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São Paulo

São PauloFeminicidio

SP registra número recorde de feminicídios em 2024, aponta levantamento

por Redação 14 de janeiro de 2025

O estado de São Paulo registrou um número recorde de feminicídios em 2024. De janeiro a novembro, foram 226 casos. Mesmo sem os dados de dezembro, que ainda não foram publicados, já é o maior número de toda a série histórica, iniciada em 2015.

O levantamento foi feito pela GloboNews com base em dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP).

O número representa um aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre janeiro e novembro de 2023, foram 195 casos.

Capital paulista
Considerando somente a capital paulista, o número de feminicídios em 2024 também foi recorde. Entre janeiro e novembro, foram 48 casos — o maior número desde o início da série histórica.

Um desses casos foi o de uma empresária morta a tiros pelo ex-marido na Ladeira Porto Geral, uma das ruas de comércio popular mais movimentadas do Centro de São Paulo. O crime, em plena luz do dia, foi registrado por câmeras.

Na comparação com os 11 primeiros meses de 2023, quando 34 mulheres foram vítimas de feminicídio, o crescimento foi de 41%.

A coordenadora do Laboratório de Estudos de Feminicídios (LESFEM), Silvana Mariano, explica que o crescimento do índice tem duas razões: o aumento da violência contra a mulher em si e também uma classificação mais adequada desse tipo de crime por parte das autoridades policiais.

“Nós encontramos sistematicamente, por exemplo, em notícias veiculadas pela imprensa, cenários de casos que são típicos de feminicídio e que as autoridades policiais ainda nomeavam como homicídio”, afirma a socióloga.

Ainda assim, a coordenadora do LESFEM diz que há subnotificação de casos de feminicídio. “É preciso capacitar as equipes e adequar os protocolos já existentes. Na medida que isso for acontecendo, os números ainda vão aumentar”, explica.

Pena de 12 a 30 anos de prisão
Os feminicídios passaram a ser contabilizados pela SSP em abril de 2015, um mês após a Lei do Feminicídio ter sido publicada.

Essa lei federal considera feminicídio quando o assassinato envolve violência doméstica e familiar, e menosprezo ou discriminação à condição de mulher da vítima. Por se tratar de um homicídio qualificado, a pena do condenado varia de 12 a 30 anos de prisão.

Procurada, a Secretaria de Segurança Pública afirma que se mantém atenta à variação dos indicadores criminais e ampliou os canais para comunicação deste tipo de crime, que funcionam 24 horas por dia.

Segundo a pasta, a atual gestão ampliou em 87% as salas de Delegacia de Defesa da Mulher para atendimento por videoconferência em plantões policiais, e criou espaços de atendimento humanizado e exclusivo à mulher, como a Sala Lilás no IML dentro da Casa da Mulher Brasileira.

O que diz a SSP
Abaixo, veja a íntegra da nota da SSP:

“A SSP se mantém atenta à variação dos indicadores criminais e tem concentrado esforços para combater todas as modalidades criminosas no estado e capital, incluindo os casos de feminicídios. Deste modo, a pasta tem desenvolvido campanhas para as vítimas denunciarem os agressores e ampliado os canais para comunicação deste tipo de crime, que funcionam 24h por dia. A atual gestão ampliou em 87% as salas de Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) para atendimento por videoconferência em plantões policiais, contanto hoje com 148 unidades, além de outras 141 DDMs territoriais e a DDM Online para o registro de ocorrências e solicitação de medidas protetivas a partir de qualquer dispositivo conectado à internet.

A pasta também criou a Cabine Lilás, dentro do COPOM, para que policiais treinados prestem atendimento especializado às vítimas que ligam para o 190; a Sala Lilás no IML Central, espaço de atendimento humanizado e exclusivo à mulher; e um serviço especializado do IML dentro da Casa da Mulher Brasileira, onde está a 1ª DDM. Somado a isso, há o aplicativo SP Mulher Segura, com o ‘botão do pânico’ para ser usado pelas vítimas em risco, e o programa de tornozelamento eletrônico de agressores de mulheres que são soltos nas audiências de custódia.”

Fonte: G1

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São Paulo

‘Não usem isso pelo amor de Deus. Vai ser uma carnificina’, diz Nunes sobre serviço de mototáxi lançado em SP sem autorização municipal

por Redação 14 de janeiro de 2025

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), comentou nesta terça-feira (14) a decisão da empresa de aplicativos 99, de lançar o serviço de mototáxi na capital paulista, contrariando decreto de 2023 que proíbe o serviço na capital.

Durante evento de entrega de apartamentos de um conjunto habitacional na Zona Sul da cidade, Nunes afirmou que o serviço “vai ser uma carnificina” na cidade e pediu que os paulistanos não utilizem o serviço.

Segundo o prefeito, a cidade não está preparada para o impacto que haverá na segurança no trânsito.

“Isso vai ser uma carnificina na nossa cidade. 1 milhão e 300 mil motos. A cidade não está preparada. Maior número [de acidentes] de trânsito são por conta de motos. Ano passado, [foram] 364 pessoas mortas em motos. Isso quer dizer que praticamente todo dia morreu alguém em São Paulo usando moto. E aí vem alguém pra fazer serviço desse sem autorização da prefeitura”, criticou o prefeito em discurso.

Durante a coletiva de imprensa, o prefeito disse que irá recorrer à Justiça, além de parar todas as motos com passageiros da 99 na cidade, fiscalizando as atividades do aplicativo.

Ele também prometeu colocar uma faixa na frente da empresa assim que ocorrer o primeiro óbito de motorista ou passageiro da modalidade de moto na cidade, vinculado à 99.

“Primeiro que eu vou fazer é colocar uma faixa de que a 99 matou essa pessoa no primeiro acidente que tiver o óbito. Vou lá colocar a faixa, porque aqui não é uma terra sem dono, de ninguém. É uma irresponsabilidade dessa empresa”, afirmou.

Nunes justificou que a proibição do mototáxi na cidade foi mantida até agora porque o grupo de trabalho constituído por ele em 2023 apresentou estudos médicos e de segurança que impossibilitam a liberação do serviço na capital.

O prefeito acrescentou ainda que já tinha feito várias reuniões com a empresa e avisou que não ela não tinha autorização. “Nós constituímos um grupo de trabalho, participando vários especialistas, a 99 a Uber. Todos eles. Foram apresentados estudos da saúde e foi apresentado nos estudos com relação à questão da segurança”, declarou.

Em nota, a prefeitura reiterou que se trata de “uma ação ilegal e irresponsável por parte da empresa” e afirmou que “a 99 coloca em risco motociclistas e pessoas que possam usar o serviço”.

“Em 2024, entre janeiro e julho, foram registradas 329 mortes de motociclistas na cidade de São Paulo. No mesmo período em 2023 foram 240 óbitos. Um aumento de 37%”, diz a nota.

Início do serviço em SP

Conforme o g1 publicou mais cedo, a 99 anunciou mais cedo o início das atividades de mototáxi na cidade .

O anúncio foi feito em comunicado enviado à imprensa, em que a companhia diz que o serviço 99Moto começou a ser implantando de forma gradual na cidade às 9h, fora do Centro expandido.

A primeira viagem foi realizada entre o bairro Rio Pequeno, na região oeste, até o Osasco Plaza Shopping, na cidade vizinha à capital paulista. Segundo a empresa, a viagem teve percurso de 6,8 km feito em 12 minutos. O valor da corrida foi de R$ 10.

Apesar do decreto 62.144/23 de Nunes proibir esse tipo de transporte por aplicativo, a 99 argumenta que tem respaldo na Política Nacional de Mobilidade Urbana para implantar o serviço.

“A legislação estabelece que as prefeituras podem regulamentar e fiscalizar a atividade com exigências específicas, mas não podem proibi-la. Já existem mais de 20 decisões judiciais confirmando esse entendimento, que é confirmado também pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em decisão de repercussão geral”, afirmou a 99 em comunicado.

A empresa ressaltou ainda que, “desde 2018, a lei federal que estabelece a Política Nacional de Mobilidade Urbana permite o serviço de transporte individual privado de passageiros mediado por aplicativos, tanto para carros quanto para motos”.

Sem autorização municipal
No mês de dezembro, a gestão Nunes já havia enviado nota para o g1 dizendo que não havia autorização para a 99 ou qualquer outro aplicativo oferecer o serviço na cidade.

“A Prefeitura de São Paulo, por meio do Comitê Municipal de Uso do Viário (CMUV), informa que não há autorização para mototáxi ou aplicativo realizarem o transporte de passageiros por motocicleta na cidade de São Paulo”, informou à época.

E acrescentou que o “Decreto 62.144/23 do prefeito Ricardo Nunes, publicado em 7 de janeiro de 2023, suspendeu temporariamente o serviço de mototáxi e de transporte de passageiros por moto via aplicativo, em razão da preocupação envolvendo a segurança e a saúde da população de São Paulo no viário urbano e o impacto no sistema público de saúde”.

Grupo de trabalho sem conclusão

O decreto proibindo o serviço não prevê multa para a empresa e nem para os motociclistas que prestam esse tipo de serviço irregularmente na cidade.

Na época da proibição, o prefeito prometeu que ela seria temporária, até que o grupo de trabalho criado pela gestão dele chegasse a uma conclusão definitiva sobre os riscos ou não para a população em relação a esse tipo de transporte na capital paulista.

Porém, passados dois anos, nenhuma conclusão sobre o assunto foi publicada e, agora, a 99 volta a lançar o produto.

A empresa rebate os argumentos da administração municipal dizendo que os motociclistas prestadores do serviço de mototáxi na plataforma são legalizados e passam por ações educativas para prevenção de acidentes.

“A 99 conta com mais de 50 funcionalidades de segurança para proteger usuários e motoristas, como alerta de velocidade com avisos visuais e sonoros, governança contra direção perigosa, monitoramento em tempo real das corridas, botão de emergência e uma central emergencial disponível 24 horas”, disse.

A empresa ressaltou que também promove “ações educativas como instruir os passageiros com dicas e orientações de comportamentos seguros durantes a corrida, assim como treinamento online sobre direção defensiva para os motociclistas parceiros”.

“Os condutores que não cumprem com as regras de segurança e de comportamento poderão sofrer sanções rigorosas no aplicativo, como bloqueios temporários ou permanentes”, completou a empresa.

99 Moto

O serviço de mototáxi da 99 está presente em mais de 3.300 municípios no Brasil, mas a empresa sempre admitiu que São Paulo era a praça mais desejada para a implantação desse serviço, em virtude do grande fluxo de viagens que o transporte por carro proporciona de receita para a empresa e o setor em geral.

O impacto econômico estimado pela empresa com o novo modal é de R$ 1 bilhão no PIB brasileiro, R$ 28 milhões em arrecadação de impostos para a cidade e a geração de 13 mil empregos diretos e indiretos, segundo estimativas que a empresa afirma virem da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

“Passageiros e motoristas também são impactados. Os primeiros poderão economizar R$ 2,5 mil anuais em custos de mobilidade. Já para os motociclistas, será uma nova oportunidade de ganhos – em nossas operações em outras cidades vimos aumentos de até 40% em seus ganhos, reforçando o potencial de renda e desenvolvimento econômico que a modalidade traz para a cidade”, afirma o aplicativo.

“A 99Moto chega à maior cidade da América Latina com segurança como compromisso inegociável. A implantação gradual fora da zona de rodízio e as tecnologias de prevenção de velocidade e direção perigosa garantem a confiabilidade necessária para que os paulistanos possam aproveitar deste modal que já ajuda a vida de milhões de brasileiros no país todo”, declarou Ribeiro.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

SP fecha 2024 com 65% mais mortos pela PM do que em 2023; média é de duas vítimas por dia

por Redação 14 de janeiro de 2025

As mortes cometidas por policiais militares no estado de São Paulo aumentaram 65% em 2024, segundo ano da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), se comparado a 2023, de acordo com dados do Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública e Controle Externo da Atividade Policial, do Ministério Público.

De 1º de janeiro a 31 de dezembro do ano passado, 760 pessoas foram mortas por policiais militares, contra 460 em 2023.

Em nota enviada anteriormente, a Secretaria da Segurança Pública afirmou que “todos os casos de morte decorrente de intervenção policial que ocorrem em São Paulo são rigorosamente investigados pelas forças de segurança, com acompanhamento das respectivas Corregedorias, Ministério Público e Poder Judiciário” (leia nota completa abaixo).

? Se considerarmos todas as forças policiais, como a Polícia Civil e as Guardas Civis, as mortes aumentaram 54% em 2024 – passaram de 542 para 835.

É o segundo ano consecutivo de aumento de mortes praticadas por policiais militares. Tanto em 2024 quanto em 2023, a Polícia Militar realizou operações na Baixada Santista. Elas foram consideradas as mais letais desde o massacre do Carandiru, com 56 mortos, no ano passado, e 28, em 2023.

Um ano antes, em 2022, sob gestão do governador Rodrigo Garcia (DEM), com a ampliação do programa Olho Vivo, das câmeras acopladas nos uniformes dos PMs, o estado de São Paulo registrou o menor número de mortes por PMs em serviço na história (veja gráfico abaixo). A redução da mortalidade de adolescentes em intervenções policiais chegou a 80,1% naquele ano.

Ao alcançar 760 mortes em 2024, o estado voltou para o patamar anterior à introdução das câmeras corporais. Se comparado com 2022, antes do governo Tarcísio, o aumento no número de mortes praticadas por policiais militares aumentou 91%.

No início de dezembro, após uma série de casos de violência policial, o governador admitiu que “tinha uma visão equivocada” sobre o uso de câmeras corporais na farda dos policiais militares e disse que estar “completamente convencido de que é um instrumento de proteção da sociedade e do policial”. Ele acrescentou também que não apenas vai manter o programa como o ampliará.

Para a diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo, a mudança de discurso é fruto da pressão pública frente à revelação dos casos emblemáticos de violência e o recrudescimento das estatísticas criminais. “O eleitorado não está satisfeito com esse tipo de atuação”.

Nos primeiros dias deste ano, 11 pessoas foram mortas por policiais militares, dentre elas uma adolescente de 16 anos, durante uma abordagem na Zona Leste da capital. A jovem morreu com um tiro disparado por um policial militar após ele dar uma coronhada no irmão dela.

Antes de assumir o governo, no entanto, Tarcísio já dava sinais de que não iria ampliar o programa das câmeras. Ao assumir o cargo, em 2023, confirmou que não adquiriu novas câmeras mesmo com orçamento disponível.

Em 2024, o governo de São Paulo lançou um edital para a contratação de 12 mil novas câmeras corporais para a Polícia Militar. A gravação de vídeos pelo equipamento vai ser realizada de forma intencional, ou seja, o policial será responsável pela escolha de gravar ou não uma ocorrência.

Na prática, a mudança pode dificultar investigações de atos de violência policial porque deixará a decisão sobre ligar ou não o equipamento a cargo dos agentes. Especialista ouvido pelo g1 aponta que a câmera não ser usada durante todo o turno policial pode:

aumentar o uso da força de forma indiscriminada e sem controle;
dificultar a produção de provas para investigações;
diminuir a proteção do próprio policial que possa estar numa situação de risco e/ou ter sua conduta questionada.
STF
Em 26 de dezembro, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, estabeleceu exigências para o uso obrigatório de câmeras corporais pelos policiais militares de São Paulo.

A decisão chega na esteira de uma série de episódios de violência policial praticados pelos agentes paulistas nas últimas semanas.

De acordo com Barroso, os PMs deverão usar as câmeras:

em operações de “grande envergadura” para restauração da ordem pública
operações que incluam entradas em comunidades vulneráveis
em operações que sejam deflagradas para responder a ataques praticados contra policiais militares

Barroso tomou a decisão em resposta a um pedido do estado de São Paulo, que queria uma definição clara de quando o acionamento das câmeras era obrigatório.

No mesmo dia 26, o governo de São Paulo publicou nota falando sobre a decisão do STF e reconhecendo que o uso obrigatório deverá ocorrer em operações “de grande envergadura para restauração da ordem pública; em operações que incluam incursões em comunidades vulneráveis para restaurar a ordem pública; e operações deflagradas para responder a ataques praticados contra policiais militares”.

“Este uso deve ocorrer desde que estas operações ocorram em regiões em que haja disponibilidade dos equipamentos”, acrescentou o governo.

Em 9 de dezembro, o STF já havia estipulado a obrigatoriedade. O estado, em seguida, solicitou um detalhamento.

Na decisão, Barroso pondera o fato de que não há câmeras disponíveis em todo o estado. Por isso, ele determinou que os equipamentos devem ser estrategicamente distribuídas para regiões com maior índice de letalidade policial. Ele estabelece também que sejam contemplados os policiamentos ostensivo e preventivo, quando possível.

O estado possui cerca de 80 mil PMs (em todos os turnos), mas somente 10.125 equipamentos de gravação — sendo que apenas metade deles é utilizada por vez, enquanto a outra parcela passa por recargas de bateria e atualizações. O governo prevê que todas as atuais 10.125 câmeras sejam substituídas por um novo modelo, da Motorola, que não grava ininterruptamente, além de ter anunciado a compra de mais 2 mil câmeras, totalizando 12 mil.

No dia 26, o governo de São Paulo publicou nota falando sobre a decisão do STF e reconhecendo que o uso obrigatório deverá ocorrer em operações “de grande envergadura para restauração da ordem pública; em operações que incluam incursões em comunidades vulneráveis para restaurar a ordem pública; e operações deflagradas para responder a ataques praticados contra policiais militares”.

“Este uso deve ocorrer desde que estas operações ocorram em regiões em que haja disponibilidade dos equipamentos”, acrescentou o governo.

Câmeras de gravação ininterrupta
Barroso determinou ainda que sejam usadas câmeras de gravação ininterrupta. O governo Tarcísio de Freitas, no entanto, fez uma compra de câmeras que interrompem a gravação de tempos em tempos, o que o STF não quer.

O tribunal determina a “manutenção do modelo de câmeras de gravação ininterrupta até que seja comprovada, com base em evidências, a viabilidade técnica e a efetividade operacional dos métodos de acionamento das novas câmera”.

O que diz a SSP
“Todos os casos de morte decorrente de intervenção policial que ocorrem em São Paulo são rigorosamente investigados pelas forças de segurança, com acompanhamento das respectivas Corregedorias, Ministério Público e Poder Judiciário. Desde a formação e ao longo de toda carreira, os policiais paulistas passam por cursos de formação e atualização que contemplam disciplinas de direitos humanos, igualdade social, diversidade de gênero, ações antirracistas, entre outras. Além disso, os cursos ao efetivo são constantemente aprimorados e comissões direcionadas à análise dos procedimentos revisam e aprimoram os treinamentos, bem como as estruturas investigativas.”

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Suspeito é rendido com golpes de jiu-jitsu após assalto em joalheria, em Caraguatatuba

por Redação 13 de janeiro de 2025

Câmeras de segurança registraram o momento em que um assaltante de 27 anos foi rendido com golpes de jiu-jitsu após roubar uma joalheria na tarde de sábado (11), em Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo.

O crime aconteceu por volta das 14h20 e foi registrado pelo circuito de segurança da loja, que fica na rua Altino Arantes, região central da cidade. As imagens mostram o homem rendendo a funcionária do comércio e recolhendo joias da vitrine.

Na sequência, uma outra câmera de segurança, mostra um homem no meio da ciclovia que rende o assaltante com golpes de jiu-jitsu. Primeiro ele joga o assaltante contra a calçada e depois imobiliza o braço dele.

O assaltante foi preso em flagrante. Na mochila dele, os Guardas Civis Municipais encontraram um facão, diversas joias e dois aparelhos celulares.

O bandido ainda precisou ser levado para uma Unidade de Pronto Atendimento, onde passou por atendimento e foi medicado. Na sequência, foi levado para delegacia e permaneceu preso por roubo.

Fonte: G1

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São PauloFeminicidio

Mulher é morta a facadas pelo ex na frente da filha de 3 anos em parque na Grande SP

por Redação 13 de janeiro de 2025

Uma mulher de 43 anos foi esfaqueada e morta pelo ex-namorado no Parque da Aldeia, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, na tarde de domingo (12). O crime ocorreu na frente da filha da vítima, de apenas 3 anos.

Segundo o boletim de ocorrência, Neusa Almeida da Silva chegou ao parque que costumava frequentar por volta das 14h, acompanhada irmã e da filha.

Como o local estava cheio, elas foram caminhar numa área mais afastada, onde acabaram se deparando com Gecival de Oliveira Cruz, de 40 anos, ex-companheiro de Neusa e pai da menina.

O homem foi em direção à vítima e começou a esfaqueá-la. A moça conseguiu correr, mas tropeçou e caiu, recebendo novos golpes, em diversas partes do corpo.

Em depoimento à polícia, a irmã contou que gritou por ajuda enquanto segurava a sobrinha no colo, mas ninguém interveio. Quando Neusa aparentava já estar morta, Gecival parou as agressões e saiu correndo. Nesse momento, pessoas começaram a se aproximar.

Quando a Guarda Civil Municipal (GCM) chegou ao local, os agentes encontraram dois corpos. O de Neusa, que foi socorrida e encaminhada ao pronto-socorro da Vila Dirce, e o de Gecival, que teve o óbito constatado no local.

A moça teve múltiplas perfurações por faca nas regiões do tórax, braços, cabeça e costas. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade médica.

Já o agressor apresentava diversas lesões, sobretudo no rosto. A irmã de Neusa afirmou que desconhece as circunstâncias da morte dele. Duas pedras e um pedaço de madeira manchados de sangue que estavam próximo ao corpo dele foram apreendidos para perícia. A autoria ainda é desconhecida.

O caso foi registrado como feminicídio e homicídio na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Barueri e será investigado pelo 2º Distrito Policial de Carapicuíba.

Por nota, a prefeitura do município lamentou o ocorrido e informou que o Parque da Aldeia está em processo de revitalização, com objetivo de melhorar a segurança do local, com cercamento e câmeras de monitoramento.

Histórico de violência
De acordo com familiares, Neusa e Gecival namoraram por alguns meses e tiveram uma filha — a criança que presenciou o crime. Assim que a menina nasceu, eles terminaram o relacionamento, marcado por ciúmes e possessividade por parte do homem.

Há alguns anos, Gecival teria ido ao trabalho da ex e tentado matá-la com uma faca. Apesar disso, ela acabou não registrando a ocorrência na delegacia.

O autor do crime não tinha contato com a filha e não pagava pensão alimentícia. Segundo Neusa havia contato aos parentes, ele estaria morando na Bahia.

Em consulta ao histórico criminal dele, a polícia encontrou um boletim de ocorrência elaborado há 10 anos no qual outra mulher o acusava de violência doméstica.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

‘Ele precisa pagar pelo que fez. Não é justo minha filha pagar com a vida pelo que não fez’, diz mãe sobre prisão do PM que matou adolescente em SP

por Redação 13 de janeiro de 2025

A mãe da adolescente Victoria Manoelly dos Santos, de 16 anos, que morreu na madrugada de sexta-feira (10) durante uma abordagem policial na Zona Leste de São Paulo, comentou na madrugada deste domingo (12) sobre a prisão do policial militar que atirou contra a jovem.

O sargento Tiago Guerra teve a prisão convertida em preventiva pela Justiça de SP, após a morte da adolescente. Ele já está detido.

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Muito emocionada, Vanessa Priscila dos Santos disse que espera que o PM fique “muito e muitos anos preso” e que pague pelo que fez contra a filha dela.

O corpo de Victoria Manoelly foi velado no Cemitério Público de Guaianases entre a noite deste sábado (11) e a madrugada deste domingo (12).

O enterro aconteceu às 09h da manhã deste domingo, diante de muita comoção de amigos, familiares e de outras mães que perderam seus filhos para a violência da Polícia Militar na periferia da Zona Leste de São Paulo.

Reunidas no grupo “Mães da Zona Leste”, elas foram prestar solidariedade à mãe de Victória no Cemitério do Lageado.

Durante a madrugada, Vanessa Priscila chorou ao lembrar da filha ainda viva e da saudade que sentirá da jovem.

“Era uma menina super alegre, divertida. Ainda não pensei sobre tudo isso. Não raciocinei sobre. Nem acreditar estou conseguindo. Tá difícil. Ela era muito divertida, gostava muito de brincar. Vaidosa, bastante vaidosa. Gostava bastante de maquiagem e essas coisas…”, disse.

Fonte: G1

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São Paulo

TCM cobra esclarecimentos da Prefeitura de SP sobre causas dos alagamentos no estádio do Pacaembu; obra de R$ 800 milhões ainda não foi entregue

por Redação 13 de janeiro de 2025

O presidente do Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCM-SP), Domingos Dissei, enviou na última sexta-feira (10) um ofício à Prefeitura de SP cobrando explicações e providências sobre a enchente registrada no estádio do Pacaembu durante a final da Taça das Favelas, no último dia 21 de dezembro.

Conforme noticiado pelo ge, a partida final masculina da Taça das Favelas Brasil foi cancelada por causa das fortes chuvas que atingiram a nova Arena Pacaembu e geraram um enorme alagamento no dia 21.

Na ocasião, a água invadiu até o gramado e impossibilitou que as equipes de São Paulo e Espírito Santo decidissem a competição. As duas equipes acabaram sendo consideradas campeãs, em virtude dos problemas no estádio.

Os alagamentos também aconteceram no dia 25 de dezembro, dia de Natal, segundo relatório de vistoria da própria Allegra Pacaembu ao qual o g1 teve acesso (veja vídeo acima).

No ofício enviado à Secretaria de Esportes, Domingos Dissei pediu que a pasta responde em até cinco dias úteis as causas do alagamento, os prejuízos contabilizados nas obras obrigatórias do Programa de Intervenções e quais as providências foram tomadas para evitar futuros alagamentos no local.

A preocupação do TCM, segundo o ofício, é com a realização da final da 55ª Copa São Paulo de Futebol Júnior, que acontecerá no local no próximo dia 25 de janeiro.

O custo total da obra da obra de reforma é de R$ 800 milhões, segundo a própria concessionária Allegra, mas ainda não foi oficialmente entregue.

Por meio de nota, a Prefeitura de São Paulo informou que os dois alagamentos no Pacaembu em dezembro ocorreram por conta de “uma tubulação que se rompeu, devido à pressão das águas e os reparos necessários já estão em fase adiantada”.

O g1 procurou a Allegra Pacaembu para comentar o assunto e a empresa disso, também por nota, “o alagamento de parte do gramado ocorreu depois do rompimento de uma tubulação de águas pluviais que recebe contribuição dos bairros vizinhos e passa pelo estádio, em direção ao piscinão da Praça Charles Miller”.

Segundo a concessionária, “o incidente foi causado pelo forte volume de detritos e entulho trazidos pelas tempestades que começaram no dia 21 de dezembro, causando múltiplos transtornos por toda a cidade de São Paulo, e se estenderam pelo fim do ano”.

Em documento enviado à Secretaria Municipal de Esportes no dia 27 de dezembro, a empresa afirmou que ocorreu um colapso da rede de esgotos de 1,30mx1,30m, provavelmente causado por alguma obra próximo ao local.

“O trecho colapsado deverá ser recomposto por galeria de concreto armado moldado in loco de 2,00 x 2,00 ou túnel linear (tubo Armco) nas mesmas dimensões”, declarou o documento.

Atrasos e eventos adiados

No ano passado, por causa dos atrasos na obra da concessionária Allegra Pacaembu, a final da Copinha foi transferida pela Federação Paulista de Futebol (FPF) para a NeoQuímica Arena, estádio do Corinthians.

Em março daquele mesmo ano, o CEO Allegra Pacaembu admitiu que a empresa falhou ao prometer a entrega do estádio para a final da Copinha de 2024.

O novo Pacaembu já deveria estar pronto. Quando o site da prefeitura anunciou o começo das obras, em junho de 2021, a entrega estava prevista para outubro de 2023.

Em março do ano passado, o SP2 visitou o local, e Eduardo Barella, presidente da Allegra, garantiu que tudo estava no prazo.

“Nós estamos cumprindo à risca tudo aquilo que é preconizado dentro do contrato de concessão. Esses planos já foram entregues para a prefeitura”, disse Barella.

Porém, em julho, uma vistoria feita por técnico da Prefeitura de SP apontou diversos problemas na execução da obra e encaminhou uma multa contra a Allegra Pacaembu, por causa dos constantes atrasos (veja o vídeo acima).

“Já estão caracterizados os atrasos e as respectivas sanções, conforme o contrato de concessão, serão aplicadas após o aceite definitivo das obras obrigatórias”, disse a gestão Ricardo Nunes (MDB) em nota.

“É importante destacar que a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer é responsável pela fiscalização do contrato de concessão e mantém diálogo constante com a concessionária para assegurar o bom andamento das obras e do contrato. Uma nova vistoria foi realizada no dia 9 de dezembro, e o relatório técnico está sendo elaborado. Outras vistorias poderão ser realizadas”, afirmou a Secretaria Municipal de Esportes (SME) neste domingo (12).

Os problemas na finalização e entrega da 1ª etapa da obra também geraram o cancelamento de um show de Roberto Carlos no mês de abril, que marcaria a retomada da Arena Pacaembu, aque teve o naming rights vendido para a empresa Mercado Livre por mais de R$ 1 bilhão.

Apesar dos problemas enfrentados pelo estádio ainda em reforma, o presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos, confirmou que a final da Copa São Paulo de Futebol Júnior, a Copinha, será mesmo no Pacaembu.

Em entrevista ao programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, afirmou que o evento em 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo, terá capacidade para 26 mil torcedores.

ÍNTEGRA DA NOTA DA PREFEITURA DE SP:

“A Prefeitura de São Paulo informa que já estão caracterizados os atrasos e as respectivas sanções, conforme o contrato de concessão, serão aplicadas após o aceite definitivo das obras obrigatórias. É importante destacar que a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer é responsável pela fiscalização do contrato de concessão e mantém diálogo constante com a concessionária para assegurar o bom andamento das obras e do contrato. Uma nova vistoria foi realizada no dia 9 de dezembro, e o relatório técnico está sendo elaborado. Outras vistorias poderão ser realizadas.

Em relação ao episódio mencionado pela reportagem, uma tubulação se rompeu devido à pressão das águas e os reparos necessários já estão em fase adiantada. Vale ressaltar que, além das obras obrigatórias dos equipamentos esportivos, o complexo incluirá novos empreendimentos, como um prédio multiuso com hotel, centro de convenções, lojas, restaurantes, hub de inovações e centro de reabilitação esportiva. Todo o investimento realizado no Pacaembu é de responsabilidade da concessionária, sem custos para o município”.

ÍNTEGRA DA NOTA DA ALLEGRA PACAEMBU:

“O alagamento de parte do gramado ocorreu depois do rompimento de uma tubulação de águas pluviais que recebe contribuição dos bairros vizinhos e passa pelo estádio, em direção ao piscinão da Praça Charles Miller. O incidente foi causado pelo forte volume de detritos e entulho trazidos pelas tempestades que começaram no dia 21 de dezembro, causando múltiplos transtornos por toda a cidade de São Paulo, e se estenderam pelo fim do ano.

Os órgãos da prefeitura foram informados do incidente desde o primeiro momento e, tão logo as chuvas do fim do ano permitiram, a Concessionária retirou os detritos e executou os reparos. A finalização dessa intervenção ocorreu em poucos dias, e o local passa hoje por ajustes externos à tubulação, na alameda Leste do Estádio, tudo dentro de um cronograma seguro para a realização da final da Copinha de 2025″.

Fonte: G1

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São Paulo

Rodízio de veículos é retomado na cidade de SP nesta segunda

por Redação 13 de janeiro de 2025

O rodízio municipal de carros na cidade de São Paulo voltou a valer nesta segunda-feira (13). Ele estava suspenso desde dezembro para as celebrações de fim de ano, em razão do baixo fluxo de veículos na capital.

⌚ A medida restringe a circulação de veículos no Minianel Viário da Cidade nos períodos da manhã, das 7h às 10h, e da tarde, das 17h às 20h.

? Durante o rodízio, os veículos ficam impedidos de circular no Centro Expandido, incluindo as vias que delimitam o chamado Minianel Viário, formado pelas marginais Tietê e Pinheiros, avenidas dos Bandeirantes e Afonso D´Escragnole Taunay, Complexo Viário Maria Maluf, Avenida Tancredo Neves, Rua das Juntas Provisórias, Viaduto Grande São Paulo e avenidas Professor Luís Inácio de Anhaia Melo e Salim Farah Maluf.

Confira os dias de rodízio
Segundas-feiras: placas finais 1 e 2 não podem circular
Terças-feiras: placas finais 3 e 4 não podem circular
Quartas-feiras: placas finais 5 e 6 não podem circular
Quintas-feiras: placas finais 7 e 8 não podem circular
Sextas-feiras: placas finais 9 e 0 não podem circular
? Multa
Transitar em locais e horários não permitidos pela regulamentação prevista no Código de Trânsito Brasileiro implica infração de trânsito de nível médio, resultando em multa no valor de R$ 130,16 e acréscimo de 4 pontos no prontuário do motorista.

Para informações de trânsito, ocorrências, reclamações, remoções e sugestões, ligue SP156.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

Jovem sofre tentativa de roubo e morre após guarda civil de folga atirar em bandidos na Rodovia dos Imigrantes

por Redação 13 de janeiro de 2025

Um jovem de 21 anos que estava sendo assaltado na noite deste sábado (11), no km 18 da Rodovia dos Imigrantes, região de Diadema, na Grande São Paulo, foi morto depois que um guarda civil municipal de folga atirou contra os bandidos.

Segundo a Polícia Civil, o guarda de Diadema passava com sua motocicleta quando viu a tentativa de roubo a uma moto BMW e atirou nos bandidos, mas Carlos Eduardo Oliveira do Nascimento, de 21 anos, foi quem acabou atingido e morto. A princípio, o guarda teria pensado que Carlos também era bandido. Ele foi atingido no peito e morreu no local.

De acordo com o pai Denício, Carlos estava voltando para casa no momento do assalto. Ele disse à TV Globo que o filho único tinha dois empregos e estava terminando a faculdade.

A Secretaria da Segurança Pública afirmou que houve confronto, mas um dos revólveres dos bandidos estava com munições intactas. As armas estão sendo periciadas e o caso, investigado.

Os bandidos também foram baleados, fugiram correndo pela rodovia e foram presos em seguida por policiais rodoviários.

A SSP informou que os suspeitos foram levados ao Hospital Municipal de Diadema, sendo que um deles recebeu alta e foi autuado em flagrante. O outro permaneceu internado, sob escolta policial.

O caso foi registrado no 3º DP de Diadema como homicídio culposo e receptação e roubo de veículo.

Na delegacia, o guarda José Carlos de Oliveira Celestino deu outra versão e disse que ele foi a vítima do roubo. Ele disse que estava em sua moto, quando foi surpreendido por indivíduos em outras duas motos, sendo uma com dois homens e outra com um.

Ainda segundo o guarda, ele foi para o acostamento e um dos homens sacou a arma em sua direção. Então, diante da ameaça, o guarda disse que atirou contra os suspeitos. Questionado sobre a quantidade de disparos, informou que fez cerca de seis com sua pistola 380.

O guarda não foi preso em flagrante. A Prefeitura de Diadema lamentou a morte e disse que abriu uma investigação interna para apurar o caso.

O que diz a SSP
“A Polícia Civil de Diadema apura todas as circunstâncias dos fatos. Em depoimento à autoridade policial, o guarda civil alegou que reagiu ao assalto após ouvir um estampido e o anúncio de roubo contra ele. O agente segue como investigado e teve a sua arma de fogo apreendida. Os criminosos, de 24 e 30 anos, foram presos em flagrante por tentativa de roubo e receptação de veículo. Na ocasião, o GCM seguia com a sua moto pela Rodovia dos Imigrantes quando reagiu a uma tentativa de roubo, atirando contra os assaltantes. A vítima, de 21, anos, foi atingida e faleceu no local dos fatos. A motocicleta utilizada pelos assaltantes havia sido roubada anteriormente e foi devolvida ao proprietário. O caso foi registrado como homicídio culposo, receptação de veículo, tentativa de roubo, localização/apreensão e entrega de veículo e localização/apreensão de objeto no 3° DP de Diadema.”

O que diz a Prefeitura de Diadema
“A Guarda Civil Municipal (GCM) de Diadema informa, com profundo pesar, sobre o trágico incidente ocorrido ontem, 11 de janeiro, durante uma intervenção de um de nossos guardas civis que estava em trânsito, a caminho do serviço, em resposta a um assalto presenciado no Km 20 da Rodovia dos Imigrantes, neste município.

Infelizmente, no decorrer da ação, a vítima do assalto foi atingida e veio a óbito.

A GCM de Diadema expressa suas mais sinceras condolências à família e aos amigos da vítima, neste momento de imensa dor.

A Corporação esclarece que está colaborando integralmente com as Autoridades responsáveis, visando a apuração dos fatos e que também que já iniciou uma investigação interna junto à Corregedoria para analisar as circunstâncias do ocorrido.

A GCM de Diadema reforça seu compromisso com a transparência, a ética e a segurança da população.

Por fim, a Corporação não medirá esforços para prestar o devido apoio à família da vítima e para assegurar que as medidas cabíveis sejam tomadas de maneira justa e célere.”

Raio-x das guardas
O número de horas de treinamento com armas das guardas ainda fica aquém do treinamento da Polícia Militar. O g1 fez um levantamento, com base em dados fornecidos pelos municípios e pela PM, e concluiu que a Guarda Civil Metropolitana de São Paulo e a Guarda Civil Municipal das seis maiores cidades da Grande São Paulo fazem, em média, menos da metade do total de horas de treinamento com armas de fogo da Polícia Militar do estado: 46%.

Segundo nota da PM, durante as 52 semanas de treinamento inicial da corporação, os agentes passam por 326 horas na matéria de Tiro Defensivo. Já a média dos guardas-civis é de 150 horas considerando o tempo de treinamento das cidades de São Paulo, Diadema, Guarulhos, Mauá, Osasco, Santo André e São Bernardo do Campo.

De acordo com a legislação federal, as funções da GCM incluem 18 competências. Além de zelar e proteger pelo patrimônio público, cultural e ambiental, os guardas devem auxiliar na segurança de grandes eventos e proteção de autoridades, atuar na segurança escolar e interagir com a sociedade civil para discussão de soluções de problemas das comunidades.

Em Diadema, os agentes passam por 160 horas de treinamento com o armamento. A corporação preferiu não informar a quantidade de armas que possui, mas afirmou que tem 37 viaturas disponíveis.

A cidade teve sua Guarda Civil criada em 1999, conta com 307 agentes da GCM, sendo 254 homens e 53 mulheres, que representam 17,3% do efetivo.

Fonte: G1

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São PauloSegurança

PM é preso após matar adolescente: ‘Ajoelhei para ele socorrer minha filha’

por Redação 10 de janeiro de 2025

Um policial militar foi preso após matar uma adolescente de 16 anos baleada durante uma abordagem na zona leste de São Paulo, nesta quinta-feira (9).

O que aconteceu
Victoria dos Santos foi baleada no peito após arma do policial disparar enquanto ele dava uma coronhada no irmão dela. A informação consta em boletim de ocorrência. Os policiais teriam parado em um bar onde os irmãos estavam após perseguirem um suspeito de roubo em Guaianases, na zona leste da capital.

A adolescente foi socorrida ao hospital Geral de Guaianases, mas teve a morte constatada na unidade de saúde. Em entrevista à TV Globo, a mãe da menina, Vanessa dos Santos afirmou que os PMs negaram socorro à vítima.

O irmão de Victoria, Kauê dos Santos, foi levado à delegacia por alegação de desacato. Ele foi liberado nesta sexta-feira (10). Questionada, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo não informou o motivo da detenção nem se alguma ocorrência foi aberta contra ele.

Policial foi levado para a mesma delegacia onde irmão de Victoria foi detido. Ele foi preso por homicídio com dolo eventual, já que o delegado entendeu que ele assumiu o risco de matar ao dar a coronhada no jovem abordado. Em nota, o órgão informou que o policial teve a arma recolhida.

Câmeras corporais dos policiais serão analisadas. Segundo a SSP, imagens e outros elementos “que possam esclarecer os fatos” são procurados pela Polícia Civil. O caso está a cargo do 50º DP do Itaim Paulista.

Polícia Militar não comentou sobre suposta negativa de socorro à vítima. A corporação informou que “não compactua com excessos” e que um inquérito foi instaurado.

Fonte: UOL

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