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Categoria:

São Paulo

PCC

Operação mira grupo chinês ligado ao PCC por lavar R$ 1 bilhão com venda de eletrônicos

por Redação 12 de fevereiro de 2026

Uma operação conjunta da Polícia Civil, do Ministério Público (MP) e da Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo foi deflagrada nesta quinta-feira (12) contra uma organização criminosa chinesa suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). O grupo é investigado por lavar dinheiro e ocultar bens por meio da comercialização de produtos eletrônicos.

A ação, batizada de Operação Dark Trader, ocorreu nos estados de São Paulo e Santa Catarina. A Justiça paulista autorizou o cumprimento de três mandados de prisão e 20 de busca e apreensão.

Um integrante do PCC e uma mulher que trabalha no grupo Knup Brasil foram presos. Já o proprietário da empresa, um cidadão chinês, está na China e não foi detido. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. Durante a operação, quatro carros de luxo foram apreendidos.

Segundo as investigações, a Knup e o PCC teriam utilizado quatro empresas de fachada para sonegar mais de R$ 1 bilhão em um período de sete meses. O esquema tinha como finalidade a sonegação de impostos e a ocultação de recursos para driblar órgãos de controle.

Tanto a organização chinesa quanto o PCC lucravam com o esquema. O principal alvo da operação foi a Knup, empresa chinesa que atua há 20 anos no Brasil na venda de equipamentos como computadores, aparelhos de som e relógios.

De acordo com a apuração, a empresa utilizava sua plataforma digital de comércio online para vender os produtos, mas os valores das transações não eram destinados diretamente ao grupo. O dinheiro era redirecionado para contas de empresas de fachada, duas delas ligadas diretamente ao PCC.

O esquema também incluía a emissão de notas fiscais frias com valores inferiores aos reais, por meio de outro grupo de empresas fictícias. A TV Globo informou que tenta contato com a Knup para que a empresa se manifeste sobre as acusações.

A Operação Dark Trader mobilizou mais de 140 agentes das forças de segurança e fiscalização de São Paulo. Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam um integrante do PCC com antecedentes por tráfico de drogas, roubo e receptação.

As investigações apontam ainda que a Knup utilizava membros de facções criminosas como sócios de fachada e beneficiários de imóveis de alto padrão, com o objetivo de blindar patrimônio.

“Um criminoso faccionado foi preso nesse contexto de utilizar essa estrutura criminosa chinesa, vamos pôr assim dizer, para lavar dinheiro. Então logo é possível a gente concluir que o PCC como estrutura criminosa também esteja utilizando esse esquema de lavagem do que a gente identificou hoje”, afirmou o delegado Ronaldo Sayeg, diretor do Deic, em entrevista à TV Globo.

“Nós vamos tentar jogar essa rede mais longe e olhar para mais distante para ver se isso é uma coisa de uma pessoa que está presa ou se é uma estrutura ajudando outra estrutura criminosa”, acrescentou o delegado.

Conforme a força-tarefa, a funcionária e o proprietário da Knup participavam do envio de grandes quantias às empresas fictícias, coordenando a emissão de notas fiscais frias e a redistribuição dos recursos. Contadores ligados ao grupo atuavam na formalização de documentos e na fragmentação dos valores.

Ao todo, 18 pessoas e 14 empresas são investigadas. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos computadores, equipamentos eletrônicos e quatro veículos de luxo.

A Justiça bloqueou 36 contas bancárias atribuídas à organização, com valores que somam R$ 1 bilhão. Promotores do Grupo de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (GAEPP), do MP paulista, obtiveram o sequestro judicial desse montante.

Também foram sequestrados R$ 25 milhões em imóveis de luxo, automóveis de alto padrão, dezenas de contas bancárias em nome de laranjas e diversas aplicações financeiras.

Segundo as autoridades, a organização utilizava engenharia financeira complexa para desviar e pulverizar recursos, dificultando o rastreamento. O esquema funcionava com vendas realizadas por uma empresa principal do grupo, pagamentos redirecionados para empresas de fachada, emissão de notas fiscais frias por terceiros, uso de “contas-balde” para concentrar valores e posterior pulverização dos recursos em contas de terceiros e laranjas.

Fonte: G1

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São Paulo

Polícia Civil indicia três donos de academia por homicídio com dolo eventual após morte em piscina

por Redação 12 de fevereiro de 2026

A Polícia Civil indiciou nesta quarta-feira (11) os três donos da academia C4 Gym, na Zona Leste de São Paulo, por homicídio com dolo eventual. A medida ocorre após a morte da professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, no último sábado (7), horas depois de participar de uma aula de natação.

Os sócios – Cesar Bertolo Cruz, Celso Bertolo Cruz e Cezar Miquelof Terração – prestaram depoimento no 42º Distrito Policial (Parque São Lucas) acompanhados de advogados. O delegado Alexandre Bento confirmou que solicitou a prisão dos três, que será analisada pela Justiça. A defesa afirma que entrou com pedido para suspender a prisão e que os clientes estão colaborando com as investigações.

Homicídio com dolo eventual ocorre quando a pessoa não tem intenção direta de matar, mas assume o risco de que a morte possa acontecer ao praticar determinada conduta. No caso, há indícios de que o manobrista Severino José da Silva, responsável pela manutenção da piscina, recebia instruções dos proprietários sobre o uso de produtos químicos, mesmo sem qualificação técnica.

As autoridades suspeitam que a manipulação inadequada dos produtos químicos em ambiente fechado tenha liberado gases tóxicos, provocando a intoxicação fatal. Além de Juliana, outras seis pessoas tiveram sintomas de intoxicação e precisaram de atendimento médico, incluindo marido da vítima e um adolescente de 14 anos internados em estado grave.

Ex-funcionários da academia relataram problemas antigos no tratamento da água, com alunos e professores sofrendo irritações na pele, nos olhos e dificuldades respiratórias devido ao cheiro forte de produtos químicos. Segundo eles, situações semelhantes já haviam interrompido aulas anteriormente.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que reúne provas e aguarda definição sobre eventual prisão dos sócios.

Fonte: G1

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São Paulo

Reclamações por barulho atingem recorde em SP, enquanto gestão Nunes tenta flexibilizar Psiu

por Redação 11 de fevereiro de 2026

As reclamações por barulho na cidade de São Paulo bateram recorde em 2025, em meio à tentativa da gestão Ricardo Nunes (MDB) de flexibilizar os limites sonoros para grandes eventos. Foram quase 50 mil queixas registradas ao longo do ano pelo Programa do Silêncio Urbano (Psiu), um aumento de 14% em relação a 2024 e de 111% na comparação com 2012, início da série histórica.

Os dados do canal 156 mostram que o problema se espalha por todas as regiões da capital, dos bairros centrais às periferias. Apesar do volume crescente, pouco mais de um terço das demandas (37%) foram atendidas.

A prefeitura afirma ter intensificado a fiscalização. Segundo a gestão, no ano passado foram aplicados 844 termos de orientação, 788 multas e 119 fechamentos administrativos de estabelecimentos. Em 2024, os números foram menores: 585 termos de orientação, 534 multas e 57 fechamentos.

Enquanto isso, o Executivo municipal tenta há mais de três anos flexibilizar os limites de ruído para grandes eventos. Em janeiro, recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para reverter decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que considerou inconstitucional a mudança aprovada em dezembro de 2024 por meio de um “jabuti” incluído em projeto de lei sobre outro tema.

Entre os 96 distritos da capital, Pinheiros, na Zona Oeste, lidera as reclamações por poluição sonora, com 1.814 registros no ano passado — alta de 49%. Segundo Mário Fortunato, presidente do Sindicato dos Fiscais de Posturas (Savim), o aumento está ligado ao movimento noturno de bares e à expansão imobiliária. Ele aponta ainda o adensamento populacional, obras e circulação de caminhões fora do horário permitido como fatores que ampliam os conflitos.

Jardim São Luís, na Zona Sul, e Vila Prudente, na Zona Leste, aparecem na sequência, com aumentos de 103% e 109%, respectivamente — mais que o dobro de queixas em relação ao ano anterior. Para Fernando Manso, presidente do Conseg da Vila Prudente, os pancadões e a proliferação de adegas abertas durante a madrugada ajudam a explicar o cenário. Ele também afirma que as ações da prefeitura são pouco efetivas.

O próprio diretor do Psiu, José Dimas de Paula, reconheceu em depoimento à CPI da Câmara Municipal que há limitações na fiscalização de bailes de rua. Segundo ele, infratores deixam o local quando a equipe chega, e a dispersão do som dificulta identificar responsáveis. No primeiro semestre de 2025, foram realizadas 69 operações conjuntas com a Polícia Militar.

As ocorrências por perturbação do sossego na Grande São Paulo também cresceram, passando de 941 mil em 2024 para 978 mil em 2025 — quase 2.700 por dia, considerando que uma mesma pessoa pode acionar o 190 mais de uma vez.

A escalada das queixas motivou a criação da Frente Cidadão pela Despoluição Sonora, que reúne mais de 20 movimentos. Idealizada pelo filósofo Marcelo Sando, a articulação alerta para os riscos à saúde associados à exposição ao ruído, classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como fator de risco para doenças cardiovasculares. Sando define a situação na capital como uma “epidemia” e critica o que chama de contrassenso na governança urbana: “A prefeitura que fiscaliza é a mesma que autoriza o barulho”.

Atualmente, os limites noturnos variam de 40 a 65 decibéis, conforme a região, com multas que podem chegar a cerca de R$ 45 mil e interdição em caso de reincidência. A divisão do Psiu conta com 30 agentes habilitados a operar sonômetros para fiscalizar comércio, indústria e obras em toda a cidade. O número é considerado insuficiente pelo Savim, que defende descentralização e convocação de aprovados em concurso.

Segundo a Secretaria Municipal das Subprefeituras, o tempo médio de atendimento caiu de 128 dias, em janeiro de 2021, para 32 dias, em janeiro de 2026 — redução de 75%. A pasta afirma que atendeu 48.177 solicitações em 2025, incluindo demandas antigas e pedidos de órgãos como Ministério Público e Câmara Municipal.

A lei que flexibilizou os limites para eventos autorizados pelo poder público beneficiou grandes arenas de shows, como o Allianz Parque, que já havia sido multado por emissão de ruído acima do permitido. Com a mudança, o Psiu deixou de fiscalizar eventos nesses espaços. No recurso ao STF, a prefeitura argumenta que o TJ-SP elevou o direito ao sossego a um “patamar de quase absolutismo” e sustenta que as exceções envolvem atividades de “alta relevância social, cultural e econômica”.

Fonte: G1

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São Paulo

Furto após morte de tio de Suzane expõe lista com Barbies raras e réplica de Miró

por Redação 11 de fevereiro de 2026

A Polícia Civil ouviu na terça-feira (10) a prima do tio de Suzane von Richthofen, condenada por mandar matar os pais em 2002, sobre o furto ocorrido na casa dele, em São Paulo. O crime aconteceu após a morte de Miguel Abdalla Netto, em 9 de janeiro.

O médico era primo da empresária Carmem Silvia Gonzales Magnani, que prestou depoimento como testemunha por cerca de duas horas. Ela relatou ter tomado conhecimento do desaparecimento de bens do imóvel.

O g1 teve acesso a uma lista com 34 itens que estariam na residência, entre eles uma coleção de bonecas Barbie raras e a réplica de um quadro do artista plástico espanhol Joan Miró. Também constam brinquedos importados, máquina de lavar roupa, dois capacetes de equitação, coleção de discos de vinil e de CDs, sofá de madeira, poltrona, mesas de mármore e garrafas de bebidas, entre outros objetos. A relação teria sido entregue por Carmem e suas advogadas na delegacia responsável pela investigação. Não há confirmação se parte dos bens listados foi efetivamente furtada.

Antes de depor, Carmem registrou dois boletins de ocorrência: um para denunciar o furto na residência de Miguel e outro para acusar Suzane de levar, sem autorização, alguns itens da casa, incluindo o carro do médico. No entanto, no depoimento prestado no 27º Distrito Policial (Campo Belo), a empresária não apontou suspeitos pelo crime.

“Para a polícia, Carmem não trouxe nenhuma informação que aponte ou indique algum suspeito de ter cometido ou participado do crime de furto”, afirmou ao g1 o delegado Eduardo Luís Ferreira, titular do 27º DP.

De acordo com a investigação, um homem aparece em imagens de câmeras de segurança pulando o muro do imóvel após a morte do médico. Ele é visto abrindo o portão e retirando uma cama e uma escada para duas vans. A polícia tenta identificar as três pessoas envolvidas, apurar se foram contratadas, por quem, quais objetos foram levados e onde estariam atualmente.

Carmem e Suzane disputam na Justiça a herança estimada em R$ 5 milhões deixada por Miguel, encontrado sem vida na casa onde morava sozinho, na Zona Sul da capital. A principal hipótese é de morte por infarto, mas laudos periciais ainda são aguardados.

Segundo a polícia, o carro do médico não foi furtado. Suzane informou, em processo judicial no qual busca o patrimônio do tio, que ficou com o automóvel após saber do furto na residência. Para os investigadores, a conduta não caracteriza crime.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a delegacia segue com diligências “para identificar o autor do furto, flagrado em imagens”.

Miguel era solteiro, não tinha filhos, irmãos ou testamento. Nesta semana, a Justiça nomeou Suzane como inventariante do espólio, responsável por administrar e preservar os bens até a partilha. A decisão proíbe a venda, transferência ou usufruto de imóveis, contas bancárias, carro e demais itens, além de exigir prestação de contas à Justiça.

A disputa pela função envolve Carmem, que busca o reconhecimento de união estável com Miguel em ação paralela. A juíza do inventário afirmou que a empresária ainda não comprovou a relação no processo e que os sobrinhos têm prioridade na ordem sucessória. O outro sobrinho vivo, Andreas von Richthofen, não se habilitou no caso.

A defesa de Carmem informou que vai recorrer da decisão que nomeou Suzane como única inventariante. A advogada de Andreas declarou que não comentaria o caso.

Fonte: G1

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Racismo

Ex-porteiro denuncia racismo e demissão em escola de Campinas

por Redação 11 de fevereiro de 2026

Rodnei Ferraz, ex-porteiro de uma escola particular em Campinas (SP), registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil relatando racismo sofrido por alunos do ensino médio. Segundo ele, foi chamado de “negro sujo”, “macaco” e “sub-raça” por um estudante durante dezembro de 2025. Após denunciar o caso à direção da instituição, Rodnei afirma ter sido demitido.

O ex-porteiro, que trabalhava há 20 anos na área e estava há quatro meses na escola, relatou à polícia que os alunos estavam realizando provas de recuperação e brincavam em frente ao colégio sem supervisão. Durante uma ocorrência no banheiro, um deles proferiu as ofensas racistas.

“É revoltante, porque você se sente frágil e impotente diante de uma situação ridícula”, disse Rodnei. Ele contou ainda que se sentiu constrangido e impotente, chegando a se afastar dos adolescentes para evitar confrontos.

Dados do Disque 100 mostram que denúncias de racismo em São Paulo têm crescido: foram 1.088 registros em 2025, alta de 20,2% em relação a 2024. Só em Campinas, 26 casos foram reportados no mesmo período, pouco mais de duas denúncias por mês.

A direção da escola foi procurada para comentar o caso, mas ainda não se manifestou.

Fonte: G1

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São Paulo

Após morte de aluna, manobrista relata ordens do dono da academia para ‘sair de casa’

por Redação 11 de fevereiro de 2026

O manobrista Severino José da Silva, de 43 anos, responsável pela manutenção da piscina da academia C4 Gym, disse à polícia que, após a morte da aluna Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, no sábado (7), o proprietário do local, identificado como Celso, ligou para orientá-lo a “sair de casa” devido à investigação: “Vai, sai de casa que a polícia está batendo na porta de todo mundo”.

Além de Juliana, outros cinco alunos, incluindo um adolescente e o marido da vítima, apresentaram sinais de intoxicação. Severino prestou depoimento nesta terça-feira (10) no 42° Distrito Policial do Parque São Lucas, que investiga o caso. Os donos da academia também devem prestar esclarecimentos.

Segundo o manobrista, ele tentou contato com o proprietário assim que percebeu que os alunos estavam passando mal, mas só obteve resposta às 14h11, quando a academia já havia sido esvaziada. O proprietário teria respondido apenas: “Paciência”.

Severino trabalha na academia há cerca de três anos, registrado como manobrista, mas era responsável também pela manutenção das piscinas, sem treinamento técnico, habilitação ou uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). Ele recebia orientações sobre produtos químicos por mensagens enviadas pelo proprietário, que indicava quais produtos usar e em qual quantidade.

Nos dias anteriores ao incidente, Severino notou que a água da piscina estava turva e recebeu ordens para aplicar cloro. No sábado, ele preparou uma solução em um balde com seis medidas do produto HIDROALL Hiperclor 60, deixando o recipiente próximo à piscina. Cerca de dez minutos depois, alunos começaram a apresentar sintomas de intoxicação, e a academia foi evacuada.

Segundo a Guarda Civil Metropolitana, as vítimas foram socorridas de forma improvisada, já que Samu e Corpo de Bombeiros não compareceram.

A direção da C4 Gym divulgou nota afirmando que “lamenta profundamente o ocorrido” e que está colaborando com as autoridades, mantendo contato com alunos e familiares. A empresa informou ainda que possui AVCB, regularidade junto ao CREF e alvará da Vigilância Sanitária válido desde 2023.

Fonte: G1

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São Paulo

Sobe para seis número de alunos intoxicados após aula de natação em SP

por Redação 10 de fevereiro de 2026

Subiu para seis o número de alunos que apresentaram sinais de intoxicação após uma aula de natação na academia C4 Gym, localizada no Parque São Lucas, na Zona Leste de São Paulo. A informação foi confirmada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP).

O caso veio à tona após a morte da professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, que passou mal no último sábado (7), logo depois de sair da aula, e morreu horas mais tarde no Hospital Santa Helena, em Santo André.

A principal suspeita das autoridades é que a manipulação de produtos químicos para limpeza da piscina, feita próxima à área de aula, tenha provocado a intoxicação. O espaço é fechado e possui pouca ventilação, o que pode ter potencializado os efeitos das substâncias.

Além da professora, outras cinco pessoas precisaram de atendimento médico. Entre as vítimas estão o marido de Juliana, Vinicius de Oliveira, que permanece internado em estado grave na UTI com insuficiência respiratória; um adolescente de 14 anos, também em estado grave na UTI; uma aluna de 29 anos, internada na UTI após apresentar náuseas, vômitos e diarreia; um aluno internado em leito comum; e uma quinta vítima, cujo estado de saúde não foi divulgado.

Testemunhas e imagens de câmeras de segurança mostram um homem manuseando um balde com produtos químicos ao lado da piscina enquanto alunos ainda estavam na água. Segundo a polícia, ele teria deixado a mistura próxima à borda aguardando o fim da aula para despejá-la na piscina, que apresentava aspecto turvo.

A academia C4 Gym foi interditada e lacrada pela Vigilância Sanitária e pela Subprefeitura da Vila Prudente. O estabelecimento não possuía alvará de funcionamento, apresentava instalações elétricas precárias e operava com dois CNPJs vinculados ao mesmo endereço.

Há relatos de problemas anteriores. Mães de ex-alunos afirmam que, desde abril de 2024, crianças apresentavam problemas respiratórios devido ao forte cheiro de produtos químicos. Uma mãe relatou que o maiô da filha chegou a desbotar completamente após uma aula e descreveu o odor como “insuportável” e “meio ácido”. Outra criança desenvolveu crises de tosse e bronquiolite, o que levou ao cancelamento da matrícula.

Em nota, a direção da C4 Gym informou que prestou atendimento imediato aos envolvidos e que colabora com as investigações. Sobre as reclamações feitas em 2024, a academia afirmou que realizou um reparo na máquina de ozônio à época.

O pai de Juliana, Ângelo Augusto Bassetto, pediu justiça e afirmou que a médica que atendeu a filha relatou que o produto químico “queimou muito ela por dentro”. Segundo ele, a cobrança não é por indenização, mas para evitar que novas tragédias aconteçam.

O funcionário suspeito de manipular os produtos químicos ainda não foi localizado. A polícia apreendeu amostras das substâncias, mas segue investigando a composição exata e a proporção utilizada. As causas da morte aguardam a conclusão dos laudos periciais e necroscópicos. Também é apurada possível omissão de socorro, já que os responsáveis teriam fechado o local sem acionar imediatamente as autoridades. O caso segue sob investigação no 42º Distrito Policial, no Parque São Lucas.

Fonte: G1

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São Paulo

Funcionário relata mistura química por WhatsApp em piscina onde professora morreu

por Redação 10 de fevereiro de 2026

O manobrista apontado como responsável pela manutenção da piscina da Academia C4 Gym, onde uma professora morreu na Zona Leste de São Paulo, afirmou em depoimento que realizava a mistura dos produtos químicos seguindo instruções recebidas por WhatsApp. O relato foi prestado na manhã desta terça-feira (10) à Polícia Civil.

Identificado como Severino Silva, de 43 anos, o funcionário confirmou ao delegado Alexandre Bento, do 42º Distrito Policial, que era o responsável pelo preparo das substâncias utilizadas na piscina. Segundo a investigação, ele trabalhava há cerca de três anos no local como ajudante-geral e acumulava funções, atuando também como manobrista.

De acordo com a polícia, Severino não possuía qualquer qualificação técnica ou curso específico para realizar a manutenção da piscina. O delegado afirmou que o funcionário apenas cumpria ordens de um dos sócios da academia, que repassava as orientações remotamente.

As mensagens analisadas mostram que Severino enviava fotos da piscina e das medições realizadas, enquanto recebia instruções detalhadas sobre as proporções de cloro, elevadores de pH e outros produtos químicos. Todo o procedimento era feito à distância, sem acompanhamento presencial. O funcionário declarou que nunca fez curso de piscineiro e que não era habilitado para esse tipo de serviço.

A polícia apura o conteúdo das conversas trocadas por WhatsApp e investiga se parte das mensagens foi apagada. Paralelamente, o número de vítimas no caso subiu para seis. O estado de saúde da nova vítima ainda não foi divulgado.

O caso resultou na morte da professora Juliana Faustino, de 27 anos. O marido dela, Vinícius de Oliveira, segue internado em estado grave, entubado e sedado, mas com sinais de evolução clínica. Um adolescente de 14 anos permanece na UTI em estado grave. Uma aluna de 29 anos continua hospitalizada após apresentar náuseas, vômitos e diarreia, enquanto outro aluno segue em observação.

A academia permanece interditada e funcionava sem alvará. Uma das linhas de investigação considera a hipótese de substituição recente dos produtos utilizados, que seriam mais concentrados e mais baratos. Segundo o delegado, a combinação de cloros de marcas diferentes é inadequada e pode provocar reações químicas perigosas.

Ainda não há laudo conclusivo sobre a causa da morte de Juliana Faustino. O exame de necropsia segue em andamento e deverá apontar o tipo, a concentração e a qualidade dos produtos usados. A polícia afirma haver indícios de crime e trabalha para individualizar as condutas e definir as responsabilidades dos envolvidos.

Fonte: CBN

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São Paulo

Moradores relatam tremores em Pinheiros, mas USP descarta abalo sísmico na cidade

por Redação 10 de fevereiro de 2026

Moradores do bairro de Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, relataram ter sentido tremores de terra na noite de domingo (8). Segundo relatos nas redes sociais, os tremores ocorreram ao menos duas vezes, por volta das 20h20 e 21h, e foram sentidos em ruas como Cristiano Viana, Oscar Freire, Capote Valente, João Moura e até na Rua da Consolação.

O Corpo de Bombeiros informou que não recebeu chamados relacionados ao episódio.

De acordo com o Centro de Sismologia da USP, São Paulo está localizada sobre uma bacia sedimentar capaz de amplificar ondas sísmicas de outras regiões da América do Sul. No entanto, não houve registro de atividade sísmica na cidade no horário mencionado.

O mesmo centro registrou um terremoto de 6,2 de magnitude na fronteira entre Chile e Bolívia às 16h23 UTC (13h23, horário de Brasília) e outro tremor de 4,2 de magnitude às 23h17 UTC (20h17 no horário local), mas ambos não poderiam ter causado os tremores sentidos em Pinheiros. O primeiro ocorreu muito antes, e o segundo, embora próximo do horário, era de magnitude baixa e não provocaria efeitos a longa distância, como em São Paulo.

O Centro de Sismologia concluiu que não há evidências de relação entre os tremores sentidos no bairro e os eventos registrados na região andina.

Pinheiros já registrou tremores de baixa magnitude anteriormente: em 29 de julho de 2024, um abalo de 2,4 pontos na Escala Richter foi sentido com reflexos em Osasco e Barueri, com relatos de estrondos e janelas balançando por volta das 13h40.

Fonte: G1

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São Paulo

Testemunhas relatam cheiro forte e vômitos em piscina onde jovem morreu na Zona Leste

por Redação 9 de fevereiro de 2026

A Polícia Civil investiga a morte de Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, após ela passar mal durante uma aula de natação em uma academia na Zona Leste de São Paulo. Outras duas pessoas — o marido da vítima e um adolescente — permanecem internadas em estado grave.

Juliana participava da aula com o marido, Vinícius de Oliveira, de 31 anos. Segundo familiares, Vinícius entrou primeiro na piscina e Juliana pulou logo em seguida. Pouco depois, ambos começaram a apresentar sinais de mal-estar. Ao tentar sair da água, Juliana já demonstrava dificuldades.

O casal foi socorrido e encaminhado a um hospital em Santo André, na Grande São Paulo. O quadro de Juliana se agravou durante a madrugada e ela morreu horas depois.

Testemunhas relataram que outras pessoas também passaram mal no local. Eduardo Rossini, aluno da academia, afirmou que presenciou cenas de desespero. “Já vimos muita gente passando mal, o pessoal vomitando, deitado no chão”, disse.

Um adolescente de 14 anos também foi intoxicado e segue internado em estado grave. O pai dele, James de Jesus, contou que percebeu um odor intenso ao entrar no ambiente. “A hora que eu entrei lá, o cheiro de cloro era muito forte”, relatou.

A perícia esteve na academia e utilizou equipamentos especiais para coletar amostras. Segundo os investigadores, no momento da análise não foram detectados gases tóxicos no ar. Ainda assim, a principal hipótese é de que uma mistura inadequada de produtos químicos usados na limpeza da piscina tenha provocado uma reação química, com liberação de gases tóxicos.

“Esse gás provocou asfixia nas pessoas que estavam no ambiente e queimaduras nas vias aéreas”, afirmou um delegado responsável pela investigação.

A polícia apreendeu um balde utilizado na mistura dos produtos, encontrado em um depósito junto a outras embalagens usadas na manutenção da piscina. De acordo com a investigação, o local onde a mistura teria sido preparada corresponde à área em que as vítimas começaram a passar mal.

O delegado informou ainda que a academia não possuía alvará de funcionamento. O estabelecimento foi interditado.

Em nota, a academia C4 lamentou o ocorrido, afirmou que prestou atendimento aos envolvidos e declarou que opera dentro das exigências legais, seguindo protocolos usuais de limpeza e tratamento da água.

Familiares de Juliana cobram justiça e afirmam que o objetivo não é financeiro, mas evitar que casos semelhantes voltem a acontecer. O caso segue sob investigação.

Fonte: FANTÁSTICO

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