telefones ou qualquer outro meio de comunicação, mesmo por intermédio de terceiros. Bolsonaro também não poderá usar redes sociais nem gravar vídeos ou áudios durante o período.

A decisão atende a um pedido da defesa e contou com manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), que considerou o quadro de saúde do ex-presidente. Moraes, porém, ressaltou que a unidade prisional onde Bolsonaro cumpria pena, conhecida como Papudinha, possui condições adequadas para garantir saúde e dignidade, avaliando que o próprio custodiado poderia ter agilizado o atendimento ao acionar o “botão do pânico”.

O ex-presidente foi internado em 13 de março após apresentar broncopneumonia. O boletim médico mais recente aponta evolução favorável do quadro e a possibilidade de alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nas próximas 24 horas, caso a melhora se mantenha.

Na decisão, Moraes apresentou um balanço das atividades de Bolsonaro entre 15 de janeiro e 11 de março no sistema prisional: foram 206 atendimentos médicos, três vezes ao dia; 40 visitas de terceiros autorizadas; 18 sessões de fisioterapia; 48 atividades físicas; atendimento de advogados em 40 dias e assistência religiosa em seis ocasiões.

No sistema penitenciário brasileiro, apenas 0,6% dos presos em regime fechado cumprem pena em casa após condenação. O histórico recente do ex-presidente inclui outras intercorrências médicas desde a prisão, como episódios de mal-estar, quedas e necessidade de internação.

A cronologia do caso inclui a decretação de prisão domiciliar em agosto de 2025, conversão em preventiva em novembro do mesmo ano, início do cumprimento definitivo da pena ainda naquele mês, transferência para a Papudinha em janeiro de 2026, internação em março e, agora, a autorização para retorno ao regime domiciliar temporário.

Fonte: G1

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TSE

TSE torna Cláudio Castro inelegível por 8 anos após condenação por abuso de poder

por Redação 25 de março de 2026

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, nesta terça-feira (24), tornar o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro inelegível por oito anos por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. A decisão foi tomada por 5 votos a 2. Apesar da renúncia ao mandato anunciada na segunda-feira (23), o caso seguiu em análise na Corte Eleitoral.

Votaram a favor da inelegibilidade as ministras Estela Aranha, Isabel Gallotti e Cármen Lúcia, além dos ministros Floriano de Azevedo Marques e Antônio Carlos Ferreira. O ministro Nunes Marques votou contra a condenação. Já André Mendonça apresentou divergência parcial e entendeu que, em razão da renúncia, a cassação do mandato ficou prejudicada.

O processo está relacionado à reeleição de Castro ao governo estadual em 2022. Além do ex-governador, o tribunal também declarou inelegíveis Rodrigo Bacellar, deputado estadual afastado da presidência da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, e Gabriel Rodrigues Lopes, ex-presidente da Fundação Ceperj.

A investigação teve início ainda em 2022, na Justiça Eleitoral do Rio, após ações movidas pelo Ministério Público Eleitoral e pela coligação que apoiou Marcelo Freixo, adversário de Castro na disputa. As acusações incluíam abuso de poder político e econômico, irregularidades no uso de recursos eleitorais e condutas vedadas a agentes públicos durante o período eleitoral.

Entre os pontos apontados estão o suposto desvirtuamento da atuação da Ceperj com finalidade eleitoreira, o aumento expressivo do orçamento da fundação para execução de projetos não previstos em lei, a criação de programas sociais fora do orçamento e a manutenção de uma “folha de pagamento secreta” com cerca de 18 mil contratados sem concurso público. Também foram citadas irregularidades na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Em 2024, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) absolveu o governador e o vice Thiago Pampolha, mantendo os mandatos. O Ministério Público Eleitoral e a coligação de Freixo recorreram ao TSE, reiterando os pedidos de cassação e inelegibilidade.

Após a condenação, Cláudio Castro afirmou ter recebido a decisão com “grande inconformismo” e declarou ter “plena convicção” de que governou dentro da legalidade. O ex-governador disse ainda que pretende recorrer “até a última instância” após ter acesso ao acórdão.

As defesas de Castro, Pampolha, Bacellar e Gabriel Lopes negaram irregularidades e sustentaram que as provas são frágeis ou que fatos administrativos não tiveram impacto no processo eleitoral.

O julgamento no TSE começou em novembro do ano passado com o voto da relatora Isabel Gallotti, favorável à cassação e inelegibilidade, além da realização de novas eleições. Após pedidos de vista e adiamentos, o caso voltou à pauta neste mês para os votos restantes, culminando na decisão final da Corte.

Fonte: G1

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BBB

BBB 26: Eliminado com 53,48%, Jonas Sulzbach se despede e recebe recado de Ana Paula Renault

por Redação 25 de março de 2026

Jonas Sulzbach foi eliminado do BBB 26 na noite desta terça-feira (24), após receber 53,48% da média dos votos para sair. Logo após o discurso de Tadeu Schmidt, o participante se despediu dos colegas de confinamento e ainda ouviu um recado de Ana Paula Renault.

Durante a saída, o Veterano abraçou Alberto Cowboy, Marciele, Jordana e Samira. Em seguida, caminhou em direção à porta de eliminação, mas voltou para dar um último adeus aos participantes que permanecem no reality.

“Gente, um beijo, tá? Independente de qualquer coisa, estamos juntos”, disse Jonas no momento da despedida.

Ana Paula Renault respondeu ao ex-brother e desejou “boa sorte” ao participante após sua eliminação.

Fonte: GSHOW

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BBB

BBB 26: Após eliminação, Jonas Sulzbach revê brigas e diz que rótulo de “playboy” foi o que mais o machucou

por Redação 25 de março de 2026

Eliminado na noite de terça-feira (24) do BBB 26, com 53,48% da média dos votos, Jonas Sulzbach participou do Bate-Papo BBB, apresentado por Ceci Ribeiro e Gil do Vigor. Durante a entrevista, o empresário reviu embates com Juliano Floss e comentou a treta com Babu Santana, que foi o sétimo eliminado da edição.

Logo no início da conversa, Jonas assistiu ao vídeo de uma discussão com o ator e revelou ter ficado especialmente abalado ao ser chamado de “playboy”. Segundo ele, o rótulo foi mais doloroso do que outras ofensas recebidas dentro da casa.

“Eu fui chamado de várias coisas, imbecil, idiota, burro, mas, quando falou playboy, eu não sou. As pessoas criam uma imagem pelo estereótipo da pessoa, mas só eu sei o quanto eu batalhei desde a minha infância. Tudo que eu passei, e assim foi muito difícil. Para mim, negócio de playboy é pessoa que ganha tudo muito fácil desde cedo”, afirmou.

O empresário ainda explicou como enxerga o termo e reforçou que não se identifica com essa definição. “Eu tenho essa imagem de uma pessoa que é considerada playboy. Para mim foi tudo muito duro até conseguir conquistar as minhas coisas. Isso aí foi o que mais machucou. De todas as agressões verbais que eu recebi, foi a que mais doeu. Por isso, eu me descontrolei tanto”, disse.

Na sequência, Jonas também comentou as palavras utilizadas durante o embate com Juliano Floss e admitiu arrependimento. O ex-BBB afirmou que não se lembrava de ter usado termos no feminino e atribuiu a atitude ao calor do momento.

“Eu nem lembrava. Foi uma situação? Eu vi agora, não me lembrava de ser no feminino. Me arrependo, não foi a intenção chamar no feminino, de repente no calor da emoção. Mas me arrependo de outras coisas, que fui até pensar depois. Foi ‘frango’, ‘albino’. Pensei que não devia estar pegando bem. Só que foi natural”, declarou.

Fonte: GSHOW

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BBB

BBB 26: Jonas Sulzbach é eliminado com 53,48% dos votos no décimo Paredão

por Redação 25 de março de 2026

Jonas Sulzbach foi o nono eliminado do BBB 26 ao receber 53,48% da média dos votos para sair no décimo Paredão do reality. Ele disputava a permanência na casa com Juliano Floss e Gabriela, que tiveram 43,49% e 3,03% da média, respectivamente.

Nos percentuais detalhados da votação, Jonas registrou 54,52% no Voto Único e 51,07% no Voto Torcida. Já Juliano Floss somou 41,40% no Voto Único e 48,36% no Voto Torcida. Gabriela teve 4,08% no Voto Único e apenas 0,57% no Voto Torcida.

Natural de Lajeado, no Rio Grande do Sul, Jonas Sulzbach já era conhecido do público por ter conquistado o terceiro lugar no BBB 12. Eliminado no último paredão daquela edição, o empresário de 39 anos ganhou notoriedade nas redes sociais ao compartilhar sua rotina e estilo de vida fitness.

A formação do paredão começou na sexta-feira (20), quando os quatro primeiros eliminados da Prova do Líder — Chaiany, Juliano Floss, Leandro e Samira — disputaram a primeira etapa do Triângulo de Risco. O baiano acabou na berlinda após escolher a caixa que indicava a ida ao Paredão.

No sábado (20), Leandro convocou Jordana e Jonas Sulzbach para a segunda fase da dinâmica. A sister encontrou a caixa com a pulseira e a placa de paredão, salvou o brother e acabou emparedada.

Já no domingo (22), o Anjo da Semana, Leandro, imunizou Solange Couto em retribuição ao apoio recebido no jogo. O Líder Alberto Cowboy indicou Juliano Floss diretamente ao paredão, justificando que o influenciador é seu rival na disputa.

Na votação do Confessionário, Jonas recebeu oito votos e puxou Gabriela no Contragolpe. Para tentar escapar, Jordana, Jonas e Gabriela disputaram a Prova Bate e Volta. Jordana levou a melhor e se livrou da berlinda, definindo o paredão que culminou na eliminação do empresário.

Fonte: GSHOW

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