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mulheres

Brasil

Expectativa de vida do brasileiro sobe de 72,8 para 75,5 anos, mas segue abaixo do nível pré-pandemia

por Redação 29 de novembro de 2023

Após dois anos de queda devido aos impactos da pandemia de Covid-19 na saúde pública, a expectativa de vida ao nascer no Brasil voltou a crescer. A atualização, apresentada nesta quarta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostra que a longevidade aumentou 2,6 anos, de 72,8 para 75,5 anos, entre 2021 e 2022.

“Espera-se que um recém-nascido no ano de 2022 viva, em média, 75,5 anos, caso este vivencie os níveis de mortalidade, ao longo de sua vida, semelhantes aos que a população apresentou em 2022, em cada idade”, avalia o estudo.

O aumento da expectativa de vida, no entanto, ainda não reverte a redução de 3,4 anos estimada nos dois primeiros anos da crise sanitária que causou mais de 700 mil mortes no Brasil desde 12 de março de 2020.

Tal movimento interrompeu a sequência de aumento da esperança de vida ao nascer apurada entre 2011 e 2019, período em que a estimativa de longevidade mostrada pela Tábua de Mortalidade saltou 2,3%, de 74,5 para 76,2 anos.

Mesmo com uma redução maior, de 69,2 para 72 anos, os homens permanecem com uma expectativa de vida menor do que a das mulheres, que passou de 76,5 para 79 anos. Com as evoluções, a diferença caiu de 7,3 para 7 anos.

“Os óbitos ainda não voltaram ao nível da tendência histórica da década anterior, devido aos efeitos da pandemia de Covid-19, mas já estão diminuindo, e as estimativas de mortalidade sintéticas refletem essa situação”, revela o estudo.

Evolução dos óbitos
O estudo mostra ainda o progresso do número de mortes contabilizadas anualmente em território nacional. Conforme a Tábua de Mortalidade, houve um aumento gradual nos registros do total de óbitos no Brasil ao longo das décadas de 2000 e 2010, passando de menos de 1 milhão de óbitos registrados em 2000 para cerca de 1,349 milhão em 2019.

Em 2020, ano de chegada da pandemia do novo coronavírus, é observado um aumento significativo no número absoluto de óbitos registrados (1,556 milhão). O valor salta 17,7% no ano seguinte e atinge o extremo, de 1,832 milhão de mortes entre janeiro e dezembro.

No ano passado, o valor absoluto de óbitos registrados recuou para 1,542 milhão, mas ainda permanece em níveis elevados em relação à tendência histórica pré-pandemia. O movimento deve persistir nos próximos anos.

“Os próximos anos devem ser marcados pela redução do excedente de óbitos entre os idosos, como reflexo da redução dos óbitos por Covid-19, ao mesmo tempo em que deverá haver aumento nos óbitos em relação ao observado no período que precedeu os anos de pandemia, devido ao envelhecimento populacional”, prevê o IBGE.

Fonte: r7

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Segurança

Mulheres são presas acusadas de atuarem como isca para sequestros em São Paulo

por Redação 3 de novembro de 2023

A polícia de São Paulo prendeu sete pessoas acusadas de integrar uma quadrilha de sequestros. Entre os detidos estão duas jovens que teriam a função de aplicar o chamado “golpe da sedução”, abordando homens em casas noturnas e os convencendo a sair com elas. No caminho até o suposto apartamento das jovens, eles eram interceptados pelos demais criminosos do bando e levados a um cativeiro na zona oeste da capital.

As jovens, identificadas como Beatriz e Mariana, foram presas em flagrante pelos crimes de organização criminosa, porte de arma e receptação dolosa.

A abordagem das vítimas funcionaria da seguinte forma. A dupla de mulheres era orientada pelos outros suspeitos, que ficavam do lado de fora das baladas. Eles avisavam as jovens sobre a chegada de clientes com carros de luxo, ou itens como relógios caros e roupas de grife.

Elas, então, aproximam-se das vítimas. Simulavam a paquera, envolviam os homens com conversas sensuais e propunham para sair dali. O endereço seria a casa de uma delas em um bairro nobre, para que as vítimas não desconfiassem. No meio do caminho, aconteceria o sequestro.

Segundo o delegado Milton Toschi Junior, em um dos casos, dois homens foram levados para o cativeiro, onde foram torturados e tiveram que fazer transferências. O prejuízo foi de R$ 50 a R$ 100 mil.

Alguns dias depois, elas voltaram à mesma casa noturna para aplicar o mesmo golpe. No caminho para a armadilha, no entanto, a vítima percebeu a movimentação dos criminosos e conseguiu fugir.

Antes da prisão da dupla de “bonitonas”, uma outra integrante do grupo já havia sido detida no local do cativeiro. Lá, as vítimas eram deixadas num colchão velho e sujo. No local, pelo menos duas vítimas foram mantidas e obrigadas a realizar transferências bancárias para serem libertadas.

De acordo com a polícia, quatro mulheres e três homens faziam parte do grupo criminoso. Entre eles, o namorado de Beatriz. Diego foi detido ao lado dos comparsas. Com eles, a polícia encontrou um revólver, celulares roubados e relógios, possivelmente das vítimas.

A polícia investiga agora se o bando fez outras vítimas.

A equipe de reportagem não conseguiu localizar o advogado de defesa das suspeitas. O espaço permanece aberto para possível manifestação.

Fonte: r7

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Sem categoria

Brasil tem 6 milhões de mulheres a mais do que homens, mostra Censo

por Redação 27 de outubro de 2023

A população brasileira é formada por 104,5 milhões de mulheres (51,5%) e 98,5 milhões de homens (48,5%), segundo dados do Censo Demográfico 2022 divulgados nesta sexta-feira (27). A diferença, estimada em 6 milhões de habitantes, é 52,6% maior do que a apurada em 2010, quando o Brasil tinha 3,9 milhões a mais de residentes do sexo feminino.

Conforme os números, apenas os estados do Acre, Tocantins, Roraima e Mato Grosso têm mais homens do que mulheres. Por outro lado, o Rio de Janeiro é o estado com maior proporção de habitantes do sexo feminino, com 89,4 mulheres para cada homem.

A evolução confirma a tendência observada desde o Censo de 1940, quando a população feminina superou a masculina. O relatório anterior, realizado em 1920, mostrava que existiam 250 mil homens a mais do que mulheres no Brasil.

Com os aumentos, é possível também notar que a diferença disparou 1.152% desde 1970, ao passar de 480.346 para os atuais 6.015.894. Na época, o país era habitado por 46,8 milhões de mulheres e 46,3 milhões de homens.

Os resultados acentuam a tendência histórica de predominância feminina na composição da população do Brasil, como mostra o indicador de razão de sexo desde 1980, quando existiam 98,7 homens para cada 100 mulheres. Em 2022, a razão de sexo era de 94,2 homens para cada 100 mulheres.

Segundo o IBGE, a análise da distribuição da população por idade e sexo fornece subsídios para o cálculo de uma série de indicadores demográficos, que permitem “avaliar as mudanças e tendências do perfil demográfico da população ao longo do tempo”.

Os valores também são essenciais para o planejamento de políticas públicas que visam ao atendimento das necessidades de grupos específicos a serem considerados nos processos de avaliação de diversos programas sociais e econômicos.

Em 2022, o Censo Demográfico mostrou que o ritmo de crescimento populacional no Brasil manteve a tendência de queda nos anos 1970 e avançou apenas 6,45% no período de 12 anos. Com o menor aumento da história, a população total alcançou 203.062.512 de habitantes.

Regiões
De acordo com o Censo, todas as grandes regiões mantêm a tendência de redução da razão de sexo ao longo dos anos. O Norte, por sua vez, apresentou em 2022, pela primeira vez, uma população masculina menor do que a feminina. Já o Sudeste se manteve com a menor proporção desde 2000.

Segundo o IBGE, a análise mostra maior quantidade de homens desde o nascimento até os 19 anos. “Essa maior incidência de homens nas primeiras idades é uma consequência do maior nascimento de crianças do sexo masculino em relação àquelas do sexo feminino”, revela o estudo.

O maior contingente de homens diminui com a idade devido à sobremortalidade masculina, mais intensa na juventude, devido às mortes por causas externas. “A partir do grupo etário de 25 a 29 anos, a população feminina se torna majoritária em todas as regiões, intensificando-se nas idades mais avançadas, devido à menor mortalidade das mulheres também nessas idades”, afirma o Censo.

Envelhecimento
Os novos dados revelados nesta sexta-feira também evidenciam o envelhecimento da população brasileira. No período de 12 anos, a população com 65 anos ou mais disparou 57,4% e passou a representar 10,9% do total de habitantes do país, a maior taxa desde 1872, ano de realização do primeiro registro censitário nacional.

Na contramão, o percentual de crianças de até 14 anos, que era de 38,2% em 1980, passou para 19,8% em 2022. Tais alterações fazem a pirâmide etária do Brasil perder, a partir dos anos 2000, seu formato. Diante das mudanças, a idade mediana dos brasileiros passou de 29 para 35 anos nos últimos 12 anos, o que evidencia o envelhecimento da população.

O Índice de Envelhecimento, que mostra a proporção de idosos de 65 anos ou mais para cada grupo de 100 crianças de idade de 0 a 14 anos, passou de 30,7 para 55,2. O valor representa que há, aproximadamente, duas crianças para cada idoso.

Fonte: r7

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Feminicidio

Brasil registra mais de mil feminicídios por ano desde 2017

por Redação 25 de setembro de 2023

O Brasil registrou mais de mil casos de feminicídio por ano de 2017 a 2022. Nos últimos seis anos, 7.772 mulheres foram vítimas deste crime em todo o país, segundo dados do Fórum de Segurança Pública. O número vem crescendo desde que a lei foi criada, em março de 2015, e o Distrito Federal já registrou mais ocorrências nos primeiros oito meses de 2023 do que em todo o ano passado.

Ano a ano, o país registra uma curva ascendente de casos, batendo recordes de ocorrência — em 2022, foram 1.437 registros, já em 2021, 1.347. As informações foram publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2023.

Dados também mostram que, desde que a lei foi criada, 9.150 mulheres foram mortas em casos de feminicídio. O número representa, em média, três mulheres mortas por dia no país nos últimos oito anos pelo fato de serem mulheres. O estudo também mostra que, em 35,6% dos casos de homicídio em que a vítima é mulher, a ocorrência é tipificada como feminicídio.

Em 2022, os estados que mais registraram o crime foram São Paulo (195), Minas Gerais (171), Rio de Janeiro (111), Rio Grande do Sul (110) e Bahia (107). Já quando se leva em conta a proporcionalidade dos casos, Rondônia (3,1 a cada 100 mil mulheres), Mato Grosso do Sul (2,9 a cada 100 mil mulheres), e Acre (2,6 a cada 100 mil mulheres) aparecem como os destaques negativos.

Distrito Federal
O Distrito Federal segue a tendência de alta nacional e já ultrapassou em 2023 o total de casos registrados em todo o ano passado. Até agosto, 25 mulheres foram vítimas de feminicídio na capital federal. Dados da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF) mostram que, desde 2015, o DF registrou 175 mortes pelo crime.

Em um dos casos mais emblemáticos do ano, a policial civil da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) Valderia da Silva Barbosa Peres, de 46 anos, foi assassinada pelo ex-companheiro, na tarde de 11 de agosto.

Valderia foi morta em casa com 54 facadas na região do tórax. Ela foi encontrada por um dos filhos. A policial e Leandro Peres Ferreira estavam juntos havia cerca de dez anos e passavam por um processo de separação. Segundo um dos filhos da policial civil, o homem tinha saído de casa há aproximadamente um mês, mas insistia em reatar o relacionamento.

Retratos do feminicídio

Segundo a SSP-DF, a vítima mais nova deste tipo de crime tinha 2 anos, e a mais velha, 69 anos. Além disso, 137 mulheres eram mães, e os crimes deixaram 334 órfãos desde a criação da lei — 63% deles eram menores de idade na época do crime.

A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão (PP), assinou no começo deste mês duas leis de valorização e segurança das mulheres da capital do país. Uma delas garante um auxílio aos órfãos desse crime. A assistência pode chegar a até um salário mínimo — que hoje é de R$ 1.320 — e vai ser repassada aos tutores legais de crianças e adolescentes que perderam a mãe. Os beneficiários podem ter até 21 anos — caso comprovem a situação vulnerável em que vivem — ou até 18 anos, além de mostrar o comprovante de renda.

Lei do feminicídio
Em vigor desde 2015, a lei do feminicídio qualifica como este tipo de crime o homicídio de mulheres devido a sua condição de gênero. A legislação considera feminicídio quando o assassinato envolve violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher da vítima.

A nova legislação alterou o Código Penal e estabeleceu o feminicídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio. Também modificou a Lei de Crimes Hediondos, para incluir o feminicídio na lista.

Canais de denúncia

  • Disque Denúncia – Ligue 197 ou (61) 98626-1197 (WhatsApp)
  • Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher – (61) 3207-6172/ 3207-6195 – Funcionam 24 Horas
  • PMDF – Ligue 190
  • Núcleo de Gênero do MPDFT – (61) 3343-6086 e (61) 3343-9625
  • Núcleo de Assistência Jurídica de Defesa da Mulher (Nudem) da Defensoria Pública – WhatsApp (61) 999359-0032

Campanha “Feminicídio. Para toda vida, respeito!”
A Record TV Brasília lançou, nesta quinta-feira (14), a campanha “Feminicídio. Para toda vida, respeito!”, contra o feminicídio e a violência contra a mulher. A iniciativa tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a urgência de combater esse tipo de crime, que, neste ano, até agora, fez 26 vítimas no Distrito Federal. O evento de lançamento da iniciativa contou com a presença de autoridades, empresários e personalidades.

A campanha será veiculada na programação da TV, de rádios, jornais impressos, portais, redes sociais e mídias do exterior entre os dias 14 e 30 de setembro. Além disso, o jornalismo da Record TV Brasília fará uma série de reportagens sobre o tema, e o Portal R7 está preparando um editorial especial dedicado à questão de maneira mais abrangente.

Fonte: r7

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Emprego

Governo cria selo para empresas que reservarem vagas para mulheres vítimas de violência

por Redação 21 de setembro de 2023

O governo federal criou o selo “Empresa Amiga da Mulher” para incentivar a inclusão profissional de mulheres, em especial as que foram vítimas de violência doméstica e familiar. Segundo o texto, a empresa deve cumprir ao menos dois requisitos dos quatro propostos (veja quais são abaixo). O novo projeto foi sancionado pelo então presidente em exercício, Geraldo Alckmin, e publicado no Diário Oficial desta quinta-feira (21).

O selo terá validade mínima de dois anos, mas pode ser renovado caso a empresa comprove que manteve ou ampliou as práticas de inclusão. São elas:

  • Reservar, no mínimo, 2% do quadro de pessoal para a contratação de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, garantido o anonimato dessa condição;
  • Possuir política de ampliação da participação da mulher na ocupação dos cargos da alta administração;
  • Adotar práticas educativas e de promoção dos direitos das mulheres e de prevenção da violência doméstica e familiar, nos termos do regulamento; e
  • Garantir a equiparação salarial entre homens e mulheres.

A lei também especifica que cargos da “alta administração” são as vagas de administradora, diretora e membro do conselho de administração, do conselho fiscal ou do comitê de auditoria.

O selo vai ser considerado na avaliação da empresa em caso de participação em uma licitação ou contratos administrativos públicos.

Fonte: r7

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Segurança

Para visitar o mesmo detento, ex e atual brigam na fila de presídio em MS

por Redação 28 de agosto de 2023

Duas mulheres brigaram, no sábado (26), para visitar o mesmo detento no Instituto Penal de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul. A confusão aconteceu na fila da instituição, diante de outras pessoas, que teriam incentivado o desentendimento.

Imagens gravadas por quem estava no local mostram as duas mulheres brigando. A confusão, que começa em pé, vai parar no chão, com tapas e puxões de cabelo.

A Agepen-MS (Agência Estadual de Administração Penitenciária de Mato Grosso do Sul) informou que as duas mulheres envolvidas na briga eram a atual e a ex-companheira de um dos detentos.

Um dos servidores do Instituto Penal de Campo Grande tentou apartar a discussão, mas não conseguiu evitar que a briga acontecesse posteriormente.

Em nota, a Agepen-MS instruiu a mulher atacada a registrar um boletim de ocorrência contra a agressora.

Fonte: r7

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BrasilSegurança

‘Me senti humilhada’, diz mulher que denunciou suspeito de gravar jovens de saia em shopping

por Redação 7 de junho de 2023

Uma mulher denunciou à polícia ter sido perseguida por um suspeito que gravou imagens dela em um shopping na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, no fim de semana.

Segundo informações da Record TV Rio, a vítima estava passeando com o namorado quando percebeu a ação. O casal foi até o homem e encontrou a câmera no casaco dele.

A mulher contou que, ao abordar o suspeito, chegou a dizer que deixaria ele ir embora se o vídeo dela fosse apagado. Neste momento, ela aproveitou para ver o conteúdo e puxou a câmera da mão dele.

Em um vídeo, a vítima mostrou trechos armazenados e relatou que o homem filmava os corpos de várias jovens que vestiam saias.

De acordo com a mulher, o homem gravou cerca de oito minutos da movimentação dela no shopping.

“A gente se sente humilhada, porque simplesmente você sai na rua, você está usando a roupa que você quer, e isso não é um convite para alguém desrespeitar o seu corpo”.

A segurança do shopping foi acionada. O homem foi detido e levado para a delegacia. O caso foi registrado na 16ª DP (Barra da Tijuca) como importunação sexual.

A defesa do suspeito disse que a verdade será provada ao final do processo, que está sob sigilo.

Fonte: r7

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EconomiaSão Paulo

Banco do Povo disponibiliza mais de R$ 75 milhões para empreendedorismo feminino

por Redação 31 de maio de 2023

Com o objetivo de oferecer maior facilidade de acesso ao crédito para o empreendedorismo feminino, o Banco do Povo, programa do Governo do Estado de São Paulo gerenciado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, já disponibilizou, de janeiro a abril deste ano, mais de R$ 75 milhões, um aumento de 8,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Ao todo, cerca de 4,5 mil mulheres empreendedoras foram beneficiadas, 9,6% a mais se comparado com o mesmo recorte de 2022.

A empreendedora Diana Rino, moradora da capital paulista, é uma das beneficiadas. Ela buscou a linha Empreenda Mulher, do Banco do Povo, para impulsionar sua consultoria para empresas de arquitetura. “Acho muito bom o suporte que o programa oferece para as mulheres, e isso me ajudou muito. Além disso, ele incentiva a independência financeira. Peguei o crédito para organizar a minha empresa na parte de gestão tecnológica, marketing digital e mentoria”, conta.

Para ter acesso ao microcrédito, que pode chegar a até R$ 21 mil, é necessário concluir um dos cursos de qualificação selecionados e oferecidos pelos parceiros na iniciativa. Os cursos oferecidos são de formalização, marketing digital e educação financeira, para que a empresária possa administrar melhor o negócio e impulsioná-lo no mercado.

A linha Empreenda Mulher conta com três modalidades de crédito. Veja na imagem abaixo.

Como ter acesso ao benefício?

Podem participar mulheres com mais de 18 anos e residentes no estado de São Paulo, que são empreendedoras, sem restrição de crédito e que tenham realizado uma das qualificações disponibilizadas pelo programa. Para se inscrever, a empreendedora deve acessar a página do Programa Empreenda Mulher no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e seguir o passo a passo.

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FeminicidioGuarulhos

Governo altera Lei Maria da Penha para garantir medidas protetivas de urgência a partir da denúncia

por Redação 20 de abril de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou mudanças na Lei Maria da Penha. A partir de agora, as medidas protetivas de urgência serão concedidas no momento em que a mulher que for vítima de violência fizer a denúncia a autoridades policiais. A medida foi publicada nesta quinta-feira (20) no Diário Oficial da União.

O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados no mês passado. Segundo o texto, as medidas protetivas ficarão em vigor enquanto houver riscos à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da vítima ou de seus dependentes.

A lei também prevê que a proteção será concedida independentemente da tipificação penal da violência, do ajuizamento de ação penal ou cível, da existência de inquérito policial ou do registro de boletim de ocorrência.

A mudança na legislação também garante que a Lei Maria da Penha seja aplicada em todos os casos de violência doméstica e familiar “independentemente da causa ou da motivação” e da condição do agressor ou da vítima.

Violência doméstica
A Lei Maria da Penha, que completou 16 anos em agosto de 2022, tipifica a violência doméstica contra a mulher e abrange violações que vão desde lesões, sofrimento físico, sexual ou psicológico, dano moral ou patrimonial, até a morte, motivada pelo gênero da vítima.

Em outubro do ano passado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou o balanço da Operação Maria da Penha, realizada no ano passado em todo o país. A ação, que tinha o objetivo de combater a violência doméstica, terminou com 12.855 suspeitos presos por agressões e casos de feminicídio.

A operação ocorreu entre agosto e setembro de 2022, com 220 mil agentes de segurança envolvidos nas ações. Nesse período, 58.340 boletins de ocorrência com denúncias do tipo foram registrados e motivaram a concessão de 41,6 mil medidas protetivas às vítimas ameaçadas.

Fonte: r7

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FeminicidioGuarulhos

Busca no JusBrasil: mulheres investigam histórico criminal de homens antes de encontros

por Redação 27 de março de 2023

É normal o primeiro encontro gerar grandes expectativas e ansiedade, principalmente quando o date é marcado por meio de um aplicativo de relacionamento. Algumas mulheres ouvidas pelo R7 contam que criaram o hábito de verificar o histórico dos homens para evitar possíveis surpresas e até mesmo situações de violência. O site JusBrasil, o Linkedin e o Google são algumas das ferramentas utilizadas.

A servidora pública Marina* compartilha que, em fevereiro, descartou um possível encontro com um homem ao descobrir três processos por violência doméstica e um por invasão a domicílio contra ele, após consulta no Jusbrasil. A ação mais recente era de 2017.

Moradora do interior de São Paulo, a jovem relata que conheceu o rapaz na academia. Em um determinado dia, ele decidiu puxar assunto com Marina e começou a segui-la no Instagram, além de sugerir que eles saíssem durante o feriado de Carnaval.

Ao ter acesso ao nome completo e à profissão do homem pelo perfil da rede social, a servidora decidiu fazer uma busca na internet e teve uma desagradável surpresa, que “acendeu um alerta”. Caso se encontrasse com ele, Marina poderia correr o risco de sofrer algum tipo de violência.

“As mulheres têm que ter esse hábito de procurar o máximo de informações antes de sair com alguém e também ter cuidado com um possível homônimo durantes as buscas. A gente evita entrar em uma roubada”, reitera.

Comportamento
Ao R7, a advogada Fernanda Salvatore, de 26 anos, conta que há alguns anos usa aplicativos de relacionamento para encontrar possíveis pretendentes na capital paulista.

“Eu costumo conversar pelo chat do aplicativo e não informo meu número de WhatsApp logo de cara. Então, começo a dar uma stalkeada nas redes sociais, além de pesquisar o nome pelo Google. Se tem algum processo criminal, vai aparecer pelo Jusbrasil. Caso eu encontre algo, uso meu login de advogada para consultar o processo”, explica.

Além de verificar possíveis antecedentes criminais, Fernanda tem uma dica de ouro: a análise do comportamento. Para a advogada, há sinais de conduta e de fala que são tão preocupantes “que nem é necessário ir até o Jusbrasil para eliminar a pessoa” de um encontro.

“Há muitos casos de violência doméstica que não vão para a frente. A vítima chega a fazer o boletim de ocorrência, mas o caso não termina na Justiça”, alerta a advogada, especialista em direito de família. Caso o homem tenha ex-mulher ou filhos, é importante “descobrir como são essas relações e se há alguma ação judicial em andamento”.

Fernanda também ressalta que há muitos processos, principalmente da Vara de Família, que tramitam em segredo de Justiça. Dessa forma, em uma consulta pelo Jusbrasil não é possível acessá-los e por isso é importante prestar atenção no comportamento dos possíveis pretendentes.

Experiência
A advogada Giovana* atribui o hábito de fazer “varreduras” na vida dos dates às suas experiências profissionais. Atualmente, ela trabalha em uma empresa multinacional, especializada em auditoria e consultoria. Nos primeiros anos de graduação, fez um estágio na Polícia Federal de São Paulo.

Acostumada com atividades que exigem faro investigativo, Giovana aplica essas habilidades à vida amorosa. “Eu olho tudo o que posso. Pesquiso no Jusbrasil, no Tribunal de Justiça, até o CNPJ”, afirma. Apesar de ser ilegal, a advogada confessa que já pediu a amigos policiais que consultassem o sistema e olhassem a ficha de alguns homens em busca de algum crime.

Giovana também divide outras dicas para fugir de enrascadas ou situações perigosas: marcar encontros em locais públicos, nunca ir até a casa do predentende no primeiro encontro nem levá-lo para casa.

Fonte: r7

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