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Categoria:

São Paulo

Feminicidio

Laudo revela lesões no pescoço de PM morta com tiro na cabeça e levanta novas dúvidas sobre o caso

por Redação 10 de março de 2026

O laudo necroscópico realizado após a exumação do corpo da policial militar Gisele Santana, de 32 anos, encontrada morta com um tiro na cabeça dentro do apartamento onde morava, apontou a presença de lesões no rosto e no pescoço da vítima. De acordo com os peritos, há indícios de que ela pode ter desmaiado antes do disparo e que não apresentou sinais de defesa.

O documento, obtido pela TV Globo, descreve que as lesões eram de natureza contundente, provocadas por pressão digital e escoriações compatíveis com marcas de unhas. Essas evidências indicam possível compressão na região do pescoço antes do tiro.

Gisele foi encontrada morta no apartamento onde vivia com o marido, o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, no bairro do Brás, região central de São Paulo. Ele estava no local e foi quem acionou o socorro. Até o momento, a defesa do oficial não comentou o resultado do novo laudo.

Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio. No entanto, após contestação da família da policial, a investigação passou a tratar a ocorrência como morte suspeita. Diante das dúvidas, o corpo foi exumado e submetido a novos exames no Instituto Médico-Legal (IML) Central no sábado (7), incluindo uma tomografia.

Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores é o horário da morte. Uma vizinha relatou à polícia que acordou às 7h28 após ouvir um único estampido forte vindo do apartamento do casal. A primeira ligação feita pelo marido ao serviço de emergência ocorreu apenas às 7h57.

Na chamada à Polícia Militar, o tenente-coronel afirmou: “Minha esposa é policial feminina. Ela se matou com um tiro na cabeça. Manda o resgate e uma viatura aqui agora, por favor”. Pouco depois, às 8h05, ele voltou a ligar, dessa vez para o Corpo de Bombeiros, dizendo que a mulher ainda estava respirando. As equipes chegaram ao local às 8h13.

A posição da arma também levantou questionamentos. Um socorrista afirmou que o armamento estava “bem encaixado” na mão da vítima, algo que ele disse nunca ter visto em casos de suicídio. Diante da cena incomum, decidiu fotografar a posição da arma.

O profissional relatou ainda que o sangue da vítima já estava coagulado quando os socorristas chegaram ao apartamento e que não havia cartucho de bala no local.

Depoimentos de equipes de resgate também trouxeram dúvidas sobre a versão apresentada pelo marido. Em relato à polícia, o tenente-coronel afirmou que estava tomando banho quando ouviu o disparo.

No entanto, bombeiros que chegaram primeiro ao local disseram que ele estava completamente seco, vestindo apenas bermuda e sem camisa. Segundo um sargento com 15 anos de experiência, não havia pegadas molhadas nem sinais de água no chão que indicassem que ele havia saído do banho às pressas.

O socorrista também relatou que o chuveiro do banheiro do corredor estava ligado, mas não havia poças de água no ambiente. Um tenente da PM que também esteve no local reforçou que nem o marido nem a vítima aparentavam ter tomado banho antes do disparo.

O comportamento do tenente-coronel durante o atendimento também chamou a atenção da equipe de resgate. Um dos bombeiros afirmou que ele não demonstrava sinais de desespero ou choro. Outro profissional relatou que o oficial falava calmamente ao telefone, questionava constantemente os procedimentos de socorro e insistia para que a vítima fosse retirada rapidamente e levada ao hospital.

Os socorristas também observaram que o marido não apresentava manchas de sangue no corpo ou nas roupas, o que indicaria que ele não teria tentado prestar primeiros socorros à esposa.

Entre os contatos feitos por Geraldo naquela manhã, uma ligação chamou a atenção da família da policial: a feita ao desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, do Tribunal de Justiça de São Paulo. O magistrado chegou ao prédio às 9h07 e subiu até o apartamento.

Segundo o advogado da família da vítima, José Miguel da Silva Junior, a presença do desembargador no local levanta questionamentos. Câmeras registraram o magistrado no corredor do prédio às 9h18 e, cerca de 11 minutos depois, o tenente-coronel apareceu novamente usando outra roupa.

Em nota divulgada antes da conclusão do novo laudo, a defesa de Geraldo Neto afirmou que ele não é investigado, suspeito ou indiciado no processo até o momento. Os advogados também disseram que o oficial tem colaborado com as autoridades e permanece à disposição para esclarecer os fatos.

Já a defesa do desembargador informou que ele foi chamado ao local como amigo do tenente-coronel e que quaisquer esclarecimentos serão prestados à polícia.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil e da Corregedoria da Polícia Militar.

Fonte: G1

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Feminicidio

Testemunha diz que três policiais femininas limparam apartamento de PM morta com tiro na cabeça em SP

por Redação 10 de março de 2026

Uma testemunha do condomínio onde a soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana morreu em fevereiro afirmou à Polícia Civil que três policiais mulheres foram ao apartamento do casal no Brás, região central de São Paulo, para realizar a limpeza do imóvel horas após a ocorrência. Segundo o relato, as agentes — uma soldado e duas cabos — chegaram ao prédio por volta das 17h48 do dia 18 de fevereiro, acompanhadas por uma funcionária do condomínio.

O caso, inicialmente registrado como suicídio, segue sendo investigado como morte suspeita. Vizinha do casal disse ter ouvido um disparo às 7h28, cerca de meia hora antes da primeira ligação do marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, ao serviço de emergência, às 7h57.

Depoimentos de socorristas reforçam inconsistências na versão do tenente-coronel. Segundo eles, Geraldo estava seco, sem marcas de água, mesmo afirmando que estava no banho no momento do disparo. Além disso, a conduta calma do oficial ao telefone e a ausência de sangue em suas roupas chamaram atenção da equipe de resgate.

Outro ponto que levanta questionamentos é a presença do desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, do Tribunal de Justiça de São Paulo. Ele chegou ao prédio às 9h07, subiu ao apartamento com o tenente-coronel e reapareceu no corredor às 9h18. Onze minutos depois, Geraldo saiu do imóvel já trocado.

Em nota, a defesa do tenente-coronel afirma que ele não é investigado, suspeito ou indiciado e tem colaborado com as autoridades. A defesa do desembargador disse que ele foi chamado como amigo do oficial e prestará esclarecimentos à polícia judiciária.

Fonte: G1

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Feminicidio

Peritos identificam marcas em corpo de PM morta em SP e investigação sobre morte suspeita avança

por Redação 10 de março de 2026

Peritos encontraram marcas no pescoço e no corpo da policial militar Gisele Santana, após a exumação realizada na última sexta-feira (6) em Suzano, na Grande São Paulo. O achado motivou a solicitação de exames complementares para verificar se houve compressão antes do disparo que matou a soldado dentro do apartamento onde morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, no Brás, região central da capital.

No sábado (7), médicos legistas do Instituto Médico-Legal (IML) Central realizaram tomografia e outros exames de imagem para analisar a lesão cervical. Segundo apuração da TV Globo, o objetivo é confirmar ou descartar a ocorrência de pressão no pescoço antes da morte.

Gisele, de 32 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro. O caso, inicialmente registrado como suicídio, passou a ser investigado como morte suspeita. Testemunhos indicam marca arroxeada na mandíbula, e questionamentos sobre inconsistências no horário da morte surgiram. Uma vizinha relatou ter ouvido o disparo às 7h28, cerca de meia hora antes da primeira ligação de Geraldo ao serviço de emergência.

Socorristas que atenderam a ocorrência relataram estranheza na cena: a arma estava na mão da vítima de forma atípica, o sangue já estava coagulado e não havia cartucho no local. O tenente-coronel, que afirmou ter ouvido o disparo durante o banho, não apresentava marcas de água no corpo, levantando dúvidas sobre a narrativa.

Outro ponto analisado é a presença do desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, do TJ-SP, no prédio na manhã da morte. Ele subiu ao apartamento por volta das 9h07 e reapareceu no corredor às 9h18, minutos antes do marido da vítima sair do imóvel já trocado e com cheiro de produto químico.

Laudos preliminares indicaram que o local não foi preservado adequadamente, comprometendo parte da perícia. Novos exames solicitados após a exumação devem esclarecer as circunstâncias da morte.

Em nota, a defesa de Geraldo Neto afirma que ele não é investigado nem suspeito, e a defesa do desembargador Cogan declarou que ele estava no apartamento como amigo do tenente-coronel, prestando esclarecimentos à polícia judiciária quando necessário.

Fonte: G1

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São Paulo

Tarcísio passa por procedimento no joelho para tratar artrose

por Redação 9 de março de 2026

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi submetido neste domingo (8) a um procedimento de infiltração no joelho no Hospital Vila Nova Star, na capital paulista.

De acordo com nota oficial do governo, o procedimento integra o tratamento da artrose no joelho e tem como objetivo reduzir inflamação, aliviar dores e melhorar a mobilidade da articulação.

O comunicado afirma que a infiltração transcorreu sem intercorrências, foi bem tolerada pelo governador e apresentou evolução imediata considerada satisfatória pela equipe médica.

Tarcísio seguirá com acompanhamento clínico e fisioterápico, com reavaliações periódicas para monitorar a evolução do quadro.

Fonte: G1

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Feminicidio

Ato na Paulista cobra combate ao feminicídio e expõe avanço das medidas protetivas em SP

por Redação 9 de março de 2026

Cerca de 3 mil pessoas participaram neste domingo (8), Dia Internacional da Mulher, de uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato reuniu movimentos sociais e organizações civis que pediram o combate ao feminicídio, igualdade de gênero e criticaram a jornada de trabalho 6×1.

Apesar da mobilização, a chuva que atingiu a região acabou dispersando parte dos manifestantes ao longo da tarde.

Entre as organizações presentes estavam Apeoesp, Bancada Feminista, Central Classe Trabalhadora, União Nacional por Moradia Popular, SimproSP e o Movimento de Mulheres Olga Benário.

A estimativa de público foi feita pelo Monitor do Debate Político da USP/Cebrap em parceria com a ONG More in Common. Segundo o levantamento, cerca de 3,1 mil pessoas estavam na manifestação às 14h14, horário próximo ao início do ato.

Considerando a margem de erro de 12%, o público poderia variar entre 2,8 mil e 3,5 mil participantes.

De acordo com o monitor, a contagem foi feita por meio de imagens aéreas analisadas com software de inteligência artificial. Por causa da chuva, apenas um voo de drone foi realizado, o que impede confirmar se aquele momento representava o pico da manifestação.

Os protestos também chamaram atenção para os números relacionados à violência contra mulheres no estado de São Paulo.

Segundo dados do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), uma medida protetiva contra agressores é concedida, em média, a cada quatro minutos no estado. Apenas entre janeiro e fevereiro deste ano, 21.440 decisões desse tipo foram autorizadas.

O número mostra um crescimento expressivo no uso desse mecanismo ao longo dos anos. Em 2015, quando o registro começou a ser sistematizado, foram concedidas 10.804 medidas. Já em 2025, o total chegou a 118.258 — um aumento de 994% em uma década.

Prevista pela Lei Maria da Penha, a medida protetiva é uma ordem judicial de urgência destinada a proteger vítimas de violência doméstica, seja ela física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral. Uma mesma vítima pode receber mais de uma medida.

Entre as determinações possíveis estão a restrição ao porte de armas, a proibição de aproximação da vítima, dos filhos ou de testemunhas, além da obrigatoriedade de participação do agressor em programas de reeducação.

Em alguns casos, a medida também prevê o encaminhamento da vítima e da família para abrigos de proteção.

Apesar de ser considerada um dos principais instrumentos de defesa das vítimas, a eficácia das medidas depende da fiscalização. Esse acompanhamento pode ocorrer por meio de rondas da Polícia Militar, da Guarda Civil Municipal ou pelo monitoramento eletrônico dos agressores.

Atualmente, 189 homens são monitorados por tornozeleiras eletrônicas no estado de São Paulo pelo Centro de Operações da Polícia Militar, segundo a Secretaria da Segurança Pública.

O número é considerado baixo diante da estrutura disponível: o estado possui 1.250 equipamentos.

A Secretaria de Segurança Pública explica que o uso das tornozeleiras depende de solicitação e autorização do Poder Judiciário, normalmente durante audiências de custódia.

O estado de São Paulo foi pioneiro na adoção do monitoramento eletrônico para casos de violência contra a mulher.

Quando o agressor descumpre a medida protetiva, se aproxima da vítima ou deixa a cidade, um alerta é disparado e viaturas policiais são acionadas. O descumprimento da ordem judicial é considerado crime e pode levar à prisão.

Fonte: G1

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Feminicidio

Caso da PM baleada em SP ganha novos capítulos e levanta dúvidas sobre o que aconteceu no apartamento

por Redação 9 de março de 2026

Imagens e áudios inéditos obtidos pelo Fantástico revelam detalhes dos momentos após a soldado da Polícia Militar Gisele Alves ser baleada na cabeça dentro do apartamento onde morava com o marido, no bairro do Brás, em São Paulo, no dia 18 de fevereiro de 2026.

As gravações incluem ligações feitas para serviços de emergência e registros das câmeras de segurança do andar do prédio. O primeiro pedido de socorro foi feito pelo marido da policial, o tenente-coronel da PM Geraldo Neto.

“Alô. É o tenente-coronel Neto, estou no Brás. A minha esposa é policial feminina, ela se matou com um tiro na cabeça. Manda um resgate, uma viatura aqui agora, por favor”, afirmou ele em ligação para a Polícia Militar.

Em seguida, ele também telefonou para o Corpo de Bombeiros. “A minha esposa se matou com um tiro na cabeça. Ela ainda está viva, ela está respirando”, disse.

Imagens das câmeras de segurança mostram o tenente-coronel no corredor do prédio às 8h02, ao telefone e sem camisa. Três minutos depois, ele faz outra ligação. Às 8h13, três bombeiros chegam ao local.

Um dos socorristas, com 15 anos de experiência, relatou em depoimento que achou a cena incomum e decidiu fotografar. Segundo ele, a arma estava encaixada na mão da policial de uma forma que nunca havia visto em casos de suicídio.

Outros pontos também chamaram atenção: o sangue já estava coagulado, o cartucho da bala não foi encontrado e, apesar de afirmar que estava no banho no momento do disparo, o tenente-coronel estava seco e não havia água no chão do apartamento.

Áudios gravados no local mostram o militar falando sobre problemas no relacionamento e a situação financeira do casal.

“A gente está casado há dois anos. De seis meses para cá, a gente começou a ter muita crise”, disse.

Ele relatou que os dois estavam sozinhos desde a noite anterior e que haviam discutido a relação. “O jeito que a gente está vivendo não compensa. Eu estou gastando aí sete mil por mês para viver com dois estranhos. Eu quero me separar”, afirmou.

Segundo o tenente-coronel, a discussão continuou na manhã do ocorrido. Ele afirmou que estava tomando banho quando ouviu um barulho.

“Eu entrei no banho. Fazia um minuto que eu estava debaixo do chuveiro quando escutei o barulho. Achei que fosse ela batendo a porta. Quando abri o box, ela estava caída no chão, no sangue. Ela deu um tiro na cabeça”, declarou.

Os socorristas conseguiram reanimar Gisele no local. Enquanto tentavam salvá-la, relataram que o marido permaneceu ao telefone com superiores e não demonstrava desespero.

Às 8h55, a policial foi retirada do prédio ainda com vida em uma maca. O tenente-coronel aparece nas imagens sentado no corredor.

Um dos pontos que mais chamou atenção da família foi uma ligação feita por Geraldo ao desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, do Tribunal de Justiça de São Paulo.

O magistrado chegou ao prédio às 9h07 e subiu ao apartamento. Segundo o advogado da família da policial, José Miguel da Silva Junior, é necessário esclarecer o motivo da presença dele no local.

“Ele vai ter que explicar por que estava lá. Pelo relato que temos, o desembargador foi a primeira pessoa acionada após o disparo”, afirmou.

Às 9h18, o desembargador reaparece no corredor. Onze minutos depois, o tenente-coronel surge usando outra roupa.

Testemunhas disseram que ele teria tomado banho nesse intervalo, mesmo após ter sido orientado por policiais a não fazê-lo. Policiais militares relataram ainda que ele voltou com cheiro forte de produto químico.

Laudos da Polícia Técnico-Científica apontam que a cena do crime não foi preservada corretamente, o que dificultou determinar a dinâmica do disparo e quem teria efetuado o tiro.

Um vídeo gravado após a saída dos socorristas mostra o apartamento com móveis fora do lugar, além de panos e produtos de limpeza espalhados pelo chão.

“O apartamento estava uma verdadeira bagunça. O local não foi preservado”, afirmou o advogado da família.

Outro ponto investigado aparece no depoimento de uma vizinha, que disse ter acordado às 7h28 com um estampido forte. A primeira ligação do tenente-coronel pedindo socorro foi registrada apenas às 7h57, cerca de 29 minutos depois.

“Essa lacuna precisa ser explicada. A família merece saber o que aconteceu”, disse o advogado.

Em nota, a defesa do tenente-coronel Geraldo Neto afirma que ele não é investigado, suspeito ou indiciado no processo até o momento. A defesa também declarou que o militar tem colaborado com as autoridades e está à disposição para esclarecer os fatos.

Já a defesa do desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan informou que ele foi chamado ao apartamento como amigo do tenente-coronel e que eventuais esclarecimentos serão prestados à polícia judiciária.

Fonte: FANTÁSTICO

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São Paulo

Frente fria avança e ameaça São Paulo com chuva forte e risco de alagamentos

por Redação 9 de março de 2026

A chegada de uma frente fria deve provocar mudanças no tempo em São Paulo nesta segunda-feira (9). A previsão indica um dia marcado por instabilidade, com muitas nuvens pela manhã, poucas aberturas de sol e possibilidade de chuva forte ao longo da tarde.

De acordo com a previsão, os termômetros devem variar entre 18°C de mínima e 25°C de máxima. No período da tarde, a chuva pode ocorrer com intensidade moderada a forte, elevando o risco de alagamentos em diferentes pontos da capital. À noite, o céu segue encoberto, com previsão de chuva leve.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuvas intensas para todo o estado de São Paulo, válido até as 23h59 desta segunda-feira. O órgão também destaca riscos associados ao mau tempo, como cortes de energia elétrica, queda de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Segundo a Climatempo, a segunda semana de março começa com tempo bastante instável na região. A expectativa é de chuva volumosa, com potencial para provocar transtornos à população.

Esse cenário é provocado pela combinação de fatores meteorológicos: a passagem de uma frente fria mais intensa do que o normal para esta época do ano e a grande quantidade de ar quente e úmido já presente sobre o Sudeste do país.

Os impactos da chuva já vêm sendo registrados desde o fim de semana. No domingo (8), cinco córregos transbordaram na cidade de São Paulo. O temporal deixou toda a capital em estado de atenção e causou diversos alagamentos. Em um dos casos, até veículos da concessionária Enel ficaram presos na água em uma via da Zona Sul.

No sábado (7), um temporal na Grande São Paulo provocou a m0rt3 de um homem em São Bernardo do Campo. Segundo o Corpo de Bombeiros, ele foi arrastado pela correnteza e ficou preso dentro de um carro.

Segundo dados da Climatempo, a previsão para esta segunda-feira indica cerca de 29,9 mm de chuva, com sol entre muitas nuvens e pancadas rápidas ao longo do dia e também durante a noite.

Fonte: G1

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Segurança

PM aposentado de 89 anos é preso após matar cuidadora a facadas em São Paulo

por Redação 6 de março de 2026

Um policial militar aposentado de 89 anos foi preso na quarta-feira (4) após matar a própria cuidadora a facadas na Zona Sul de São Paulo. O crime ocorreu no bairro Jardim Ângela e teria sido motivado por uma cobrança de direitos trabalhistas.

A vítima foi identificada como Francisca Sebastião da Silva, de 61 anos. Segundo a polícia, ela teria discutido com o ex-patrão pouco antes de ser atacada.

A Polícia Militar foi acionada por volta das 14h55 pelo Centro de Operações da PM (Copom) para atender uma ocorrência na Rua Doutor Arthur Moreira de Almeida. Vizinhos relataram ter ouvido gritos vindos da residência do aposentado.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram Francisca caída no chão com diversos ferimentos provocados por faca. Equipes de resgate foram chamadas, mas a morte foi constatada ainda no local.

Durante buscas na região, os agentes localizaram o suspeito nas proximidades da residência enquanto tentava fugir. Ele foi abordado e, segundo a polícia, relatou que se envolveu em uma discussão com a vítima antes de desferir os golpes.

Moradores da região afirmaram que o policial aposentado era conhecido no bairro por apresentar comportamento considerado agressivo.

O caso foi registrado no 47º Distrito Policial, que ficará responsável pela investigação. A defesa do suspeito não foi localizada.

Fonte: G1

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Segurança

Operação prende policiais civis, advogados e doleira por esquema de corrupção em SP

por Redação 6 de março de 2026

Uma operação do Ministério Público de São Paulo, realizada em conjunto com a Polícia Federal e a Corregedoria da Polícia Civil, prendeu nove pessoas nesta quinta-feira (5) suspeitas de integrar um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro dentro da Polícia Civil paulista.

Entre os detidos estão quatro policiais civis: os investigadores Roldnei Eduardo dos Reis Baptista, da 1ª Delegacia de Combate à Corrupção, e Rogério Coichev Teixeira, do Serviço Aerotático; o escrivão Ciro Borges Magalhães Ferraz; e o delegado João Eduardo da Silva, ambos lotados na Delegacia do Jabaquara. Os agentes foram encaminhados à Corregedoria da corporação.

Também foi presa a doleira Meire Poza, conhecida por ter sido alvo da Operação Lava Jato. Segundo os investigadores, ela seria responsável pela contabilidade do grupo e pela movimentação de recursos ilícitos. Poza foi levada para a sede da Polícia Federal.

Outros quatro suspeitos também foram detidos: o advogado Antônio Carlos Ubaldo Júnior, que atuou entre 2023 e 2024 como assistente parlamentar comissionado de um deputado estadual; o advogado Marlon Antônio Fontana; além de Cléber Azevedo dos Santos e Robson Martins de Souza.

De acordo com o Ministério Público, o grupo teria transformado delegacias especializadas em centros de negociação para garantir a impunidade de investigados. A decisão judicial, assinada pelo juiz Paulo Fernando Deroma de Mello, autorizou prisões preventivas, mandados de busca e apreensão e o bloqueio de bens dos suspeitos.

As investigações apontam que policiais solicitavam relatórios de inteligência financeira (RIFs) para identificar possíveis alvos de cobrança de propina. Após obter os dados, eles enviavam intimações e exigiam pagamentos para interromper investigações.

Também foram identificadas tentativas de destruição de provas. Em um dos casos relatados, investigados teriam conseguido acessar dependências do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) para substituir um disco rígido apreendido por outro sem informações.

O esquema também envolveria pagamento de propina no hangar do Serviço Aerotático da Polícia Civil, no Campo de Marte, além de episódios de extorsão relacionados ao 16º Distrito Policial, na Vila Clementino. Em um dos casos citados pelo Ministério Público, policiais teriam exigido R$ 5 milhões para interromper um inquérito.

Segundo os investigadores, o grupo utilizava empresas de fachada e operações simuladas de importação para ocultar a origem do dinheiro. Uma das estratégias identificadas foi a conversão de dinheiro em espécie em créditos de vales-refeição por meio de estabelecimentos fictícios.

O esquema teria ligação com doleiros envolvidos em grandes operações anteriores, como Leonardo Meirelles e Meire Poza, apontados como operadores financeiros.

A ação desta quinta-feira é desdobramento da Operação Recidere, deflagrada em 2023 para investigar um esquema bilionário de envio de dinheiro ilegal ao exterior. Na ocasião, investigadores identificaram movimentações de cerca de R$ 4 bilhões em dois anos por meio de contas ligadas a empresas de fachada.

A análise de celulares apreendidos revelou posteriormente indícios de corrupção envolvendo policiais civis que recebiam propina para interromper investigações ou deflagrar operações para, depois, cobrar dinheiro dos investigados.

Ao todo, a Justiça decretou a prisão de 11 investigados e autorizou 23 mandados de busca e apreensão em residências, escritórios de advocacia e nas sedes de delegacias onde atuavam os policiais investigados, incluindo unidades do Departamento de Investigações Criminais (Deic), do DPPC e do 16º Distrito Policial.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que a Corregedoria da Polícia Civil participa da operação e afirmou que a instituição não compactua com desvios de conduta de seus integrantes e adotará todas as medidas legais e disciplinares caso as irregularidades sejam confirmadas.

Fonte: G1

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Feminicidio

Mesmo com medida protetiva, 13,1% das vítimas de feminicídio foram mortas em 2024

por Redação 4 de março de 2026

Dados divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelam que 13,1% das mulheres vítimas de feminicídio em 2024 foram assassinadas mesmo com Medida Protetiva de Urgência (MPU) em vigor. A pesquisa Retrato dos Feminicídios no Brasil contabilizou 1.127 casos em 16 unidades da federação, sendo que 148 das vítimas possuíam proteção judicial ativa no momento do crime.

O levantamento abrange 16 estados devido a dificuldades técnicas das polícias em extrair informações de forma automatizada e à ausência de um banco de dados padronizado em nível nacional.

Entre os estados analisados, Acre (25%), Mato Grosso (22,2%) e São Paulo (21,7%) registraram percentuais acima da média nacional, indicando que, em cerca de um quinto dos casos — ou mais —, as vítimas já estavam sob proteção judicial.

Para Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum, a falha não está na legislação, mas na fiscalização do cumprimento das medidas. Ela explica que a eficácia da MPU depende de dois procedimentos paralelos: a comunicação formal ao agressor e o aviso às forças de segurança para monitoramento.

Segundo Samira, o agressor precisa ser oficialmente notificado por um oficial de Justiça sobre as restrições impostas. Sem essa comunicação, a medida pode não ter validade prática. Além disso, as polícias precisam ser informadas para garantir a fiscalização. Para ela, é nesse ponto que ocorrem as principais falhas.

A diretora afirma que o problema está na execução da decisão judicial pelo Poder Executivo. Ela defende o fortalecimento de unidades especializadas, como a Patrulha Maria da Penha ou a Ronda Maria da Penha, citando estados como Rio de Janeiro, Bahia e Rio Grande do Sul como referências na fiscalização ativa.

Samira também pondera que o uso exclusivo de tornozeleiras eletrônicas não pode substituir políticas estruturadas de proteção. Embora reconheça a utilidade da tecnologia, defende o acompanhamento com acolhimento e contato direto, inclusive por canais como WhatsApp.

Outro entrave apontado é a falta de integração entre o Judiciário e as forças de segurança. Sem comunicação eficaz, a medida pode permanecer sem efeito prático. Ela ainda ressalta a necessidade de mais recursos para permitir monitoramento constante e capilarizado.

Casos recentes reforçam o alerta. Em 21 de fevereiro, em Botucatu, Júlia Gabriela Bravin Trovão e o namorado foram mortos a tiros pelo ex-companheiro dela. Júlia havia registrado dez boletins de ocorrência e solicitado três medidas protetivas contra o suspeito. Em São Bernardo do Campo, Cibelle Monteiro Alves foi morta a facadas pelo ex-namorado enquanto trabalhava em uma joalheria de shopping. Ela também possuía registros anteriores e medida protetiva vigente.

Fonte: G1

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