Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
segunda-feira, março 9, 2026
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal Impresso
@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Brasil

Brasil

Bolsonaro e Moro ensaiam reaproximação estratégica no Paraná após rompimento público

por Redação 13 de fevereiro de 2026

O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, avalia apoiar a candidatura do senador Sergio Moro (União Brasil) ao governo do Paraná. A articulação busca consolidar um palanque competitivo no estado contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diante da liderança de Moro nas pesquisas de intenção de voto. A movimentação também surge como resposta ao plano do governador Ratinho Junior (PSD) de disputar o Palácio do Planalto, cenário que pode fragmentar a base conservadora no estado.

Aliados de Flávio consideram improvável uma composição com Ratinho no Paraná e enxergam em Moro um nome capaz de fortalecer a campanha presidencial no estado. O governador, por sua vez, deve apoiar um correligionário para sua sucessão.

A eventual aliança representaria um novo capítulo na reaproximação entre Moro e a família Bolsonaro, após a ruptura em 2020. À época, o então ministro da Justiça deixou o governo alegando a necessidade de “preservar a biografia”, em meio a um embate com o ex-presidente Jair Bolsonaro sobre o comando da Polícia Federal.

Procurado, Moro não comentou a possível composição. Nesta semana, declarou que sua candidatura ao governo do Paraná é “irreversível”, em meio a disputas internas na federação União-PP. O presidente do Progressistas, Ciro Nogueira, chegou a descartar apoio ao ex-juiz na corrida pelo Palácio Iguaçu.

No campo oposicionista, o diretório estadual do PT anunciou apoio ao deputado estadual Requião Filho (PDT). A chapa ligada ao presidente Lula no estado inclui ainda a ministra Gleisi Hoffmann (PT) na disputa pelo Senado.

Já no grupo de Ratinho Junior, três nomes do PSD aparecem como opções: o secretário das Cidades, Guto Silva, considerado o favorito pela proximidade com o governador; o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi; e o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca, também sondado por outras legendas.

Ruptura e reaproximação

Moro deixou o governo Bolsonaro em abril de 2020 após criticar a exoneração do então diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, apontado como seu aliado. Durante sua passagem pelo ministério, enfrentou desgaste com o vazamento de mensagens trocadas com procuradores da Lava-Jato, perdeu o controle sobre o Coaf e viu seu pacote anticrime ser desidratado no Congresso.

Em 2022, porém, houve uma inflexão. Moro apoiou Bolsonaro no segundo turno contra Lula e participou de debate ao lado do então presidente. Desde então, o senador tem feito gestos públicos de aproximação. Em setembro, mencionou “dúvidas razoáveis” e apontou “penas excessivas” ao comentar a condenação de Bolsonaro no caso da trama golpista.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Polícia Federal

Relatório da PF expõe fissuras entre Polícia Federal, PGR e STF no caso Master

por Redação 13 de fevereiro de 2026

A entrega de um relatório de cerca de 200 páginas pela Polícia Federal (PF) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, evidenciou um ambiente de desconfiança entre a corporação, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a própria Corte no inquérito que envolve o Banco Master. O documento trata de conexões entre o ministro Dias Toffoli e o banqueiro Daniel Vorcaro. Toffoli deixou a relatoria do caso na noite de quinta-feira (12), após pressão interna no tribunal.

Fachin recebeu o material diretamente do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, na segunda-feira (9), mas o fato só veio a público na quarta-feira (11). O relatório reúne informações extraídas do celular de Vorcaro, apreendido em novembro, incluindo diálogos, registros de ligações e evidências de pagamentos atribuídos ao grupo do banqueiro em favor de Toffoli.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, tomou conhecimento do conteúdo apenas na quinta-feira (12), quando o documento foi formalmente encaminhado por Fachin para manifestação — depois de Toffoli já ter divulgado nota pública classificando o relatório como baseado em “ilações” e afirmando que a PF não teria poder para pedir sua suspeição. A corporação não solicitou formalmente o afastamento, mas apontou possíveis conflitos de interesse e indícios de crimes a serem apurados.

Segundo fontes ouvidas, Andrei Rodrigues comunicou Gonet por telefone que entregaria a Fachin um relatório com “achados” relacionados a Toffoli, sem detalhar o teor. Embora não houvesse obrigação formal de compartilhar o conteúdo previamente com a PGR, a ausência de discussão mais aprofundada foi interpretada por integrantes do Ministério Público Federal (MPF) e do Supremo como sinal de desconfiança institucional.

Entre os elementos citados no relatório estão encontros marcados entre Toffoli e Vorcaro, convite para festa de aniversário do ministro e conversas sobre pagamentos que, segundo o documento, teriam ocorrido no fim de 2024 e somariam R$ 20 milhões. Após a divulgação dessas informações, Toffoli admitiu ter sido sócio de um hotel em Ribeirão Claro (PR), ao lado de dois irmãos e um primo.

Perícia refeita

O clima de tensão remonta a novembro, quando Toffoli assumiu o processo no Supremo após pedido da defesa de Vorcaro. O caso tramitava anteriormente na primeira instância.

Em janeiro, o ministro restringiu o acesso da PF ao material apreendido na Operação Compliance Zero, o que gerou críticas internas. Antes disso, havia acusado a corporação de “inércia” e “falta de empenho” ao autorizar diligências. Posteriormente, recuou e autorizou o acesso do MPF, e depois permitiu a perícia da PF, limitada a quatro agentes por ele indicados.

Nesse intervalo, a PF já havia extraído os dados do celular de Vorcaro. O aparelho foi encaminhado sem perícia à PGR, que iniciou a análise do zero e concluiu o trabalho apenas nesta semana, após a entrega do relatório a Fachin.

Pressão sobre a PGR

Com a divulgação do conteúdo, a pressão também se voltou contra a PGR, que já havia se manifestado duas vezes contra a suspeição de Toffoli após questionamentos de partidos políticos.

Nos bastidores, investigadores demonstram ceticismo quanto à disposição do procurador-geral para defender o afastamento do ministro, mesmo com integrantes do STF classificando as revelações do relatório como de alto potencial explosivo.

Gonet é próximo do decano Gilmar Mendes, que se posicionou publicamente em defesa de Toffoli. Sua indicação ao comando do MPF contou ainda com apoio do ministro Alexandre de Moraes, cuja esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, firmou contrato de R$ 129 milhões com o banco de Vorcaro.

Na quinta-feira, Toffoli determinou que a PF lhe enviasse os dados de todos os celulares apreendidos na investigação. No mesmo dia, Fachin reuniu os ministros a portas fechadas para discutir o relatório. Diante do isolamento entre os colegas, Toffoli deixou a relatoria, e o ministro André Mendonça foi sorteado como novo responsável pelo caso.

No entorno da PGR, há preocupação de que o órgão seja arrastado para o centro da crise institucional desencadeada pelo caso Master.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
STF

Resort liga Toffoli ao entorno do dono do Master e ministro deixa relatoria no STF

por Redação 13 de fevereiro de 2026

O ministro Dias Toffoli deixou a relatoria do caso do Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF) após a divulgação de relatório da Polícia Federal (PF) com dados extraídos do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O documento, mantido sob sigilo, menciona o nome do magistrado em mensagens encontradas no aparelho. A saída foi anunciada depois de reunião convocada pelo presidente da Corte, Edson Fachin.

Antes do encontro, Toffoli confirmou, em nota, ser sócio da empresa Maridt Participações, que vendeu participação no resort Tayayá, no interior do Paraná, a um fundo ligado a Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro. Nos registros da Junta Comercial de São Paulo (Jucesp), apenas os irmãos do ministro — José Eugênio e José Carlos Toffoli — aparecem como executivos da empresa, criada em outubro de 2020 e sediada em Marília (SP). Por ser sociedade anônima de capital fechado, pode haver acionistas que recebem dividendos sem constar como administradores.

Segundo Toffoli, os valores recebidos foram declarados à Receita Federal e ele “nunca recebeu qualquer valor de Daniel Vorcaro ou de seu cunhado Fabiano Zettel”. O ministro afirma que apenas recebe dividendos da empresa familiar, sem exercer gestão, o que sustenta ser permitido pela Lei Orgânica da Magistratura (Lomam). Também declarou que só se tornou relator do caso quando a Maridt já não integrava o grupo implicado na investigação.

Até 21 de fevereiro de 2025, a Maridt fazia parte do grupo Tayayá Ribeirão Claro. Em 27 de setembro de 2021, metade das cotas foi vendida ao Fundo Arleen, gerido pela Reag Investimentos e pertencente a Zettel, em operação avaliada em cerca de R$ 6,6 milhões. O fundo tornou-se o principal sócio da Maridt no empreendimento. A participação remanescente foi alienada em 21 de fevereiro de 2025 à empresa PHD Holding. De acordo com a nota do ministro, todas as operações ocorreram a valor de mercado.

Reportagens da Folha de S.Paulo e do Estado de S.Paulo apontam que Zettel está por trás de uma rede de fundos administrados pela Reag, gestora investigada por suspeita de fraudes envolvendo o Master, liquidado pelo Banco Central em novembro, no âmbito da Operação Compliance Zero.

O relatório da PF entregue ao STF menciona telefonemas entre Toffoli e Vorcaro, convite para festa de aniversário do ministro e conversas de Vorcaro com terceiros sobre pagamentos relacionados ao resort da família do magistrado. O documento não pede diretamente o impedimento, mas se fundamenta no artigo 33 da Lomam, que prevê remessa dos autos ao tribunal competente quando houver indício de crime envolvendo magistrado.

Após o envio das informações, foram apresentados pedidos de suspeição contra Toffoli. O ministro negou haver motivo para afastamento e classificou as conclusões do relatório como “ilações”. Fachin encaminhou o caso à Procuradoria-Geral da República (PGR), que analisava três pedidos de suspeição — um decorrente do relatório da PF e outros dois apresentados pelos senadores Eduardo Girão (Novo-CE) e Alessandro Vieira (MDB-SE).

Na noite de quinta-feira, o ministro André Mendonça foi sorteado como novo relator. A confirmação da participação societária do ministro em negócios que passaram por fundos ligados ao entorno de Vorcaro ampliou a pressão política, com cobranças da oposição por uma CPI no Congresso.

Em nota assinada pelos dez ministros, o STF declarou não ser cabível a arguição de suspeição, reconheceu a “plena validade dos atos praticados” por Toffoli e manifestou “apoio pessoal” ao magistrado. A Presidência acolheu pedido do próprio ministro para redistribuição dos processos. Ao deixar a reunião, Toffoli afirmou que o clima foi “excelente” e que tudo ocorreu de forma unânime.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
caso Master

Novo relator no caso Master: Mendonça terá que decidir futuro do inquérito no STF

por Redação 13 de fevereiro de 2026

A mudança na relatoria do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF) inaugura uma nova fase na investigação que envolve o banco de Daniel Vorcaro. Sorteado após a saída de Dias Toffoli, o ministro André Mendonça deverá, nas próximas semanas, analisar o material já produzido e definir os próximos passos do inquérito.

A redistribuição ocorreu depois de reunião convocada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, para apresentar aos ministros o relatório da Polícia Federal (PF) com dados extraídos do celular de Vorcaro. O documento menciona o nome de Toffoli. Ainda assim, os ministros avaliaram que não havia elementos para arguição de suspeição e reconheceram a validade dos atos praticados pelo antigo relator.

Definição do foro

O primeiro movimento de Mendonça será examinar o estágio atual da investigação, que chegou ao Supremo em novembro de 2025. De acordo com fontes ouvidas sob reserva, há um relatório parcial da PF já encaminhado ao tribunal, além de novas frentes de apuração em andamento, incluindo a análise de dados de celulares apreendidos.

Um dos pontos centrais será a definição sobre o foro. Caberá ao novo relator decidir se há elementos que justifiquem a permanência do caso no STF ou se parte — ou a totalidade — das investigações deve ser enviada à primeira instância.

Relatos feitos ao GLOBO indicam que a tendência inicial é manter o processo no Supremo ao menos até que haja maior clareza sobre o alcance das apurações e eventual envolvimento de autoridades com prerrogativa de foro. A decisão, no entanto, dependerá da análise técnica do material reunido pela PF.

A mudança na relatoria foi formalizada após reunião iniciada por volta das 16h30 e encerrada às 19h, segundo a assessoria do STF, sendo retomada às 20h. Em nota assinada pelos demais dez ministros, a Corte informou que a Presidência adotará as providências processuais necessárias para a extinção da ação e remessa dos autos ao novo relator.

O comunicado também registra que os ministros entenderam não ser o caso de arguição de suspeição diante dos achados que citam Toffoli no relatório da PF e reconheceram “plena validade dos atos praticados”, além de manifestarem “apoio pessoal” ao magistrado.

Após o envio do ofício da PF, foi protocolado pedido de suspeição contra Toffoli. Em resposta, o ministro negou haver motivo para afastamento e reiterou nota divulgada anteriormente. Ele afirmou ter recebido um “pedido de declaração de suspeição” elaborado pela PF para deixá-lo fora da relatoria do caso do Banco Master e classificou o relatório apresentado a Fachin como baseado em “ilações”.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Segurança

Polícia descarta participação de terceiros em morte de secretário e filho em Itumbiara

por Redação 13 de fevereiro de 2026

A Polícia Civil informou que não há indícios de participação de outras pessoas nas m0rt3s do secretário de Governo da Prefeitura de Itumbiara, Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, e do filho mais velho, Miguel Araújo Machado, de 12. Segundo a corporação, até o momento não foram encontrados elementos que apontem envolvimento de terceiros.

O caso ocorreu na noite de quarta-feira (11), na residência da família. De acordo com as investigações, Thales teria atirado contra os dois filhos e, em seguida, contra si. O filho caçula, de 8 anos, foi socorrido e está em estado gravíssimo no Hospital Estadual de Itumbiara São Marcos. Parentes chegaram ao local após visualizarem uma publicação em tom de despedida feita pelo secretário em uma rede social. A postagem foi apagada pouco depois.

Thales era genro do prefeito Dione Araújo e estava casado há 15 anos com a mãe das crianças, que viajava para São Paulo no momento do crime.

Em nota, a Polícia Civil informou que o caso é tratado como homicídio consumado e homicídio tentado, “seguidos de autoextermínio por parte do autor”. As investigações estão sob responsabilidade do Grupo de Investigação de Homicídios de Itumbiara (GIH).

A corporação destacou que o GIH acompanhou os trabalhos da perícia técnico-científica até a remoção do corpo e segue realizando diligências, colhendo depoimentos e solicitando exames periciais, “preservando o sigilo do inquérito e respeitando a dor dos familiares”.

Luto oficial

A Prefeitura de Itumbiara decretou luto oficial de três dias a partir de quinta-feira (12). Durante o período, os atendimentos ao público estão suspensos nos órgãos da administração direta e indireta. A rede municipal de ensino encerrou as aulas às 9h30 e prevê retorno na sexta-feira (13).

O governador Ronaldo Caiado e a primeira-dama Gracinha manifestaram consternação diante da tragédia. Em nota, afirmaram que a violência dentro de um lar, especialmente quando crianças são vítimas, atinge toda a sociedade e provoca luto e indignação. O governador informou ainda que suspendeu a agenda para ir a Itumbiara prestar solidariedade à família, em especial ao prefeito Dione Araújo.

O corpo do filho mais velho é velado na residência do prefeito, avô do menino.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Saúde

Laudo do IML aponta deformidade permanente após procedimento estético feito por dentista

por Redação 13 de fevereiro de 2026

Um laudo pericial do Instituto Médico Legal (IML) apontou lesões corporais de natureza gravíssima e deformidade estética permanente na secretária Silvia Maria Cândido, de 63 anos, após procedimentos estéticos realizados pela dentista Fernanda Borges da Silva, em Ribeirão Preto (SP). A clínica onde a profissional atendia está interditada desde setembro do ano passado.

Silvia passou por duas intervenções — lifting facial e cervicoplastia — no dia 11 de setembro. Menos de 24 horas depois, precisou ser submetida a uma cirurgia de emergência, na madrugada do dia 12, devido a um sangramento intenso no pescoço.

Além dela, outras quatro mulheres procuraram a Polícia Civil para denunciar a dentista por complicações graves no pós-cirúrgico de diferentes procedimentos. A EPTV, afiliada da TV Globo, entrou em contato com a defesa de Fernanda, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

O Conselho Federal de Odontologia (CFO) informou que o processo que investiga a conduta da profissional tramita em sigilo. Já a presidente do Conselho Regional de Odontologia (CRO), Karina Ferrão, afirmou que nem todos os procedimentos estéticos são permitidos a cirurgiões-dentistas.

Segundo ela, a resolução 198 autoriza e reconhece a harmonização orofacial como especialidade odontológica, permitindo cirurgias como bichectomia, lip lifting e lipo cirúrgica de papada. No entanto, a resolução 230 veda determinados procedimentos, entre eles o lifting facial.

‘Verdadeiro pesadelo’

Silvia ficou sete dias em coma induzido após complicações do chamado protocolo Livcontour, que combina lifting facial e cervicoplastia, intervenções destinadas a rejuvenescer rosto e pescoço e remover excesso de pele e gordura.

Após a cirurgia inicial, ela relatou insatisfação com o resultado, e a dentista sugeriu um “retoque” no pescoço. Segundo a secretária, a profissional descreveu o procedimento como simples e superficial. No mesmo dia, porém, surgiram os primeiros sinais de complicação.

“Ela me disse que seriam só quatro pontinhos, um corte superficial, bem simples. Mas quando saí da clínica e fui até a casa da minha irmã, ela percebeu que eu estava sangrando”, relatou.

Ao procurar novamente a dentista, Silvia afirmou ter sido tranquilizada de que não se tratava de algo grave. Na madrugada seguinte, acordou com sangramento intenso e dificuldade para respirar. Tentou contato diversas vezes com a profissional, mas não obteve resposta.

Ela então procurou um hospital particular, onde exames indicaram a necessidade imediata de cirurgia. Além do coma induzido, permaneceu mais dez dias internada na UTI. À EPTV, afirmou que ouviu dos médicos que o atendimento rápido foi determinante para sua sobrevivência.

“Se demorasse um pouquinho mais para chegar no hospital, não dava tempo de me socorrer, porque na situação que eu cheguei, eles já tiveram dificuldade para me entubar porque já estava bastante inchado o meu pescoço”, disse.

Silvia já conhecia a dentista de atendimentos anteriores menos invasivos, incluindo aplicações de botox.

Clínica interditada

A clínica localizada no Alto da Boa Vista foi interditada administrativamente em 24 de setembro, após inspeção que constatou irregularidades sanitárias. Desde então, o local não tem autorização para funcionamento ou atendimento de pacientes.

De acordo com a Vigilância Sanitária, foram identificadas infrações graves, como funcionamento sem licença sanitária para atividades de estética e para policlínica odontológica, além do descumprimento de normas de controle de infecção.

Na semana passada, quando novos relatos vieram à tona, a advogada Mônica Paula Lino de Andrade, que representa a dentista, afirmou que as pacientes que relataram complicações não foram submetidas a exames clínicos ou periciais que comprovassem as acusações.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Olimpíadas de Inverno

Ucraniano é desclassificado por capacete com homenagem a mortos na guerra e chama decisão do COI de “erro terrível”

por Redação 12 de fevereiro de 2026

O atleta ucraniano de skeleton Vladyslav Heraskevych foi desclassificado das Olimpíadas de Inverno após decidir competir com um capacete estampado com imagens de pessoas mortas na guerra contra a Rússia. Após reunião com o Comitê Olímpico Internacional (COI), ele criticou duramente a decisão e afirmou que a medida foi “um erro terrível”.

Segundo Heraskevych, de 26 anos, o objetivo era homenagear amigos que morreram no conflito. Entre os retratados estavam o patinador artístico Dmytro Sharpar, morto há dois anos, e o biatleta Yevhen Malyshev, que morreu em março de 2022. O atleta afirmou ter comparecido a “muitos funerais” de jovens mortos na guerra.

“Estive em muitos funerais quando estive na Ucrânia e é uma tragédia verdadeiramente terrível que jovens tão novos tenham sido mortos em vão. Graças ao sacrifício deles, podemos estar aqui hoje, e quero homenageá-los e homenagear suas famílias”, declarou.

Antes da desclassificação, membros do COI sugeriram alternativas para que ele se manifestasse após a prova, mas não houve acordo dentro das regras da competição. Para o ucraniano, a decisão estaria alinhada à “propaganda russa” e não teria sido adequada. “Acredito que foi um erro terrível cometido pelo COI”, afirmou.

A presidente do COI, Kirsty Coventry, declarou após a reunião que a entidade não discorda da mensagem do atleta, mas que a manifestação violava a Carta Olímpica. Em resposta, Heraskevych classificou as regras como “discriminatórias”.

“Eu nunca quis um escândalo com o COI, e não fui eu quem o criou. O COI o criou com sua interpretação das regras, que muitos consideram discriminatória. Embora esse escândalo tenha possibilitado falar em voz alta sobre os atletas ucranianos que foram mortos, ao mesmo tempo o próprio fato do escândalo desvia uma enorme quantidade de atenção das competições em si e dos atletas que estão participando delas”, disse.

Entenda o caso

Porta-bandeira da Ucrânia na cerimônia de abertura, Heraskevych utilizou o capacete com as imagens durante um treinamento oficial na segunda-feira (10). Após a proibição, acusou o COI de “traição” nas redes sociais.

“Uma decisão que simplesmente parte meu coração. A sensação é de que o COI está traindo aqueles atletas que fizeram parte do Movimento Olímpico, não permitindo que sejam homenageados na arena esportiva onde nunca mais poderão pisar”, escreveu.

A Ucrânia apresentou recurso contra o veto, defendendo que o atleta pudesse usar o chamado “capacete da memória”. O pedido foi rejeitado sob a justificativa de violação das regras relativas à expressão política previstas na Carta Olímpica.

Na manhã de quinta-feira, antes da prova, Heraskevych afirmou que competiria com o capacete mesmo assim. Após reunião com o COI, foi oficializada a desclassificação por descumprimento das Diretrizes sobre Expressão dos Atletas.

“Fui desclassificado da prova. Certamente não encontramos um ponto em comum nesse assunto. Acredito que eles merecem esse momento. Certamente eu não terei meu momento nestes Jogos Olímpicos, apesar de eu dizer que tive resultados muito bons nos treinos. Eu realmente acredito que poderíamos estar entre os medalhistas hoje e amanhã, mas não poderemos competir”, afirmou.

Fonte: GE

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Assédio

Segunda vítima relata assédio de ministro do STJ, diz que chorava após episódios e temia perder o emprego

por Redação 12 de fevereiro de 2026

A segunda mulher que denunciou o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi por assédio sexual afirmou que os episódios ocorreram de forma periódica enquanto trabalhava como secretária no gabinete do magistrado, em 2023. Buzzi foi afastado provisoriamente por decisão unânime do plenário da Corte e nega as acusações.

Funcionária terceirizada à época, a denunciante relatou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que testemunhas presenciaram momentos em que ela saía chorando do gabinete ou pedia ajuda após as supostas investidas. No depoimento, afirmou que tinha medo de ficar desempregada e que, embora tenha pensado diversas vezes em pedir demissão, precisava do trabalho.

Procurado, o ministro não comentou especificamente esse caso. Após o afastamento, a defesa declarou que ele é inocente e classificou a medida como desnecessária, argumentando inexistir risco concreto à investigação e ressaltando que Buzzi já se encontra afastado para tratamento médico. Segundo os advogados, a decisão cria um “arriscado precedente de afastamento de magistrado antes do crivo do pleno contraditório”.

O ministro é alvo de duas denúncias. O afastamento foi definido em sessão do pleno do STJ descrita por integrantes da Corte como marcada por “clima de funeral e indignação”. Trechos dos depoimentos das vítimas foram lidos pelo ministro Francisco Falcão, membro da comissão de sindicância instaurada na semana passada.

A investigação está em andamento e ainda não há acusação formal. A tipificação da conduta poderá variar, segundo o entendimento dos investigadores e do Ministério Público Federal, de importunação sexual a crimes mais graves, como assédio sexual.

A primeira denúncia partiu de uma jovem de 18 anos, filha de amigos do ministro, que registrou ocorrência na polícia. O caso teria ocorrido em 9 de janeiro, em Balneário Camboriú (SC), durante férias na casa de praia do magistrado. Segundo o relato, ele teria tentado agarrá-la repetidas vezes enquanto ela tomava banho de mar. A família deixou o local e registrou boletim de ocorrência em São Paulo. No registro policial, foi apontada a possibilidade de importunação sexual.

Já a segunda denúncia, apresentada por ex-assessora à Corregedoria Nacional de Justiça, ainda não teve enquadramento jurídico definido.

Enquanto estiver afastado, Buzzi está impedido de utilizar o gabinete, veículo oficial e demais prerrogativas do cargo, mas continuará recebendo salário de R$ 44 mil.

O ministro também enviou carta aos colegas do STJ. No texto, afirmou estar hospitalizado sob acompanhamento cardíaco e emocional, disse repudiar as acusações e declarou confiar que demonstrará sua inocência nos procedimentos instaurados. Ressaltou sua trajetória pessoal e profissional, casamento de 45 anos e afirmou jamais ter adotado conduta que maculasse a magistratura. Disse ainda que vive momento de dor, angústia e exposição e que confia na apuração técnica e imparcial dos fatos.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Brasil

Toffoli confirma sociedade em empresa ligada a resort que negociou com cunhado de Vorcaro

por Redação 12 de fevereiro de 2026

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli admitiu, em nota, que é sócio da empresa Maridt, que vendeu participação no resort Tayayá, no interior do Paraná, a um fundo pertencente ao cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Segundo o ministro, os valores recebidos na negociação foram declarados à Receita Federal. Ele afirmou ainda que nunca recebeu qualquer quantia de Daniel Vorcaro ou de seu cunhado, Fabiano Zettel.

A Maridt integrou a administração do resort até fevereiro de 2025. Toffoli é relator, no STF, da investigação que apura supostas fraudes na tentativa de compra do Banco Master pelo BRB. A Polícia Federal entregou ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, o material extraído do celular de Vorcaro, no qual há menções ao nome de Toffoli.

Fachin encaminhou o relatório ao próprio Toffoli para que ele avalie a eventual necessidade de se declarar impedido. Na nota divulgada, o ministro não menciona possível suspeição e afirma que somente assumiu a relatoria do caso Master quando a Maridt já não integrava o grupo Tayayá Ribeirão Claro.

Toffoli não informou os valores envolvidos nas negociações, mas declarou que todas as vendas ocorreram dentro de valor de mercado.

No comunicado, o ministro reiterou que integra apenas o quadro societário da empresa, cuja administração é exercida por parentes. De acordo com a Lei Orgânica da Magistratura (artigo 36 da Lei Complementar 35/1979), magistrados podem participar de sociedades empresariais e receber dividendos, sendo vedado apenas o exercício de atos de gestão.

Segundo a assessoria, Toffoli recebeu exclusivamente dividendos, sem desempenhar funções administrativas na empresa, condição permitida pela legislação.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
STF

Toffoli exige envio integral de dados de celulares apreendidos no caso Master ao STF

por Redação 12 de fevereiro de 2026

O ministro Dias Toffoli, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (12) que a Polícia Federal (PF) encaminhe à Corte os dados completos de todos os celulares apreendidos e periciados no âmbito da investigação.

A decisão foi tomada após o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, entregar ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, um relatório referente à perícia realizada no celular de Daniel Vorcaro, proprietário do Master.

De acordo com as investigações, o nome de Toffoli aparece em mensagens encontradas no aparelho. O teor das conversas não foi divulgado.

Na determinação, Toffoli ordena que a PF envie, na íntegra, o conteúdo de todos os dispositivos e mídias apreendidos, bem como os laudos periciais, incluindo dados telemáticos, informáticos e telefônicos.

Entre pessoas próximas à apuração, a medida foi interpretada como uma reação firme após o envio do relatório a Fachin, descrita como uma forma de “dobrar a aposta”.

As menções ao ministro encontradas no celular de Vorcaro intensificaram a pressão para que ele se declare impedido de seguir como relator do caso. O relator é o magistrado responsável pela condução do processo no tribunal.

Na quarta-feira (11), Toffoli divulgou nota afirmando ser alvo de “ilações” e sustentou que não cabe à Polícia Federal apresentar pedidos de declaração de suspeição.

Nesta quinta (12), em novo comunicado, o gabinete do ministro esclareceu sua participação societária na empresa Maridt e negou qualquer relação pessoal ou financeira com Daniel Vorcaro.

Toffoli admitiu integrar o quadro societário da empresa, cuja administração, segundo a nota, é exercida por familiares. O texto ressalta que a condição é permitida pela Lei Orgânica da Magistratura (Loman), que veda apenas a prática de atos de gestão por magistrados.

Conforme o artigo 36 da Lei Complementar 35/1979, o magistrado pode integrar o quadro societário de empresas e receber dividendos, sendo proibido apenas de atuar como administrador.

Segundo o gabinete, a Maridt é uma sociedade anônima de capital fechado, registrada na Junta Comercial de São Paulo, e administrada pelos irmãos do ministro, José Carlos e José Eugênio Toffoli.

A nota também informa que a empresa integrou o grupo Tayayá Ribeirão Claro, responsável pelo resort Tayayá, até 21 de fevereiro de 2025, quando foi concluída sua saída por meio de duas operações: a venda de cotas ao Fundo Arleen, em 27 de setembro de 2021 — fundo controlado pela Reag, administradora de investimentos ligada ao Master — e a alienação do saldo remanescente à PHB Holding, em 21 de fevereiro de 2025.

De acordo com o gabinete, todas as operações foram declaradas à Receita Federal e ocorreram dentro do valor de mercado, embora os montantes não tenham sido divulgados.

Segundo interlocutores, Toffoli recebeu dividendos da Maridt enquanto a empresa ainda integrava o grupo responsável pelo resort Tayayá.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Novas Notícias
Notícias Anteriores
Weather Data Source: Guarulhos weather

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

Informações

  • Sobre
  • Contato
  • Anuncie Conosoco

Links Úteis

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Telefones Úteis
  • Delegacia de Defesa da Mulher

Assine nossa Newsletter

* obrigatório
/* real people should not fill this in and expect good things - do not remove this or risk form bot signups */

referral badge

@2023 Voz de Guarulhos

Facebook Twitter Youtube Instagram Linkedin
Usamos cookies em nosso site para oferecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar tudo”, você concorda com o uso de todos os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.
Cookie SettingsAccept All
Manage consent

Privacy Overview

This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary
Sempre ativado
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
CookieDuraçãoDescrição
cookielawinfo-checkbox-analytics11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional11 monthsThe cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy11 monthsThe cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytics
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.
Others
Other uncategorized cookies are those that are being analyzed and have not been classified into a category as yet.
SALVAR E ACEITAR
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign
Envie sua Denúncia ou Vídeo!