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Lula

Economia

Sete milhões de brasileiros já quitaram dívidas pelo Desenrola, diz Haddad

por Redação 21 de novembro de 2023

“Hoje, nós temos 7 milhões de brasileiros que conseguiram pagar suas dívidas. Temos cerca de 1 milhão de brasileiros de baixa renda, outros 2 milhões de brasileiros que conseguiram na plataforma e temos outros 4 milhões de brasileiros que conseguiram junto com a rede bancária na primeira fase do programa, totalizando 7 milhões de pessoas”, disse Haddad.

O governo vai promover nesta quarta-feira (22) o Dia D — Mutirão Desenrola, uma ação em conjunto com organizações da sociedade civil, bancos e outros credores para fomentar as renegociações de débitos e ampliar o alcance do programa.

Segundo o ministério, os bancos vão aumentar o horário de atendimento de parte de suas agências, de acordo com as próprias políticas internas, para que os usuários das instituições financeiras fiquem a par dos benefícios concedidos pelo governo federal e para que haja mais disponibilidade de tempo para esses atendimentos.

Desde esta segunda-feira (20), o Desenrola passou a oferecer condições de parcelamento para dívidas com valor atualizado de até R$ 20 mil. Desde o lançamento da Faixa 1, em 9 de outubro, a plataforma já oferecia a possibilidade de pagamento à vista de dívidas até R$ 20 mil, porém, o parcelamento só estava disponível para dívidas de até R$ 5 mil.

A partir de amanhã, dívidas de até R$ 20 mil também terão a possiblidade de parcelamento na plataforma. De acordo com as regras do programa, as operações podem ser divididas em até 60 meses, com juros de até 1,99% ao mês. Até então, as dívidas de até R$ 20 mil, com desconto ofertado, tinham de ser pagas à vista.

Durante uma transmissão nas redes sociais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o programa permite aos brasileiros contrair novas dívidas de “forma responsável” e brincou que a equipe do Ministério da Fazenda poderia ser indicada ao Nobel de Economia.

“Se esse plano der o resultado que estamos pensando, vamos indicar a equipe para o prêmio Nobel da economia. Nós resolvemos um problema crucial da sociedade. Na hora que você liberta um cara de uma dívida, você está dando para ele liberdade até para que ele se endivide outra vez. Mas que ele se endivide com responsabilidade”, disse o presidente.

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Economia

Se vetar desoneração, Lula pode se indispor com empresas, Congresso e trabalhadores, veem especialistas

por Redação 17 de novembro de 2023

Sem uma sinalização clara de como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve tratar o projeto que prorroga a desoneração da folha de pagamento, a avaliação de parlamentares e especialistas é que Lula pode se indispor com empresas, trabalhadores e o Congresso se vetar a proposta. O petista tem até 23 de novembro para se decidir sobre a sanção. A indefinição atinge milhões de trabalhadores e preocupa empresas dos 17 setores contemplados. Segundo deputados e senadores ouvidos pelo R7, um veto traria uma forte reação contrária também no Congresso Nacional.

O projeto foi aprovado por ampla maioria no Senado e na Câmara. Por isso, a possibilidade de um veto completo é vista como um enfrentamento à decisão dos parlamentares. Relatora da desoneração na Câmara, a deputada Any Ortiz (Cidadania-RS) afirma que agora é hora de o governo federal atuar.

Câmara, um veto provocaria um desgaste desnecessário do governo com diversos setores econômicos e potencialmente afetaria mais de 9 milhões de empregos. “Além disso, pode gerar um atrito com a dinâmica do Congresso Nacional, que aprovou a proposta quase que por unanimidade. Esse cenário prejudicará a relação com o Legislativo e, certamente, dificultará futuras colaborações”, avalia.

Uma decisão oposta de Lula em relação ao que decidiu o Congresso, continua Ayres, também tem potencial de causar uma repercussão negativa na opinião pública, “especialmente considerando o forte apoio econômico que a medida possui e a importância da pauta do emprego, que julgo ser a mais importante do país”.

Governo
Mesmo antes de o texto ser aprovado no Congresso, a equipe do governo já estudava vetos ao projeto, com a justificativa de impacto fiscal. O líder da base no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), chegou a alegar inconstitucionalidade, com o argumento de proibição de uma nova desoneração relacionada a temas previdenciários.

No entanto, mesmo com a reforma da Previdência em vigência desde 2019, a desoneração já foi prorrogada anteriormente, durante o governo Jair Bolsonaro. Em voto dado em 2021, o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski se manifestou pela constitucionalidade da medida, alegando que a reoneração poderia levar a inúmeras demissões. O julgamento foi suspenso. Como Bolsonaro voltou atrás e sancionou a proposta, a ação no Supremo perdeu o objeto e foi arquivada.

Agora, com a nova tentativa de prorrogação, o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse, em 30 de outubro, que o governo não tem compromisso com a sanção integral da desoneração. “Vai ser analisado pelos ministérios, sobretudo naquilo que fere pela inconstitucionalidade. Vai ter essa análise pelos ministérios”, afirmou. Especialistas ouvidos pelo R7 refutam a hipótese de a medida não ser constitucional e afirmam que um veto presidencial por esse motivo, portanto, “não seria justificável”.

A indicação da base do governo no Congresso é pela exclusão dos municípios na lista de contemplados com a desoneração. Isso porque o Parlamento aprovou recentemente propostas que asseguram a liberação de recursos para repor os caixas dos entes federativos, de forma a cobrir perdas do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) ocorridas em 2022. Com isso, o Executivo ganhou argumento para manter a medida somente para os 17 setores da economia já contemplados.

O relator da proposta no Senado, senador Ângelo Coronel (PSD-BA), defende a continuidade da desoneração aos setores da economia, além da inclusão dos municípios, inovação que foi incorporada por ele no parecer aprovado pelas duas Casas. “Nós temos confiança de que o presidente vai agir com sua sensibilidade de gestor, buscando preservar os 9 milhões de empregos que dependem da desoneração da folha de 17 setores da economia, bem como agir para preservar o mínimo de saúde financeira dos pequenos municípios”, disse.

Avaliação de especialistas
O especialista em relações governamentais e cientista político Leonardo Barreto avalia que Lula não deve vetar a proposta pela forte oposição política, ao entender que vai perder o embate. “O ministro Fernando Haddad foi contra, mas não conseguiu ter forças para barrar a proposta nem por um segundo”. Para ele, o cenário mais provável é que Lula a vete parcialmente, deixando de fora a desoneração dos municípios, mas que “procure atender os prefeitos com outras medidas, como um Refis para dívidas previdenciárias das cidades”.

Na avaliação do cientista político André Pereira César, especialista em procedimentos legislativos e funcionamento do Executivo federal, a demora do governo em dar um posicionamento claro quanto ao projeto da desoneração é sinal de que a equipe econômica busca um meio-termo. No entanto, para ele, o governo se arrisca nesse processo.

“É preciso pesar bem a balança, sob risco de se indispor com os setores, municípios e com o próprio Congresso.” O especialista acredita que para cada trecho vetado deverá haver uma contrapartida para estancar os danos políticos, mas que “eventuais compensações jamais terão o mesmo peso de uma sanção integral”. “É uma matéria sensível, e qualquer movimento errado que Lula faça resultará em uma resposta rápida e poderosa.”

Pressão de empresas e trabalhadores
Empresas e trabalhadores pressionam o governo federal a sancionar o projeto de lei que prorroga até 2027 a desoneração da folha de pagamento para 17 setores. Quase 30 representações patronais assinaram, em conjunto, um ofício para pedir uma audiência com Lula a fim de expor com maior profundidade os elementos que fundamentam a sanção da medida.

As centrais sindicais também pressionam pela sanção e calculam que, sem a continuidade da concessão, quase 1 milhão de postos de trabalho serão fechados. “Hoje, são 9 milhões de postos de trabalho nos 17 setores que mais empregam no país. Amanhã, esse número poderá ser reduzido para pouco mais de 8 milhões”, analisa o manifesto conjunto das centrais sindicais direcionado a Lula. “Pedimos que mantenha esse compromisso com a classe trabalhadora, sancionando o projeto”, afirmam os signatários, que representam 40 milhões de trabalhadores.

O projeto da desoneração foi aprovado de forma definitiva pelo Congresso em 25 de outubro e, desde então, aguarda a sanção presidencial para começar a valer. O benefício se estende a 17 setores da economia, entre eles construção civil, indústria têxtil e tecnologia da informação.

Pelo texto, a contribuição previdenciária de 20% sobre a folha salarial será substituída por uma taxa com alíquota entre 1% e 4,5% da receita bruta das empresas. O benefício já está em vigor, mas tem validade até 31 de dezembro deste ano.

Entenda o que é a desoneração da folha de pagamento
Pelo projeto, a contribuição previdenciária patronal sobre a folha de salários será substituída por uma contribuição incidente sobre a receita bruta do empregador. A contribuição patronal é paga por empregadores para financiar a seguridade social.

Então, em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia de 1% a 4,5%, conforme o setor.

A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos.

Quais são os setores beneficiados?

  • Confecção e vestuário
  • Calçados
  • Construção civil
  • Call center
  • Comunicação
  • Construção e obras de infraestrutura
  • Couro
  • Fabricação de veículos e carroçarias
  • Máquinas e equipamentos
  • Proteína animal
  • Têxtil
  • Tecnologia da informação (TI)
  • Tecnologia da informação e comunicação (TIC)
  • Projeto de circuitos integrados
  • Transporte metroferroviário de passageiros
  • Transporte rodoviário coletivo
  • Transporte rodoviário de cargas
  • Empregos e salários

Fonte: r7

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Mundo

Comunidade judaica repudia nova fala de Lula que classifica ações de Israel como ‘terroristas’

por Redação 14 de novembro de 2023

Representantes da comunidade judaica voltaram a criticar nesta terça-feira (14) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após nova declaração em que ele compara as ações de Israel na guerra com o grupo terrorista Hamas. Ao defender a criação do Estado da Palestina, o petista disse não ser justo nem correto Israel ocupar a Faixa de Gaza e expulsar os palestinos de lá e que a atitude do Exército israelense é “igual ao terrorismo”.

Para o rabino Rav Sany, diretor do Olami Faria Lima, a insistência de Lula revela a necessidade de “conhecer melhor o assunto”. “O presidente insiste em comparar o incomparável: uma organização terrorista como o Hamas, que usa seus próprios cidadãos como escudo humano, com um estado democrático e pluralista, como Israel, que só quer se defender do ataque bárbaro e selvagem, além do desejo de resgatar reféns. Lamento profundamente”. O rabino também sustentou que, ao contrário do que alega Lula, Israel não está atacando os hospitais, “está entregando combustível para funcionar e o Hamas o confisca”.

A nova comparação foi feita nesta terça-feira (14), durante o programa Conversa com o Presidente, nas redes sociais. “É verdade que houve ataque terrorista do Hamas, mas o comportamento de Israel fazendo o que está fazendo com criança, hospital, com mulheres […] é igual ao terrorismo”, declarou Lula.

Em nota, o Instituto Brasil Israel (IBI) manteve a posição contra a avaliação feita por Lula. “É uma pena que o governo do Brasil, diante da tragédia da guerra, perca o equilíbrio e a ponderação, reduzindo a possibilidade de contribuir de maneira decisiva e propositiva com negociações entre as várias partes no conflito”, declarou, completando que a acusação feita pelo presidente “reforça os extremistas de ambos os lados e enfraquece as partes que lutam por um futuro de coexistência para israelenses e palestinos”.

O presidente da Confederação Israelita do Brasil (Conib), Claudio Lottenberg, classificou como “equivocadas e perigosas” as falas de Lula. “Além de equivocadas e injustas, falas como essa do presidente da República são também perigosas. Estimulam entre seus muitos seguidores uma visão distorcida e radicalizada do conflito, no momento em que os próprios órgãos de segurança do governo brasileiro atuam com competência para prender rede terrorista que planejava atentados contra judeus no Brasil”, disse Lottenberg. “A comunidade judaica brasileira espera equilíbrio das nossas autoridades e uma atuação serena que não importe ao Brasil o terrível conflito no Oriente Médio”, acrescentou.

Nesta segunda-feira (13), lideranças políticas e religiosas também rebateram a declaração do presidente. A fala foi classificada por autoridades como equivocada e “fruto de desconhecimento” sobre a “selvageria” do Hamas, que causou mortes de civis e crianças em atentados.

Representantes da comunidade israelita no Brasil reagiram à declaração de Lula. O líder do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel, deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG), definiu o comentário como “equivocado”. Ao R7, ele disse que Lula sabe e conhece a situação de conflito na Faixa de Gaza, “mas não admite a realidade dos fatos”.

O parlamentar também afirmou que os movimentos de Israel e do Hamas são “completamente distintos”. “O Hamas, quando atacou Israel, em nenhum momento avisou civis ou quem quer que seja do ataque, que foi premeditado para atacar civis. Israel, por outro lado, pediu para que os civis palestinos saíssem da Faixa de Gaza. O que percebemos é que o próprio grupo Hamas é que faz as pessoas de escudo humano”, completou.

Durante o programa Conversa com o Presidente desta segunda-feira, Lula insistiu nas críticas a Israel. “Estou percebendo que Israel parece que quer ocupar a Faixa de Gaza e expulsar palestinos de lá; isso não é correto, não é justo. Temos que garantir a criação do Estado da Palestina”, disse.

O presidente executivo do grupo StandWithUs Brasil, André Lajst, disse que as falas de Lula são graves.

“O presidente brasileiro equiparou Israel, um Estado democrático, com um grupo terrorista com intentos abertamente genocidas que massacrou cerca de 1.200 pessoas — dentre elas, três brasileiros — e sequestrou 240 pessoas”, disse a entidade. “Israel não mata ‘inocentes sem nenhum critério’”, acrescentou. O grupo afirma ainda que todas as vidas perdidas nesse conflito são de igual valor, palestinas e israelenses. “E é lastimável que tantos civis inocentes estejam morrendo. Justamente por causa disso, é necessário compreender corretamente as causas dessa tragédia e os verdadeiros responsáveis por ela”, concluiu.

Chegada de brasileiros e familiares
Os 32 brasileiros resgatados da Faixa de Gaza chegaram a Brasília, onde foram recebidos por Lula. O pouso, na noite desta segunda-feira (13), encerrou a longa espera pela repatriação do grupo que ficou mais de um mês retido no enclave onde Israel trava uma guerra contra o grupo terrorista Hamas.

Após a chegada do grupo de 32 pessoas ao Brasil, o petista afirmou que o governo tem responsabilidade de procurar mais brasileiros e parentes de brasileiros que estão no conflito. “O Brasil vai continuar brigando pela paz”, comentou.

ONU
Lula classificou ser “inadmissível” que ainda não tenha sido encontrada uma solução para o conflito. Em sua avaliação, o Brasil fez um trabalho “extraordinário” à frente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) em outubro. Nesse sentido, ele voltou a criticar o direito de veto dos integrantes permanentes do órgão. “A ONU precisa mudar”, comentou. “A ONU de 1945 não vale mais nada em 2023.”

Fonte: r7

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Brasil

Lula e governo têm ‘compromisso com a questão de natureza fiscal’, diz Alckmin

por Redação 8 de novembro de 2023

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem compromisso com a natureza fiscal, dias após o chefe do Executivo afirmar que “dificilmente chegaremos à meta zero até porque não queremos fazer corte de investimentos e de obras”.

“O presidente Lula e o governo do presidente Lula têm compromisso com a questão de natureza fiscal”, afirmou Alckmin a jornalistas nesta quarta-feira (8).

De olho na meta fiscal, o vice-presidente citou a reforma tributária, aprovada na terça-feira (7), pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, e disse estar otimista com aprovação da matéria no Congresso.

“Estamos extremamente otimistas com a aprovação da reforma tributária, acho que está indo bem”, comentou Alckmin.

O responsável pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) compartilhou a visão do Ministério da Fazenda de que a “espinha dorsal” da reforma foi mantida, mas que é preciso ficar de olho nas exceções. “Claro que quanto menos exceções, melhor na preservação do IVA”, ponderou.

A aprovação da reforma tributária se deu após uma série de modificações feitas pelo relator proposta no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM). A quantidade de alterações e as novas exceções criadas levaram a um receio de um aumento na alíquota-padrão a ser criada com a reforma.

Fonte: r7

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Segurança

‘Vamos definitivamente tirar o poder das organizações criminosas’, diz Lula sobre GLO no Rio e em SP

por Redação 7 de novembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na manhã desta terça-feira (7) que o governo federal vai “definitivamente tirar o poder do crime organizado” com o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para os portos do Rio de Janeiro, de Itaguaí (RJ) e de Santos (SP) e para os aeroportos do Galeão (RJ) e de Guarulhos (SP). O texto, que começou a valer nesta segunda (6), foi assinado por Lula na última quarta (1º) e tem validade até maio de 2024.

“A gente está tratando isso com muita seriedade. Estamos combinados com os governadores, com PF, Exército, Marinha, Aeronáutica, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional. Nós vamos definitivamente tirar o poder da organização chamada crime organizado”, afirmou Lula durante o programa Conversa com o Presidente.

Na prática, a GLO autoriza o Exército, a Marinha e a Aeronáutica a agir, nos locais determinados, como a Polícia Federal. As missões do tipo são realizadas exclusivamente por ordem do presidente da República quando as forças tradicionais de segurança pública não são mais capazes de manter a ordem. A GLO concede provisoriamente aos militares autorização para atuar com poder de polícia até o restabelecimento da normalidade.

As ações serão acompanhadas por um comitê integrado pelas Forças Armadas, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Penal Federal, com coordenação dos ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Defesa. Vão atuar 2.000 militares do Exército, 1.100 da Marinha e 600 da Força Aérea.

“Para termos a ‘largueza’ de que precisamos neste momento, o único instituto disponível era a GLO. Esse foi o debate que tivemos por semanas no governo, com pontos de vista diferentes, mas todos concordamos. É uma GLO em áreas federais, apenas, que vai permitir, na prática, que as Forças Armadas façam o que a PF faz”, explicou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, na última quarta (1º).

Presidente havia descartado GLO
No fim de outubro, em um encontro com a imprensa, Lula tinha dito que não haveria intervenção federal na área de segurança nos estados nem decreto de GLO. “Enquanto eu for presidente, não tem GLO. Nós vamos ajudar. Nem a Polícia Federal tem que fazer o papel da polícia do estado”, disse o presidente na ocasião. “Não quero as Forças Armadas nas favelas brigando com bandido. Não quero isso”, afirmou.

Na quarta (1º), o ministro Flávio Dino explicou que a GLO assinada pelo presidente é diferente das que são tradicionalmente decretadas, pois é específica para áreas de atuação do governo federal, e não para locais em que o sistema de segurança é de competência dos governos estaduais.

“Não é recuo, porque a GLO que ele aludiu [no encontro com a imprensa] é a GLO tradicional, a que sempre foi feita, que aí sim implica a atuação das Forças Armadas nas ruas, nos bairros, nas comunidades”, comentou o ministro.

“Se você for ver bem o que ele [Lula] disse, ele mencionou com razão. Não haverá GLO, ou seja, membros das Forças Armadas subindo morro, indo a comunidades e bairros. O que o presidente disse está sendo feito. Só que neste caso estamos fazendo GLO dentro daquilo que já é de nossa responsabilidade, para permitir legalmente que as Forças Armadas possam atuar com as polícias federais. A palavra do presidente está intocada”, completou Dino.

Fonte: r7

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Brasil

Governo estuda ampliar Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda de até R$ 12 mil

por Redação 7 de novembro de 2023

O governo estuda incluir famílias com renda mensal de até R$ 12 mil no Minha Casa, Minha Vida. De acordo com o ministro das Cidades, Jader Filho, a demanda partiu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e visa incluir a classe média no programa habitacional. A declaração do ministro foi feita na transmissão do Conversa com o Presidente, nas redes sociais, nesta terça-feira (7).

“Estamos neste momento em discussão dentro do Ministério das Cidades, da Secretaria Nacional de Habitação, estamos conversando com a Caixa e estamos discutindo com eles para a gente poder fazer uma faixa estendida até R$ 12 mil”, disse o chefe da pasta das Cidades.

“Precisamos atender um maior número de famílias. Quanto mais famílias nós pudermos trazer e elas realizarem o sonho da casa própria, é importante que isso seja atendido”, completou o ministro.

Lula defendeu a ampliação das faixas de renda do programa e disse que o governo deve financiar imóveis para a população que quiser adquirir casas maiores. “Queremos, inclusive, Faixa 4 [no Minha Casa, Minha Vida]. Queremos que pessoas que querem uma casa de três quartos, de quatro quartos, possam ter uma casa financiada pelo governo.”

O ministro das Cidades também afirmou que o governo prevê superar a meta de 2 milhões de unidades habitacionais até o fim do mandato de Lula, em 2026. “Vamos ultrapassar a meta de 2 milhões de unidades habitacionais nestes próximos quatro anos”, disse.

Jader Filho declarou, ainda, que os mutuários do Minha Casa, Minha Vida que também são beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e do Bolsa Família terão os contratos de financiamento quitados.

Fonte: r7

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Segurança

GLO em portos e aeroportos começa nesta segunda; veja como vai funcionar

por Redação 6 de novembro de 2023

O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para os portos do Rio de Janeiro, de Itaguaí (RJ) e de Santos (SP) e para os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e de Guarulhos, em São Paulo, começou a valer nesta segunda-feira (6). O texto foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última quarta-feira (1º) e tem validade até maio de 2024.

O decreto estabelece a criação de uma operação integrada de combate ao crime organizado. A atuação das Forças Armadas nos locais com GLO decretada ocorrerá em articulação com a Polícia Federal.

Na prática, o texto autoriza o Exército, a Marinha e a Aeronáutica a agir, nos locais determinados, como a Polícia Federal. As missões de GLO são realizadas exclusivamente por ordem do presidente da República quando as forças tradicionais de segurança pública não são mais capazes de manter a ordem.

A GLO concede provisoriamente aos militares autorização para atuar com poder de polícia até o restabelecimento da normalidade.

“Chegou a uma situação muito grave. A violência a que temos assistido desagrada a cada dia que passa. Foi preciso tomar uma decisão para que o governo federal participe ativamente, com todo o potencial, para ajudar governos dos estados e o Brasil a se livrar do crime organizado, das quadrilhas e do tráfico de drogas e de armas. Espero que dê certo. A GLO valerá até maio de 2024, e, se for necessário reforçar em mais portos e aeroportos, vamos reforçar”, afirmou Lula.

“Não vamos substituir polícias estaduais”, disse o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. “O que estamos fazendo é apoiá-las.” De acordo com ele, a decisão de implementar GLO em pontos específicos foi tomada de maneira articulada entre os ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Defesa e de Portos e Aeroportos, bem como pelos comandos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

“Para termos a ‘largueza’ de que precisamos neste momento, o único instituto disponível era a GLO. Esse foi o debate que tivemos por semanas no governo, com pontos de vista diferentes, mas todos concordamos. É uma GLO em áreas federais, apenas, que vai permitir, na prática, que as Forças Armadas façam o que a PF faz”, disse Dino.

Lula informou ainda que o Exército e a Aeronáutica vão fortalecer as ações nas faixas de fronteira, com ênfase no Paraná, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, em articulação com a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal. “Nesse caso, não é necessário GLO”, explicou o presidente.

As ações serão acompanhadas por um comitê integrado pelas Forças Armadas, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Penal Federal, com coordenação dos ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Defesa. Vão atuar 2.000 militares do Exército, 1.100 da Marinha e 600 da Força Aérea.

Presidente havia descartado GLO
Na última sexta-feira (27), em um encontro com a imprensa, Lula tinha dito que não haveria intervenção federal na área de segurança nos estados nem decreto de GLO. “Enquanto eu for presidente, não tem GLO. Nós vamos ajudar. Nem a Polícia Federal tem que fazer o papel da polícia do estado”, disse o presidente na ocasião. “Eu não quero as Forças Armadas nas favelas brigando com bandido. Eu não quero isso”, afirmou.

Na quarta (1º), o ministro Flávio Dino explicou que a GLO assinada pelo presidente é diferente das que são tradicionalmente decretadas, pois é específica para áreas de atuação do governo federal, e não para locais em que o sistema de segurança é de competência dos governos estaduais.

“Não é recuo, porque a GLO que ele aludiu [no encontro com a imprensa] é a GLO tradicional, a que sempre foi feita, que aí sim implica a atuação das Forças Armadas nas ruas, nos bairros, nas comunidades”, comentou o ministro.

“Se você for ver bem o que ele [Lula] disse, ele mencionou com razão. Não haverá GLO, ou seja, membros das Forças Armadas subindo morro, indo a comunidades e bairros. O que o presidente disse está sendo feito. Só que neste caso estamos fazendo GLO dentro daquilo que já é de nossa responsabilidade, para permitir legalmente que as Forças Armadas possam atuar com as polícias federais. A palavra do presidente está intocada”, completou Dino.

Fonte: r7

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Brasil

Lula sanciona lei para retomar 11 mil obras inacabadas nas áreas de educação e saúde

por Redação 1 de novembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sanciona nesta quarta-feira (1º) uma lei que retoma obras e serviços de infraestrutura educacional e da saúde. Serão mais de 11 mil contratos que podem ser contemplados. Para finalizar as obras, será necessária a manifestação de interesse por parte de estados e municípios.

“O pacto prevê permissões para que novos recursos sejam transferidos para a conclusão das estruturas, mesmo se o valor original tiver sido todo repassado, e assegura que os recursos possam ser aportados pela União, pelo ente responsável pela obra e, nos casos de obras municipais, também pelo estado”, explica o governo federal.

O texto com as regras de retomada prevê atingir 5.662 obras no campo da educação e 5.489 no da saúde. Haverá critérios para determinar a ordem de execuções, entre eles o percentual que ainda falta para ser concluído o serviço, o ano de contratação, se a instituição atende comunidades rurais, indígenas ou quilombolas, se o município sofreu desastres naturais nos últimos dez anos.

Quando contemplada com o recurso, a obra terá 24 meses para ser concluída, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo prazo.

O Ministério da Educação estima investimento de R$ 6,2 bilhões. O valor será distribuído em quatro anos, e R$ 458 milhões já estão previstos para 2023. Na lista das obras que podem ser contempladas estão unidades de educação infantil, ensino fundamental, profissionalizante, além de novas quadras de esporte e reformas e ampliação de estruturas.

Para a saúde, a previsão é de reformas e ampliação de Unidades Básicas de Saúde (UBS), além de construção e melhorias de Unidades de Pronto Atendimento (UPA), redes Cegonha e Neonatal, Ambiência, Centro Especializado em Reabilitação (CER) e Oficina Ortopédica. São obras e serviços de engenharia financiados pelo Ministério da Saúde por transferências fundo a fundo.

Aldir Blanc e Fies
Além das regras para a retomada de obras em educação e saúde, a lei estabelece diretrizes para a aplicação de recursos da Política Aldir Blanc, voltada para a cultura. O montante poderá ser usado em construção, ampliação, reforma e modernização de espaços culturais, além de aquisição de equipamentos e acervos direcionados a essa área.

O texto também traz mudanças na Lei do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), com o objetivo de criar condições mais favoráveis para facilitar contratos de financiamento estudantil que estão atrasados. De acordo com o governo federal, há 1,2 milhão de contratos inadimplentes no Fies, com saldo devedor de R$ 54 bilhões.

Fonte: r7

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Brasil

Exoneração de Rita Serrano da presidência da Caixa é publicada no Diário Oficial desta segunda

por Redação 30 de outubro de 2023

A exoneração de Rita Serrano da presidência da Caixa foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (30). A saída foi anunciada na última quarta (25), após uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Rita será substituída por Carlos Antônio Vieira Fernandes, funcionário aposentado do banco ligado ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

Após a confirmação da troca, a ex-presidente do banco afirmou que enfrentou o desafio de “ser mulher em espaços de poder” nos dez meses em que ocupou o cargo. “Ser mulher em espaços de poder é algo sempre desafiador. Não foi fácil ver meu nome exposto durante meses a fio na imprensa”, escreveu ela.

“Espero deixar como legado a mensagem de que é preciso enfrentar a misoginia, de que é possível uma empregada de carreira ser presidente de um grande banco e entregar resultados, de que é possível ter um banco público eficiente e íntegro, de que é necessário e urgente pensar em outra forma de fazer política e ter relações humanizadas no trabalho”, declarou Rita.

Servidora do banco desde 1989, Rita afirmou que voltará a ser bancária. Ela sofria desgaste no governo e no mundo político desde o primeiro semestre, e seu cargo já era negociado desde julho.

Novo presidente é funcionário aposentado
Na Caixa, Rita Serrano será substituída por Carlos Antônio Vieira Fernandes, funcionário aposentado do banco. Anunciado por Lula nesta quarta-feira, ele foi ministro interino em duas pastas durante a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Fernandes foi secretário-executivo dos ministérios das Cidades e da Integração Nacional na gestão de Dilma. Na pasta das Cidades, o novo presidente da Caixa atuou entre novembro de 2013 e fevereiro de 2015 e, na da Integração Nacional, entre fevereiro de 2015 e abril de 2016.

Fonte: r7

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Segurança

‘Não quero as Forças Armadas nas favelas brigando com bandido’, diz Lula, sobre atuação federal no Rio

por Redação 27 de outubro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (27), em encontro com a imprensa, que não haverá intervenção federal na área de segurança nos estados. “Enquanto eu for presidente, não tem GLO [Garantia da Lei e da Ordem]. Nós vamos ajudar. Nem a PF tem que fazer o papel da polícia do estado”, disse o presidente. […] Eu não quero as Forças Armadas nas favelas brigando com bandido. Eu não quero isso”, afirmou.

As missões de GLO são realizadas exclusivamente por ordem da Presidência da República quando as forças tradicionais de segurança pública não são mais capazes de manter a ordem. A GLO concede provisoriamente aos militares autorização para atuar com poder de polícia até o restabelecimento da normalidade.

Lula disse também que tem uma boa relação com as Forças Armadas. “Militar não é melhor que civil e civil não é melhor que militar. O que nós queremos é que as Forças Armadas cumpram a sua missão constitucional”, afirmou. “O que aconteceu no 8 de Janeiro foi um desvio por conta de um governante que sabia tudo, menos governar. Não tinha nada de republicano na cabeça dele”, disse. “O militar tem uma escolha. Ele quer ser político, sai e vira político. Vamos garantir isso. Forças Armadas têm uma missão nobre. […] Não podemos julgar as Forças Armadas pelo 8 de Janeiro. Quero recuperar as instituições do país”, concluiu.

Está previsto para a próxima segunda-feira (30) um encontro de Lula com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) e o ministro da Defesa, José Mucio Monteiro Filho para discutir a atuação do governo federal na crise de segurança no estado do Rio de Janeiro.

Fonte: r7

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